5 ingredientes que colaboram para o sucesso

Escuto quase todos os dias as pessoas dizendo: o ano está voando. A verdade é que já passamos da metade do ano e vale a pena fazer uma pausa para refletir sobre atitudes, escolhas e caminhos em busca de nossas realizações.

Destaco abaixo 5 pontos que impactam diretamente nos resultados pessoais e profissionais:

1) Metas claras

Certa vez o filósofo Sêneca disse: "Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir". Ter uma meta clara e traçar um bom plano são essenciais para atingir um objetivo, afinal, uma meta sem um plano é apenas mera intenção. Coloque suas metas por escrito, compartilhe com as pessoas que você gosta e insira uma data para elas ocorrerem, pois isso também contribui e aumenta a chance de serem efetivadas.

2) Alianças

Procurar parceiros, mentores e pessoas para compartilhar sonhos costuma nos ajudar e dar forças para irmos além dos próprios limites. Pode ser com um colega de trabalho, amigo, esposa ou marido. A parceria que costuma dar certo é aquela que ocorre a relação ganha-ganha, uma ajuda mútua em prol do crescimento de ambos.

3) Sorte

 É preciso contar com a sorte e ela é atraída quando empregamos a seguinte equação: Preparação + Disciplina + Oportunidade = Sorte.

 

4) Social e espiritual

Não deixe de ajudar os indivíduos que mais carecem e se aproxime das pessoas que torcem verdadeiramente por você. Aliás, eu acredito que o grande amigo e parceiro não é aquele que chora com você na perda, mas sim, que sorri e se alegra com suas conquistas sem invejar.

Gosto muito de uma definição do Spencer Johnson: "É feliz quem valoriza o que tem. É infeliz que valoriza o que falta". É pertinente praticar o pensamento do cardeal Shellman: "Reze como se tudo dependesse de Deus e trabalhe como se tudo dependesse de você".

5) Foco

“Quem tem um ‘porquê’, enfrenta qualquer ‘como’." (Viktor E. Frankl)

Já reparou como diversas pessoas começam buscando uma coisa e, de repente, já estão mirando outra e, em seguida, aparecem correndo atrás de outra ideia ou sonho? Onde está o foco?

Por finalizar esta reflexão, analise como as pessoas atrelam sucesso apenas a dinheiro, poder, realização profissional. Eu acredito que o verdadeiro sucesso mesmo é ser feliz e fazer os outros felizes. Pare para pensar: de que adianta conquistar fama, dinheiro e não ter com quem compartilhar? Claro que isso é importante e deve ser almejado, mas o equilíbrio entre as áreas da vida é fundamental. Não há sucesso profissional que compense o fracasso pessoal. Aristóteles já disse: "A virtude está no meio".

Eu acredito que o verdadeiro sucesso é ser feliz e fazer os outros felizes.

Fonte: Erick Penna - Administradores.com

 

Saiba como se manter regularizado como profissional autônomo ou profissional liberal

Abrir uma empresa nem sempre é o melhor caminho quando se exerce uma atividade por conta própria.

As vezes, existe a necessidade de testar o mercado. Ou ainda, os custos de abertura e manutenção de uma empresa estão acima do verificado como um Profissional Autônomo ou Liberal.

Isso acontece com alguns Freelancers, que dividem a atividade por conta própria com outra vinculada a uma empresa.

Mas, mesmo com essa divisão é necessário manter tudo regular para evitar que algo dê errado.

E você, sabe como se manter sua atividade de autônomo regular? Continue lendo e evite problemas com o fisco.

Definição de Profissional Autônomo e de Profissional Liberal

As palavras, Profissional Autônomo e Profissional Liberal são utilizadas para definir uma mesma situação.

Dar nome para aqueles que exercem atividades profissionais sem vínculo empregatício, por conta própria e que, assumam o risco da atividade.

A diferença entre um e o outro é que o Profissional Liberal presta um serviço intelectual que normalmente deve ter registro no conselho de classe.

Isso se aplica por exemplo, a advogados, profissionais da saúde, economistas, contadores e jornalistas.

Como funciona os rendimentos recebidos?

Os rendimentos recebidos por autônomos podem ser ou de pessoas físicas ou de pessoas jurídicas, certo?

Em cada um deles, há uma diferença com relação a apuração e recolhimento dos tributos.

Nos recebimentos de serviços prestados para pessoas jurídicas, a empresa contratante é responsável pela retençãode IRPF e do INSS.

