Por que as empresas precisam se preocupar com a contabilidade

commercialista As empresas enfrentam uma alta competitividade na conquista de clientes e por isso toda vantagem que conquistarem para oferecer um preço melhor será bem vinda. Existem muitos gastos desnecessários e até certo desconhecimento em certas áreas, especialmente nacontabilidade, o que desperdiça recursos e prejudica o correto direcionamento do fluxo financeiro. Muitas vezes os donos acham que podem dar conta dos processos contábeis sozinhos, mas mal sabem que qualquer erro nessa área pode ser fatal. Quer descobrir por que as empresas precisam se preocupar tanto com a contabilidade? Confira no texto a seguir: Muito além das finanças A contabilidade não se resume apenas ao balanço contábil básico da empresa. O conhecimento perfeito desse processo permite que a empresa trace estratégias financeiras baseada no planejamento financeiro e tributário do próximo ano. Quando a atividade contábil é bem executada, há previsões mais claras de lucros, despesas, análise de dívidas e verificação de ativos. E então os empresários têm muito mais segurança para investir onde precisa ou fazer cortes necessários. Diminuição de erros Saber com precisão as operações relativas ao exercício da empresa vai dar outra dinâmica na gestão econômica e na movimentação financeira do seu cliente. Isso permite a redução de processos viciosos, erros tributários e falta de documentação adequada. Acontabilidade é uma parte crucial de qualquer empresa séria e deve ser encarada como tal. Profissionais especializados É comum que os empreendedores, especialmente de startups ou empresas recentes, acreditem que lidar com a contabilidade é um trabalho fácil. Mas o fato é que esse processo não é para iniciantes: ele exige um conhecimento muito mais específico de todos os processos que envolvem a área. Quando um dos chefes ou outro profissional da companhia acaba se preocupando em fazer a contabilidade, ainda há o risco de perder o foco e deixar de executar bem as funções que ele realmente foi designado para realizar. Processos otimizados Um software de contabilidade, ferramenta adotada atualmente em todos os escritórios contábeis, fará o gerenciamento e o controle das áreas financeiras, como a tributação e até da folha de pagamento, oferecendo agilidade, segurança e rentabilidade ao processo administrativo do seu cliente. Ele permitirá rapidez no processamento, mais segurança e é simples e fácil de usar. O programa também gera relatórios com o histórico de lançamentos, títulos a pagar, análise financeira e comparativa das contas e auxilia sobremaneira a escrituração fiscal e o cumprimento de obrigações. Como se não bastasse, ainda é pouco custoso e permite ao seu cliente economizar muito dinheiro que seria desperdiçado com a falta de conhecimento adequado. Esse capital pode ser investido no crescimento consciente e na melhor estruturação dos empreendimentos, dando um salto de qualidade nos produtos e serviços daquele negócio. Como você pode ver, não se preocupar com a contabilidade pode ser um tiro no pé dos empresários. Ter um balanço contábil propriamente esmiuçado permite muito mais consciência na hora de tomar decisões e decidir o futuro da empresa, portanto, é imprescindível que toda organização compreenda a importância dos serviços de um contador ou escritório contábil. Explique aos seus clientes o valor de um trabalho qualificado!   Fonte: Portal Contábeis

Prejuízo Fiscal: o que é?

empresas-poderao-usar-prejuizo-fiscal-para-quitar-debitos-com-a-uniao De acordo com a legislação tributária (Leis 8.981/95 e 9.065/95), a pessoa jurídica tributada pelas regras do Lucro Real poderá compensar “Prejuízo Fiscal” com seus resultados positivos, este é apurado na Demonstração do Lucro Real e registrado na EFD — que parte do lucro líquido contábil do período mais adições menos exclusões e compensações — e tem sua compensação determinado pela legislação do imposto de renda. Um exemplo prático de Prejuízo Fiscal: Depois de apurar o Resultado Contábil de uma empresa, devesse ajusta-lo com “adições e exclusões” do cálculo de IRPJ de valores que passaram pelo cálculo Contábil, mas que pela legislação tributária não são tributáveis como receitas ou não dedutíveis como no caso de despesas. Ajustado, suponha que pelo cálculo contábil o valor a pagar seja de R$200 de IRPJ, porém, pela apuração do IRPJ sobre todos os descontos que puderam ser efetuados, obteve-se um saldo de R$-100. Isso pode ser vantajoso para a empresa se for compensado nos próximos exercícios, como citado no exemplo acima é como se o Fisco devesse R$100 para o contribuinte. Observe, com todos os descontos dos quais a empresa pode se favorecer, obteve-se um saldo de RS100 para abater do valor na próxima vez que for pagar o IRPJ. É importante ter conhecimento de que pode ser compensado em cada exercício 30% do valor a ser pago de IRPJ, o restante do Prejuízo Fiscal fica guardado, sendo esse imprescritível. Note ainda, que se a empresa estiver em recuperação jurídica, a lei permite usar 100% do valor de Prejuízo Fiscal. Contudo, pode-se perceber que compensando o Prejuízo Fiscal na apuração do IRPJ uma empresa pode chegar a economizar 30% do valor a ser pago no Imposto de Renda.   Fonte: Administradores.com

