As Empresas e seus Impostos – Conheça cada um deles!

Vai abrir uma empresa? Então fique atento aos impostos que ela precisará pagar. Neste artigo, explicaremos um pouco sobre cada um deles:

PIS

O PIS é uma contribuição federal, de cunho social, que possui a finalidade de arrecadar a verba necessária para o pagamento do abono, seguro-desemprego e participação na receita dos órgãos e entidades.

As pessoas jurídicas de direito privado são os contribuintes e o imposto incidirá no faturamento mensal da empresa, onde sua alíquota poderá variar entre 0,65% e 1,65%.

A sua apuração poderá se dar de forma cumulativa e não cumulativa, nos termos da lei e nos casos das microempresas e EPP enquadradas no Simples Nacional. Essa contribuição está contida no pagamento mensal unificado de impostos e contribuições.

COFINS

O COFINS é uma contribuição federal que incide sobre o que a empresa fatura mensalmente, sendo uma contribuição social com a finalidade de financiar a seguridade social.

Sua apuração é mensal e pode variar de acordo com o regime definido pela lei: cumulativo ou não cumulativo – e sua alíquota poderá ser de 3% – para o regime cumulativo – e 7,6% – para o regime não cumulativo.

As pequenas e microempresas que optam pelo regime do Simples Nacional estão isentas da obrigatoriedade do pagamento dessa contribuição.

IRPJ

O IRPJ é o imposto sobre o rendimento das empresas, recolhido pela Receita Federal e cobrado para todas as pessoas jurídicas e empresas individuais – registradas ou não – sendo calculado de acordo com o regime tributário da empresa.

O cálculo do IRPJ é feito de acordo com o modelo tributário escolhido para declarar o IRPJ, sendo eles:  lucro presumido, lucro real e lucro simples.

 ISS

O ISS é um tributo municipal que incide sobre a prestação de serviços. Desse modo, as empresas que realizam a prestação de serviços de qualquer natureza deverão contribuir.

A alíquota do ISS varia de acordo com cada município. Entretanto, é imposta uma alíquota mínima de 2%.

 ICMS

Diferente dos demais, o ICMS é um imposto de competência estadual que incidirá sobre as operações relacionadas à circulação de mercadorias e alguns tipos de prestação de serviços. Desse modo, as empresas que realizam ações comerciais e que possuem uma operação de circulação de mercadorias, bem como realizam serviços de transporte interestadual ou intermunicipal e comunicações, estarão sujeitas à incidência desse imposto.

O valor da alíquota irá variar de acordo com cada estado, tendo em vista que é um imposto estadual. Assim, até a chegada do produto ao consumidor final, as etapas de circulação da mercadoria estarão sujeitas a esse imposto.

Calculando os Honorários Contábeis

 

Neste artigo, organizamos um passo a passo para que você consiga calcular os seus honorários contábeis. Organize bem cada item!

1) Pesquise quais são os valores previstos na Tabela de Honorários

As tabelas fornecidas pelos sindicatos estaduais podem ser bastante úteis para dar uma ideia do preço que é cobrado pela categoria profissional, mas ela não deve ser encarada como único recurso para formar o valor do honorário.

Utilize-as como ponto de partida para a formação do valor dos honorários contábeis, sabendo que o valor indicado na tabela não leva em conta alguns valores fundamentais para o cálculo do preço do serviço contábil.

2) Quais são os custos do seu local de trabalho?

Assim como em qualquer outro negócio, para formar o preço dos seus honorários contábeis, você deve incluir o valor gasto com Internet, luz, telefone, aluguel, etc.

3) Qual é o valor dos serviços empregados na realização do trabalho?

O valor dos encargos trabalhistas como férias, 13° salário, fundo de garantia, e os demais, seus e de seus funcionários, devem ser adicionados no cálculo.

4) Não esqueça de incluir o lucro

Ao final do cálculo, não se esqueça de incluir o lucro bruto que pode ficar em torno de 30%, incluindo já uma reserva para eventuais casos de inadimplência e compras de equipamentos.