Fica mais fácil o controle nesses casos. No começo do ano a empresa encaminha o informe de rendimentos para ajudar na preparação do Imposto de Renda.

A dificuldade aumenta quando o recebimento é de Pessoa Física!

Nestes casos, a apuração e o recolhimento são feitos por você, autônomo ou profissional liberal.

Para isso é necessário gerar uma Guia do INSS e preencher o Carne Leão para o IRPF, vamos falar desses assuntos mais abaixo.

Como se manter regular com o fisco

Agora que você já possui uma definição geral do assunto, vamos tratar de como se manter regularizado.

Para isso é necessário cumprir as obrigações na Prefeitura, Conselho de Classe, INSS e na Receita Federal. Vamos a elas:

Faça o cadastro no CCM na Prefeitura

Todos os prestadores de serviços devem estar cadastrados na Prefeitura de sua cidade.

Isso independe se é uma empresa (PJ) ou se é uma pessoa física autônoma (PF).

O cadastro deve ser realizado na Secretária de Finanças, e após ele, o prestador deve passar a recolher o Imposto sobre Serviços (ISS).

Em algumas prefeituras o cadastro garante a isenção deste imposto ou ainda, a sua apuração no formato fixo.

Isso pode ser uma grande vantagem, dependendo do rendimento do profissional.

Registre-se no Conselho de Classe

Fique atento se a sua profissão depende de registro no conselho de classe.

Isso ocorre com muitos profissionais, como os da saúde, advogados, economistas, contadores, psicólogos e jornalistas.

Se sua profissão depende de registro, você precisará verificar se além do registro profissional é necessário habilitar a atividade por conta própria.

Em alguns, como o próprio conselho de contabilidade, exige que além do registro profissional, se faça o registro da atividade liberal.

Normalmente, são cobradas anuidades para esse registro.

Recolha regularmente o seu INSS

Conforme falamos mais acima, quando o serviço é prestado para uma pessoa jurídica, a empresa efetua a retenção do INSS do prestador.

Esse INSS é retido tendo como base de contribuição 11%. Isso ocorre até o teto da previdência social.

Mas caso você preste serviços a outras pessoas físicas, deverá calcular e recolher o INSS como Contribuinte Individual.

Nestes casos, a contribuição passa a ser de 20% sobre os rendimentos, limitado ao teto da previdência.

Existem muitas dúvidas sobre a obrigatoriedade do recolhimento.

Mas sim, é obrigatório. O autônomo não se encaixa nas situações onde o seu recolhimento é facultativo.

Então é muito importante considerar o INSS na hora de observar os rendimentos líquidos.

IR e Carne Leão, em dia com a Receita Federal

Por fim, existe a obrigação com a Receita Federal com o pagamento do Imposto de Renda.

Para todos os rendimentos com pessoas físicas é necessário que o autônomo ou profissional liberal preencham o sistema do carne leão.

O valor do imposto é calculado com base nas informações de receita, deduzidos a contribuição para o INSS e as despesas decorrentes da atividade.

As alíquotas seguem a tabela progressiva que vai de 15% a 27,5% de acordo com o rendimento.

Mas cabe algumas informações úteis:

  • Os comprovantes de deduções devem ser um documento idôneo (NF ou Recibo);
  • Eles devem ter a identificação da despesa e de contratante;
  • Despesas com transporte, como locomoção, combustível ou estacionamento não são admitidas;
  • Assim como investimentos em instalações, que também não são admitidos;
  • Se o local de trabalho for o mesmo da residência, somente 1/5 das despesas com aluguel, agua, energia, telefone e outros relacionados podem ser deduzidas.
  • Se a despesa for superior a receita, esse excesso pode ser deduzido no mês seguinte. Esse excesso de despesas dedutíveis pode ser utilizado até o mês de dezembro.

Guarde todas as informações utilizadas para o carne leão de forma organizada, até a decadência do imposto que é de 5 anos.

Avalie a abertura de uma empresa

Depois de te contar todos os encargos que terá, dependendo do valor do seu rendimento, avalie a abertura de uma empresa. Você poderá economizar com impostos!

Digo isso pois atualmente, muitas atividades estão permitidas no Microempreendedor Individual que possui uma vantagem tributário bastante atrativa. Se o faturamento for superior a R$ 6.000,00 mês você ainda poderá optar pelo Simples Nacional.

Faça todos os cálculos e verifique se é vantagem atuar como PF ou como PJ.