8 dicas para se tornar financeiramente independente

teens-money Há quem diga que todos temos alguns objetivos de vida já pré-estabelecidos desde que nascemos – e que, um desses objetivos é conquistar a independência financeira o mais cedo possível. Que jovem não deseja terminar a faculdade e já ser capaz de se sustentar? Mas, para isso, qual caminho seguir? Tentar um emprego em uma boa empresa ou investir em algo novo e empreender? Jonathan Santos de Souza (24), sócio da agência Publicidade Popular juntamente com David Nudelman (23) resolveu seguir pelo segundo caminho - e deu certo. Hoje, cerca de dois anos depois da criação da Agência Publicidade Popular, Souza considera-se financeiramente independente – e resolveu compartilhar algumas das atitudes que fizeram com que esse objetivo fosse alcançado: 01. Nunca esteja satisfeito com aquilo que você já sabe: não pare de aprender, você será cobrado por conhecimentos que nunca imaginou buscar; 02. Tenha dois tipos de planejamento: um de longo prazo com uma visão ampla do negócio e vários de curto prazo com objetivos curtos e tangíveis; 03. Mude a visão que você tem sobre o dinheiro: encare-o como um meio de investimento e que terá um determinado retorno de acordo com a forma que será aplicado – ou seja, aplique-o de forma consciente; 04. Busque conhecimento sobre gestão financeira para entender a melhor forma de organizar sua empresa financeiramente e manter os controles necessários; 05. Separe o dinheiro empresarial do dinheiro pessoal: caso isso não seja feito, em algum momento você irá confundir e não saberá o que é seu; 06. Tenha uma conta empresarial em algum banco para facilitar acesso ao crédito; 07. Prepare-se para trabalhar muito e em qualquer horário; 08. Empreender é um caminho audacioso e exige coragem, paciência e persistência. Para grandes objetivos, como o empreendedorismo, devemos estar preparados para grandes sacrifícios.   Fonte: Administradores.com

Mudanças no Simples Nacional reforçam necessidade de planejamento tributário

servicos Com o término do prazo para a opção pelo regime do Simples Nacional, em 31 de janeiro, encerra-se também o período para as micros e pequenas empresas brasileiras, que hoje são a maioria expressiva das organizações do País, planejarem o ano tributário do seu negócio. Em 2015, o estudo dos números da empresa, a promoção de análises e projeções sempre recomendados antes da escolha pelo sistema simplificado de tributos, tornou-se ainda mais importante. Isso porque, com o início da vigência da Lei Complementar 147/2014, que contemplou um dos anseios do empreendedorismo nacional: a mudança do critério de adesão de atividade econômica para o de faturamento, as empresas podem tender a optar pelo Simples Nacional mesmo antes de saber se ele será o melhor regime para o seu negócio neste ano-calendário. O presidente do SESCON-SP, Sérgio Approbato Machado Júnior, adverte que muitas organizações que têm apenas agora a opção pelo sistema simplificado serão tributadas pelo recém-criado Anexo 6, que traz alíquotas mais pesadas, tornando o Simples Nacional inviável. “As empresas do setor de serviços devem ter cuidado redobrado para não aumentar a sua carga tributária”, destaca o líder setorial, ao lembrar a necessidade de o governo rever estes percentuais. ?Em tempo, a confirmação da opção pelos demais regimes tributários: do Lucro Real e do Lucro Presumido, se dá no ato do primeiro pagamento do imposto.   Fonte: Contabilidade na TV

6 dicas para acabar com o estresse no trabalho

homem-estressado O estresse atinge 70% dos executivos. As causas são variadas, desde o excesso de trabalho até o medo da demissão. Os profissionais precisam aprender a lidar com os estressores - as fontes de estresse. Saiba como você pode lidar com o estresse ou evitá-lo no ambiente corporativo. 1. Identifique a situação. Determinar se você tem ou não controle sobre uma situação de irritabilidade é o primeiro passo. Por exemplo, não é possível ter controle sobre o comportamento do outro. A partir daí, o profissional deve decidir se vai conviver com a situação ou fugir dela. No caso de a ocasião gerar muito desconforto, a alternativa pode ser mudar de área ou buscar uma nova oportunidade no mercado de trabalho. Se os seus valores e sonhos não condizem com os ideais da empresa em que trabalha, o melhor é procurar uma nova colocação. 2. Não aja por impulso, nem fique na defensiva. O profissional precisa identificar os sintomas do estresse. Quando eles aparecerem, é necessário adotar um comportamento racional. Em muitos casos, o profissional incorpora uma conduta defensiva por dificuldades em gerenciar o estresse, mas às vezes uma conversa com o chefe basta para solucionar o problema. 3. Administre o tempo. É preciso fazer pausas durante o expediente. De duas em duas horas, faça pausas de cinco minutos. Vá tomar um café, falar sobre o churrasco do fim de semana. O profissional deve ainda planejar o dia de trabalho, e considerar imprevistos. Quando surgirem, você terá de reorganizar suas tarefas. 4. Cuide da saúde. Profissionais que adotam um estilo de vida saudável se recompõem de situações estressantes mais rápido. A recomendação é dormir bem, alimentar-se adequadamente, praticar atividade física. Outra dica é o exercício de relaxamento, a respiração abdominal profunda, por exemplo, pode trazer conforto físico e tranquilidade emocional. 5. Trabalhe por “estímulo”. Mesmo que a atividade não provoque o prazer almejado, deve-se compreender que às vezes é necessário passar por etapas indesejadas para alcançar metas e objetivos. Por exemplo, um profissional que deseja ter sua própria empresa no segmento de vendas precisará passar pela experiência de vendedor, galgar o cargo de supervisor, talvez gerente. Ele vai necessitar de todo um background para conquistar a autonomia. 6. Dedique-se à vida pessoal. Cultive relacionamentos. Não deixe que a correria do dia a dia distancie você dos seus relacionamentos. Da mesma maneira, não pare de praticar ou de participar de tarefas que lhe são prazerosas.   Fonte: empregos.com.br