5) Quais são os custos extras?

Os custos extras também devem ser colocados no cálculo dos honorários contábeis. Valores relacionados ao deslocamento, por exemplo, devem ser incluídos.

É importante pensar nas taxas com as quais terá que arcar quando aceitar determinado serviço para inclui-las no preço, como os juros de impostos, por exemplo. Após isso, para obter os honorários contábeis, é só acrescentar os custos mencionados ao valor da sua hora e fazer os ajustes de acordo com uma análise dos preços praticados pela concorrência.

Alterações Fiscais: Mudanças em 2018

 

É hora de ver as mudanças que foram realizadas no Setor Fiscal para este ano. Contadores e Empresários devem ficar atentos as alterações, para não haver problemas futuros.  Reunimos aqui diversas alterações, confira conosco!

 Reoneração da Folha de Pagamento

Haverão apenas três segmentos com a reoneração, que são: Construção Civil, Comunicação e Transportes.

Mudanças no Simples Nacional

O limite no faturamento oferece oportunidade de entrada no Simples, o que muda a realidade dos microempresários. Também houve mudanças nas alíquotas. Estados e municípios devem cobrar a diferença na regra antiga.

e-Social/REINF

O REINF está chegando com força em maio de 2018, e já cede informações de empregados e autônomos. O faseamento consiste no envio gradual dos eventos do e-social em quatro fases.

Bloco K

Diversos setores de indústrias que não entraram em 2017 devem entregar informações detalhadas de seus estoques em 2018. Além do aumento de segmentos, também entram empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões por ano. 

PIS e COFINS

A ampliação da tomada de créditos de PIS e COFINS para as indústrias deve ocorrer este ano. Os efeitos da exclusão do ICMS na base de cálculo dessas contribuições e a unificação do PIS e COFINS deverão sofrer novidades.

De olho na RAIS: Entrega da declaração inicia hoje!

 

 

A Relação Anual de Informações Sociais, mais conhecida como RAIS (relativa ao ano base 2017) deverá ser declarada a partir de hoje, encerrando as entregas no dia 23 de março.

É obrigatória a utilização de certificado digitaválido padrão ICP Brasil para a transmissão da declaração da RAIS por todos os estabelecimentos que possuem a partir de 11 vínculos, exceto para a transmissão da RAIS Negativa e para os estabelecimentos que possuem menos de 11 vínculos.

As declarações poderão ser transmitidas com o certificado digital de pessoa jurídica, emitido em nome do estabelecimento, ou com certificado digital do responsável pela entrega da declaração, sendo que este pode ser um CPF ou um CNPJ.

Você pode encontrar mais informações sobre o preenchimento da RAIS e demais orientações no site da RAIS. O empregador que não entregar a RAIS no prazo legal ficará sujeito a uma multa progressiva prevista no artigo 25 da Lei 7.998/1990.

DARF: Para que serve e como emitir?

 

O Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) é o documento utilizado por Ministério da Fazenda e Receita Federal como instrumento de cobrança dos contribuintes no pagamento dos tributos embutidos em operações financeiras. Dividida em dois tipos, o simples e o comum, a guia é de uso tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas.

DARF Simples 

Esse modelo não é mais utilizado em grande escala. A partir de 2011, com a lei do Simples Nacional, ele foi substituído pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). O DARF Simples entrou em vigor em janeiro de 1997 como o documento usado pelas empresas do Simples como a guia única de recolhimento de tributos. Ele englobava RPJ, CSLL, PIS/PASEP, COFINS e IPI — e, dependendo da natureza da pessoa jurídica, ICMS ou ISS.

DARF Comum 

O DARF Comum surgiu meses depois do DARF Simples. Diferente do anterior, esse documento permanece em uso constante até hoje.  É esse tipo de DARF o principal meio de arrecadação de tributos de contribuintes pessoas físicas e jurídicas. Exemplos clássicos do documento são as guias de pagamento do PIS sobre o faturamento de empresas, o imposto de importação  de produtos importados na alfândega ou mesmo o imposto de renda da fonte pagadora.