Caso tenha ainda tenha dúvidas sobre os cálculos efetuados, procure um contador, esse profissional além de auxiliar com relação ao enquadramento tributário, poderá te ajudar na correta abertura da empresa.

Fonte: Jornal Contábil

6 conselhos inusitados que podem mudar a sua carreira para sempre

Diante de um mercado de trabalho cada vez mais incerto, muitas pessoas sentem falta de orientação profissional. Acontece que, embora exista um oceano de conselhos sobre o assunto na internet, são raras as dicas de carreira que fogem do óbvio.

“As pessoas são diferentes e cada situação é uma”, diz Adriana Gattermayr, coach e consultora da Gattermayr Consulting. “Qualquer palpite que vale para todo mundo é mero senso comum”.

Para a especialista, há muita simplificação e generalização nos discursos que prometem uma receita para o sucesso. Embora haja ótimos livros de autoajuda, diz ela, nenhum deles trará todas as respostas — muito menos aqueles que se vendem como a “fórmula definitiva” para conquistar a felicidade no trabalho.

Em vez de enxergar qualquer conselho de carreira como uma bússola salvadora, é melhor encará-lo como uma provocação ou um convite à reflexão sobre os seus próprios desafios e potenciais, afirma Gattermayr.

A gestão da vida profissional é muito mais complexa do que um punhado de dicas, e os especialistas no assunto sabem disso.

Segundo Eva Hirsch Pontes, coach e professora convidada na Fundação Dom Cabral, o próprio conceito de “carreira” é algo simplificado e até obsoleto.

A palavra, que vem do latim, descrevia originalmente um “caminho para carros”, isto é, um trilho ou estrada em linha reta. Segundo a especialista, não existe mais uma carreira com o sentido de “estrada”, isto é, como uma sequência linear de cargos e empregos.

“Hoje você acumula múltiplas formas de atuação e monta um portfólio de habilidades, que aplicará de formas variadas ao longo do tempo, como se fossem peças de Lego”, explica ela.

Diante da complexidade do mercado de trabalho atual, os conselhos ou “provocações” mais eficazes são justamente os mais inusitados. Veja a seguir 6 deles:

1. Você não precisa escolher uma profissão
Já começa na época do vestibular: a sociedade sempre nos forçar a escolher uma carreira e incorporá-la como uma parte fundamental de quem somos. No fim das contas, não funciona. “Não é preciso escolher entre duas ou três coisas que você ama”, diz Gattermayr. “Você pode trabalhar durante a semana numa área e no fim de semana em outra, sair do trabalho e ir fazer consultoria ou dar aulas e mais uma infinidade de possibilidades”.

Quem acha que precisa escolher uma única área acaba entediado e desmotivado, o que muitas vezes produz a troca frequente de empregos. Porém, é preciso ter cuidado para não perder o foco. “Para cada atividade paralela, é preciso se dedicar e traçar metas”, explica ela. “Para onde você quer ir com cada uma delas?”. Se não houver conexão com os seus objetivos de vida, abrir o seu leque de atuação só deixará você esgotado.

2. Não procure um trabalho que você ama. Procure amar o seu trabalho
Ninguém em sã consciência deseja fazer aquilo de que não gosta. No entanto, perseguir o ideal de um emprego “divertido” costuma resultar em frustração. Para Gattermayr, o conceito está invertido. “Procure amar o seu trabalho, seja ele qual for, experimentando novas atividades e competências escondidas em você mesmo”, diz ela. “Às vezes aterrissamos em empregos em que jamais nos imaginamos e eles acabam trazendo muita felicidade”.

Quem procura trabalhar só com o que ama pode confundir hobby com trabalhoou se decepcionar ao finalmente conseguir o seu emprego dos sonhos. Segundo a coach, não há nada de errado em buscar oportunidades numa área com a qual você tem afinidade. Só é importante não se prender exclusivamente a isso na hora de fazer as suas escolhas.

3. Ter um único mentor não funciona
Contar com uma pessoa mais experiente que você para ajudar nas suas decisões profissionais é essencial. Porém, dificilmente esse único indivíduo terá todas as respostas de que você precisa. É muito mais eficaz formar um time de mentores de carreira.

“Escolha 5 áreas da sua vida em que você quer melhorar, e pense em profissionais que são modelos para você nesses assuntos”, orienta Pontes. “Pergunte se vocês podem agendar sessões de mentoria de dois em dois meses”. A maioria das pessoas se sente lisonjeada com o convite e tem grandes chances de aceitá-lo, completa ela.