Padrão contábil vai alavancar ramo tributário

  stock-footage-happy-successful-businessman-with-tablet-computer-in-cafe O padrão contábil internacional, obrigatório na divulgação de informações financeiras (IFRS, na sigla em inglês), a partir deste ano, deve alterar também a apuração de impostos e impulsionar a demanda por especialistas tributários. De acordo com advogados ouvidos pelo DCI, já houve um aumento no volume devido ao prazo de adaptação ao novo modelo. Segundo eles, grande parte das normas foram publicadas apenas nos últimos meses. A tributarista Mary Elbe Queiroz, sócia do Queiroz Advogados Associados, destaca que a Lei 12.973/2014, que estipulou o fim do Regime Tributário de Transição (RTT), não tem nem um ano e a regulamentação dela pela da Receita Federal foi publicada apenas em novembro do ano passado. "As regras são muitas e são complexas. Acho que vão suscitar inquietudes", avalia. Segundo ela, apesar de o RTT ter começado em 2008, a transição se referia apenas à parte contábil, com a implementação do padrão internacional. Até então, a nova contabilidade não mudava a maneira de apurar impostos. Autuações O tributarista Edemir Marques, sócio do Marques de Oliveira Advogados, também observa que "apesar dos esforços" - envolvendo cursos e treinamentos - ainda existem muitas dúvidas. Na opinião dele, isso deve provocar uma maior demanda na área consultiva. "A postura da Receita deve ser muito mais no sentido de orientar do que de punir. Deve haver, por exemplo, atenção especial nas soluções de consulta", diz. Ele descarta a possibilidade de que haja um grande número de autuações por parte do fisco nesse primeiro momento da nova fase. Por consequência, há chance de que o atendimento na área de contencioso - ações em disputa na Justiça - fique fora de destaque. Daniel Loria, advogado do BM&A (Barbosa, Müssnich e Aragão), conta que a perspectiva em termos de volume de trabalho é muito boa para os tributaristas este ano. "O estudo de casos práticos vai tomar tempo de todo mundo. É diferente do que ocorria até ano passado, quando já havia certa sinergia com os assuntos. Agora é tudo novo", comenta. Mapeamento Segundo Loria, muitas empresas estão na fase de tentar compreender qual é o impacto das mudanças. Este serviço de mapeamento teria como objetivo identificar quais são as principais aplicações das novas regras para cada empresa. Para o advogado o segundo trabalho que está por está relacionado ao controle entre as demonstrações contábeis e fiscais. Isso porque o fisco quer saber detalhadamente como cada item do demonstrativo contábil é manipulado até a entrega. Loria explica que se um imóvel foi adquirido por R$ 500 mil, mas depois valorizou e passou a valer R$ 1 milhão, para fins fiscais o que vale é o primeiro valor. Já no demonstrativo fiscal, o que vale é o segundo valor. Agora, fica reforçada a exigência de que a diferença entre os demonstrativos precisa estar muito bem explicada por meio de sub-contas. "A palavra é rastreabilidade. A receita quer ir na contabilidade e enxergar de onde veio cada valor", conta. O advogado do BM&A comenta que a elaboração dessas sub-contas é muito trabalhosa. "Haveria demonstrativos com mais de 4 mil linhas, sendo necessária uma sub-conta para cada linha" . Loria acredita, porém, que o novo modelo só deve render autuações a partir de julho de 2016, quando as empresas terminam de entregar as obrigações referentes a 2015. "Mas para evitá-las é preciso se preparar desde agora." Ele ressalta que em certas operações, como fusões e aquisições, a decisão fiscal precisa ser tomada já. "Preocupa muito ter que decidir sem que a regulamentação esteja amadurecida", conclui o especialista.   Fonte: Contábeis