 

Emissão de DARF atrasado

São três caminhos possíveis para o contribuinte que perdeu o prazo e precisa imprimir o DARF para pagamento em atraso:

- Pelo extrato da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física  (DIRPF): consulte o "Demonstrativo de Débitos Declarados" e veja o quantitativo de quotas solicitadas, assim como a situação de cada uma delas; clique em “Impressão” e emitia o Darf do mês desejado.

- Outra opção é o programa para cálculo e emissão do DARF  das quotas do IRPF. 

- O contribuinte, por fim, também pode optar pelo preenchimento manual do DARF.

 DARF no Imposto de Renda

Para o pagamento da 1ª quota ou em parcela única, o declarante deve imprimir o DARF diretamente no programa IRPF do ano corrente. O caminho é simples: clique no menu "Declaração", depois clique em "Imprimir" e, em seguida, selecione a opção "Darf com código de barras".

A quota habitualmente tem vencimento em 29 de abril, sem nenhum acréscimo. Após essa data, o pagamento deve ser efetuado com os devidos acréscimos legais, que são melhores detalhados na página do Sicalc.

 

Cuide bem do Setor Fiscal!

 

O Setor Fiscal geralmente é uma correria, não é mesmo? Sendo ele em um Escritório Contábil atendendo vários clientes, ou em uma Empresa, com diversos colaboradores correndo atrás de notas fiscais e de organizar as finanças em si.  Preparamos um artigo com diversas dicas para te ajudar a manter o Setor Fiscal bem mais organizado. Boa leitura!

 

Baixa e Organização de Notas Fiscais

 Todo escritório fiscal que se preze precisa (e muito) que todas as NF-es estejam bem organizadas, para que no futuro, quando o contador realizar uma consulta ou até mesmo a conferência do Fisco, elas estejam ao alcance de uma forma fácil. Outra dica importante é baixar também as NF-es do passado, mantendo todas próximas, salvas na nuvem.

 

Armazenando as Notas

 É importantíssimo salvar as NF-es em um local bastante seguro, livre de ações hackers (roubos de arquivos) e de perdas. O ministério da fazenda propõe que empresas são obrigadas a armazenar suas NF-es por 5 a 10 anos. Alguns tipos de documentos exigem até a guarda permanente, ou seja, invista em um local seguro para armazenar seus documentos tranquilamente.

 

Rotinas e Emissão de NF-es

 Um dos processos mais repetitivos e causadores de erros de digitação é a emissão de NF-es. O ideal para solucionar a demora no processo da emissão é designar uma equipe voltada apenas para este processo. Assim, ele será mais rápido e dinamizado. Caso não tenha como colocar uma pessoa ou um grupo para este processo, adquira um software que faça boa parte dos processos automaticamente.

 

Planilhas e Papelada. Diga adiós!

 Com a tecnologia, fica muito mais simples organizar as antigas papeladas, que podem ser digitalizadas, de preferência, salvas no mesmo local. Quanto as planilhas, além de ficarem desatualizadas com o tempo, ocupam espaço do computador e até mesmo do servidor. Salvar os arquivos na Nuvem é uma ótima opção. Um escritório livre de bagunça e desorganização de documentos pode ser realidade!

 

Softwares: Aliados do Contador

 Ter bons softwares em um ambiente como um Escritório Contábil é uma mão na roda. Além de facilitarem processos repetitivos a se tornarem mais rápidos e precisos através da automatização, podem evitar problemas de digitação, roubo e perda de arquivos, perda de tempo e outros contratempos. Os softwares da SIEG Soluções oferecem qualidade e inovação, além de oferecerem um excelente suporte técnico, que também é voltado para os clientes dos Escritórios Contábeis parceiros. Faça uma avaliação gratuita de um de nossos softwares e comprove!