4. Dinheiro não é objetivo, é meio
“Se a meta da sua carreira é ganhar dinheiro, pense melhor”, aconselha Gattermayr. “Seu objetivo deve sempre ser algo maior, alinhado com seu propósito de vida e com o legado que você quer deixar”. Quando um profissional coloca a recompensa financeira como alvo principal, suas decisões se tornam imediatistas, simplórias e confusas. Entender a remuneração como objetivo também pode inibir inovações e investimentos mais ousados no futuro.

De acordo com a especialista, o dinheiro deve ser entendido como meio estratégico para ter sucesso. Ele não pode ser ignorado, já que você precisará de grandes “colchões” para realizar grandes saltos. “Se você constrói uma reserva generosa aos poucos, garante que, toda vez que estiver infeliz e quiser mudar de vida, terá como fazê-lo”, resume Gattermayr.

5. Participar dos “jogos políticos” do escritório é bom
A constante exposição a escândalos de corrupção contribui para que muitos brasileiros criem uma certa ojeriza à ideia de fazer política no trabalho– como se qualquer movimento estratégico para alcançar um objetivo fosse necessariamente antiético. Porém, buscar o isolamento político como forma de evitar problemas não é uma atitude inteligente.

Segundo Pontes, até quem pensa que não faz política no trabalho está fazendo — só que muito mal. “Você sempre será um ponto na rede do poder”, explica. “Você precisa entender a sua influência e usá-la de forma ética, para atingir resultados bons tanto para você quanto para o coletivo”. Participar desses jogos de forma responsável, mas consciente, é fundamental para ganhar cada vez mais projeção e se manter influente.

6. Trabalho é só…trabalho
Num mundo que glamouriza a sobrecarga de trabalho, muita gente age como se a carreira fosse sua razão de existir. De acordo com Gattermayr, é preciso repensar essa postura mental.“Trabalho é só trabalho, e encará-lo como tal ajuda a diminuir o estresse e a tomar decisões melhores”, diz ela. Isso não significa isentar-se das responsabilidades, mas buscar um distanciamento mínimo para preservar a sua saúde e continuar apto a fazer boas entregas.

Pense no trabalho de um médico que salva vidas num pronto-socorro. Ele precisa impedir que a compaixão pelo paciente se transforme em pena e dor, ou não conseguirá trabalhar. Em qualquer área, o comprometimento com a carreira não pode se converter em servidão. “Você é muito mais do que os seus resultados”, resume a especialista.

Fonte: Exame.com

O papel do contador na atualidade

Digital-light-1024x819 Toda profissão é fruto de construção social, nasce de uma necessidade de seu tempo e também há constantes evoluções que se moldam com a realidade do mundo atual. Com a contabilidade não é diferente, antes o contador tinha o apelido de “guarda-livros”, pois a sua função era meramente a escrituração e manutenção em boa ordem dos livros mercantis das empresas comerciais. Era um trabalho mecânico que não exigia quase nenhuma especialização. A visão que se tinha do contador “guarda-livros” era aquele profissional burocrático, preocupado exclusivamente com o atendimento ao fisco e com pouco relacionamento com os gestores das empresas e com as demais áreas da organização. Era um profissional introspectivo, alheio às mudanças e que passava grande parte de seu expediente em sua sala, procedendo com a escrituração contábil, evitando o contato com pessoas. Os tempos foram passando e a contabilidade evoluindo, a evolução ocorreu de tal forma que na atualidade um bom contador é visto como um gestor e necessita mais do que nunca estar bem antenado com as alterações que acontecem com as normas contábeis locais que estão em linha com as normas contábeis internacionais (denominadas IFRS – “International Financial Reporting Standards”). O contador é peça fundamental na estrutura de qualquer organização, pois precisa sempre interagir com as demais áreas da organização (comercial, jurídica, financeira, etc) para que possa contribuir de forma a afastar potenciais riscos contábeis, fiscais e até mesmo de ordem trabalhista/previdenciária. Hoje apenas o curso de graduação ou técnico não garante a excelência do profissional. Mudanças na legislação, informatização de sistemas, dentre outros aspectos, obrigam o profissional contemporâneo a estar sempre atento e disposto a aprender. É bastante importante a conscientização do empresariado como um todo sobre o papel do contador em suas empresas, pois, ainda hoje, muitos empreendedores tem a visão de que o contador é um mal necessário para seu negócio. Entretanto, há também outros empreendedores que enxergam que esse profissional é uma peça fundamental para o sucesso do negócio. Por fim, o profissional contábil sempre teve, têm e terá um papel de destaque no desenvolvimento econômico do mundo, devendo sempre acompanhar a sua evolução e precisa ser reconhecido e valorizado por isso. Por Carlos Miyahira

4 dicas para motivar equipes em escritório contábil

Business partner work together Para se ter uma ideia, de acordo com o estudo Doing Business, divulgado pelo Banco Mundial e pela IFC (International Finance Corporation), as empresas gastam, em média, 2,6 horas apenas para lidar com todas as suas obrigações tributárias. O contador precisa verificar notas fiscais, livros contábeis e realizar todas as demonstrações contábeis e financeiras exigidas pelo Fisco. Definitivamente, não é uma rotina fácil.
Por conta da pressão diária e das tarefas um tanto quanto maçantes, muitos profissionais da área contábil podem acabar ficando desmotivados. É fundamental que o gestor do escritório ou do departamento tenha a capacidade de desenvolver estratégias internas para melhorar o clima organizacional e garantir, dessa forma, um bom desempenho dos profissionais. Para reverter esse problema, trouxemos neste post 4 dicas para motivar equipes em escritório contábil. Confira! Realize feedbacks assertivos Ao contrário do que muitos pensam, o feedback não é apenas um momento para chamar a atenção para os erros cometidos pelos profissionais. É claro que, caso o profissional esteja com problemas para executar tarefas, o gestor deve apontar a questão, mas a verdadeira função do feedback é fornecer uma orientação para que o profissional consiga melhorar o seu trabalho. Pode ter certeza que se você der um feedback assertivo, que melhore o desempenho do profissional, ele se sentirá muito mais confortável no ambiente de trabalho. Além disso, caso ele tenha um ótimo desempenho, o feedback também pode ser usado para parabenizá-lo pelo bom trabalho! Celebre os bons resultados Todo mundo gosta de ter o seu trabalho reconhecido e isso não é diferente em um escritório de contabilidade. Por isso, é fundamental que o gestor saia um pouco da rotina do escritório sempre que possível e celebre os resultados conquistados por cada um dos colaboradores. Muitas empresas investem em eventos internos para promover a satisfação dos profissionais. Podem ser desde festas até homenagens e premiações, mas o importante é mostrar que a empresa realmente se preocupa com os colaboradores. Seja um verdadeiro líder Não é porque o gestor tem um cargo superior na hierarquia organizacional que ele, necessariamente, é visto como um líder entre seus subordinados. Na verdade, o líder é o profissional que assume o papel de “representante de classe”, ou seja, que busca sempre conciliar as necessidades e os interesses de todos. Por isso, para motivar equipes em escritório contábil é fundamental que o gestor esqueça agora mesmo a sua posição de chefia e passe a agir como um verdadeiro líder, que se preocupa com cada um dos seus colaboradores e procura sempre guiá-los pelo melhor caminho. Estabeleça um bom plano de carreira Nenhum profissional espera exercer a mesma função para o resto da vida. Depois de um tempo, a rotina se torna maçante e a falta de novos desafios um verdadeiro fator de desmotivação. Por isso, uma das dicas mais importantes para motivar equipes em escritório contábil é definir, com clareza, um plano de carreira interno. Determine quais são os parâmetros para a promoção dos profissionais. Tempo de casa?Aprofundamento técnico? Conquistas? Depois disso, exponha todos esses critérios já no momento do recrutamento para que essa “escalada” seja um fator motivacional assim que o profissional começar a trabalhar. Fonte: Portal Contábeis

7 conselhos de carreira que ninguém dá (mas que valem ouro)

vitoria O mundo do trabalho anda imprevisível. Cortes, reestruturações e demissões constantes deixam o mercado cada vez mais hostil e competitivo. Tudo sem previsão de melhora. Nesse contexto de crise, é natural sentir muitas dúvidas quanto ao próprio futuro profissional. Como se diferenciar de outros candidatos a um emprego? Quais critérios levar em conta para aceitar ou não uma proposta? Como ser feliz em ambientes de trabalho a cada dia mais tensos? É claro que receitas mágicas não existem, mas certos conselhos de carreira podem fazer toda a diferença para a sua trajetória. O detalhe é que alguns deles — talvez os mais valiosos — desafiam o senso comum e não costumam ser dados com frequência. Com a ajuda de três especialistas no assunto, EXAME.com complilou algumas dicas que fogem do habitual e podem ser surpreendentemente úteis para driblar as adversidades do mundo do trabalho. É o que você vê a seguir: 1. Não ignore o seu lado “irracional” O universo corporativo cultua o raciocínio lógico, mas o instinto também tem um papel essencial para o sucesso, diz a coach Marie-Josette Brauer, presidente do Innovation Coaching Center. Segundo ela, seguir pressentimentos sobre uma situação ou pessoa pode levar a decisões estratégicas. “A intuição pode ser ouvida nos momentos mais inesperados, e possivelmente quando for mais necessária”, diz. “É nas horas mais difíceis que ela será mais confiável e útil”. 2. Estude muito, mas não se esqueça de viver Brauer é uma entusiasta dos livros, e até indica títulos clássicos sobre carreira que podem mudar a sua vida. Ainda assim, ela ressalta que o conhecimento adquirido em obras escritas ou cursos não é mais relevante do que aquele trazido pela experiência prática. Aulas e leituras são fundamentais para a carreira, mas não substituem a vida real: nem o profissional mais estudioso chegará muito longe se não explorar o mundo, trocar ideias com outras pessoas e encarar desafios com a própria pele. 3. Saiba desistir Muitos livros de autoajuda descrevam a persistência como o grande diferencial dos vencedores. Não é bem assim. Para o escritor e palestrante Roberto Shinyashiki, presidente da Editora Gente, a melhor resposta a certos impasses pode ser simplesmente “jogar a toalha”. Está área que claramente não tem nada a ver com você? Mudou de profissão e não vai usar mais nada do que aprendeu na faculdade? O conselho do especialista é direto: abandone o que não funciona mais. Às vezes é preciso se libertar de escolhas que antes pareciam incontestáveis — ou você nunca se entregará totalmente a projetos novos e mais promissores. 4. Não se desvie do seu caminho por pequenas recompensas Poucas pessoas se dão conta de que a ambição às vezes pode prejudicar o sucesso. De acordo com Shinyashiki, muitos profissionais perdem o foco das suas carreiras atraídos por projetos menores que oferecem algum dinheiro extra. “Não vale a pena sair de um emprego interessante ou se distanciar de uma área promissora só para ganhar um ‘dinheirinho’ a mais”, diz o escritor. Daí a importância de cuidar das suas finanças pessoais e jamais permitir que a gestão da sua carreira se torne refém da necessidade de pagar as contas. De certa forma, é nadar contra a corrente: uma recente pesquisa da consultoria McKinsey revelou que metade dos brasileiros diz viver "de salário em salário", sem nenhuma margem de segurança financeira. 5. Mantenha certas pessoas a uma “distância segura” Por melhor que seja o clima na sua empresa, é provável que haja pelo menos uma pessoa que contamina as demais com a sua negatividade. Segundo Brauer, é importante reconhecer o mais rápido possível essas personalidades, e dar um jeito de gerenciá-las. “A figura tóxica do seu ambiente de trabalho pode ser um superior, um cliente, um colega”, explica a coach. “O importante é identificar essa pessoa e não deixá-la estragar o seu dia, ou mesmo atrasar o seu percurso até um objetivo profissional”. 6. Não espere que o seu empregador faça você feliz Como o engajamento se tornou um ingrediente obrigatório para o sucesso de um negócio, o bem-estar dos funcionários está virando uma preocupação crescente no mundo corporativo. Não é por acaso que empresas como o Google têm apostado em escritórios cada vez mais repletos de "mimos" e benefícios. Mas será que o empregador é o único que deve lutar pela sua satisfação? Na verdade, diz Brauer, essa é uma batalha pessoal e intransferível. “Enxergue seu ambiente de trabalho como um espaço em que cada um deve criar a sua felicidade”, afirma. Para aliviar o cotidiano, é melhor tirar o peso das dificuldades e cuidar do seu próprio bem-estar. 7. Não seja modesto demais Fazer marketing pessoal não é fácil, sobretudo porque a prática é muitas vezes confundida com arrogância. “Em países latinos como o Brasil, existe uma certa vergonha em dizer que você é bom em alguma coisa”, afirma Fabrício Barbirato, diretor do IDCE (Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos). Esconder as suas próprias qualidades, na tentativa de preservar a modéstia, pode ser um grande erro na visão do especialista. Criar uma “marca pessoal” é essencial para ser lembrado. “Nunca desperdice a oportunidade de falar sobre algo que você fez bem”, diz Barbirato. Se souber usar o tom adequado e mencionar acontecimentos concretos, a fala dificilmente será vista como pedante. Fonte: Exame.com