Receita Federal vai dispensar reconhecimento de firma e autenticação de documentos

Secretaria da Receita Federal informou que vai dispensar os contribuintes do reconhecimento de firma e da autenticação de documentos na solicitação de serviços ou na juntada de documentos em suas unidades de atendimento.

Segundo o Fisco, o objetivo da medida, que está sendo regulamentada por meio de portaria, é diminuir a burocracia no atendimento aos contribuintes, pessoas físicas e jurídicas.

"A inovação possibilitará maior rapidez e simplificação na relação entre o contribuinte e a instituição, na medida em que traz redução de custos diretos e indiretos atribuídos ao cidadão no processo de obtenção de serviços perante a Receita Federal", informou o órgão.

Com a dispensa de reconhecimento de firma, a Receita Federal informou que terão de ser apresentados os documentos originais de identificação dos intervenientes, permitindo a comparação das assinaturas.

"Da mesma forma, a apresentação de cópias simples de documentos, desde que acompanhadas de seus originais, possibilitará a autenticação do documento pelo servidor da Receita Federal ao qual forem entregues", acrescentou.

A Receita informou que continuará a exigir firma reconhecida somente nos casos em que a lei determine, ou se houver fundada dúvida quanto à autenticidade da assinatura.

Fonte: G1

O que é, para que serve e como fazer uma DRE?

Para manter uma empresa atualizada em um mercado tão competitivo, os empresários estão cada vez mais utilizando dos relatórios contábeis como suportes na tomada de decisão.

Entre eles, podemos destacar a DRE (demonstração do resultado do exercício), relatório que, além de ser obrigatório para a maioria das empresas, é essencial para os empresários, pois detalha a realidade do seu negócio.

No post de hoje, vamos te mostrar como fazer a DRE. Continue lendo!

O que é uma DRE?

A demonstração do resultado do exercício é um dos relatórios mais importantes que o contador deve elaborar. Nela, são utilizadas todas as contas referentes a receitas, custos e despesas da empresa para, só no fim desse cálculo, demonstrar a situação líquida do empreendimento. Lembrando que se pode demonstrar lucro ou prejuízo.

Normalmente, a DRE é elaborada em conjunto com o balanço patrimonial, pois faz parte dos relatórios contábeis obrigatórios no fim do exercício, mas nada impede que, para fins de gestão, esse relatório seja emitido conforme a necessidade do empreendedor.

Atualmente, perante nossa legislação, a maioria das empresas é obrigada a emitir esse relatório, tendo como exceção apenas o microempreendedor individual (MEI). Logo, percebe-se que, independentemente do tamanho da empresa, a DRE é fundamental.

Para que serve uma DRE?

Como já mencionamos, nessa demonstração são apresentadas todas as contas de resultado que tiveram movimentação durante determinado período. Dessa forma, o empreendedor tem uma visão mais detalhada de onde foi gasto seu dinheiro. Afinal, o principal objetivo do cálculo é demonstrar o resultado líquido do período, ou seja, a saúde financeira da empresa.

Porém, existem mais indicadores que podem ser avaliados analisando a DRE. Dessa forma, ela permite, aos gestores, tomarem decisões mais seguras e assertivas para o bom desenvolvimento das organizações. Veja alguns desses índices:

  • ticket médio (faturamento/número de vendas): demonstra que tipo de produto está sendo mais vendido;
  • margem de contribuição (faturamento – (custos variáveis + despesas variáveis)): representa quanto do lucro é destinado para pagar as despesas e os custos;
  • ponto de equilíbrio (custos e despesas fixas/margem de contribuição): demonstra quanto a empresa precisa vender para cobrir os gastos;
  • lucratividade (lucro líquido/faturamento): representa o ganho da empresa em relação ao faturamento total.

A demonstração do resultado do exercício é um relatório contábil simples, mas que permite, aos empreendedores, verificar diversas informações básicas, mas poderosas, para alavancar seus resultados.

Como montar uma DRE?

A forma de como a DRE deve ser apresentada pelas empresas é regrada pela Lei n° 6.404/1976, art. 187. Portanto, sua estrutura não deve ser alterada.

Outro ponto importante que é necessário ter atenção é quanto ao regime de competência, pois as receitas e despesas devem ser registradas pelo período em que aconteceram, e não pelo seu recebimento ou pagamento. Veja a estrutura de uma DRE:

  1. a receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os abatimentos e os impostos;
  2. a receita líquida das vendas e serviços, o custo de mercadorias e serviços vendidos e o lucro bruto;
  3. as despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das receitas, as despesas gerais e administrativas e outras despesas operacionais;
  4. o lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e as outras despesas;
  5. o resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão para o imposto;
  6. as participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados que não se caracterizem como despesa;
  7. o lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante por ação do capital social.

Agora que você já entende sobre a demonstração do resultado do exercício, entende a sua importância e sabe como fazer DRE, deixe seu comentário no post e compartilhe sua opinião sobre o assunto!

Fonte: Jornal Contábil

 

Como aplicar normas da contabilidade internacional em pequenas empresas

Respeitadas as particularidades das nossas empresas, será que as normas da contabilidade internacional podem ser aplicadas aqui? O condutor que se baseia nessas regulamentos deve considerar apenas a sua validade ou também a legalidade? Que benefícios práticos isso implica aos clientes? Essas são questões que iremos abordar neste artigo.

Quem faz as normas de contabilidade internacional

Quando o assunto é contabilidade internacional, você precisa conhecer duas siglas principais:

  • IFRS – International Financial Reporter Standard
  • IASB – International Accounting Standards Board

A primeira delas diz respeito aos regulamentos internacionais de contabilidade publicados pela segunda, que é uma espécie de comitê mundial de normas contábeis.

Entre outras atribuições, a IASB é responsável não apenas pela publicação, mas também a revisão e a atualização daquilo que se defende como padrão internacional para um relatório financeiro contábil. É uma espécie de guia para contadores aplicarem em empresas de todos os portes.

Você certamente já ouviu falar sobre contabilidade internacional, IFRS e IASB, ao menos na graduação em Ciências Contábeis. Mas talvez esteja se perguntando agora sobre a relevância, validade e legalidade de suas normas. É sobre a aplicação delas nas empresas brasileiras que iremos falar no próximo tópico.

Normas IFRS: sou obrigado a segui-las?

Quando falamos das normas IFRS, estamos nos referindo a boas práticas aceitas em todo o mundo. Isso não significa, porém, que basta aplicar regulamentos da contabilidade internacional para ter resultados efetivos. Então, vamos entender os aspectos práticos das normas por três pontos de vista.

Sobre a obrigatoriedade

Em termos de legislação, há publicações que abordam a questão, a começar pelo Código Civil Brasileiro – Lei 10.406/2002. As leis 6.404/76 e 11.638/07 também merecem ser consultadas a esse respeito.

Mas como elas têm disposições direcionadas em sua maioria a grandes empresas, isso gera falta de consenso quanto à aplicação da contabilidade internacional em pequenos negócios.

É também por isso que uma atitude inteligente do contador é consultar a Resolução 1.255, publicada em 2009 e revisada em novembro de 2016 pelo Conselho Federal de Contabilidade(CFC).

Ela estabelece a NBC TG 1000 – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. A norma tem como base a IFRS for SMEs do IASB, cujo texto aprova práticas contábeis a adotar em estabelecimentos de menor porte.

Sobre a validade

Mais do que o aspecto obrigatório de aplicação da contabilidade internacional em pequenas empresas, vale questionar sua validade.

Embora, na rotina dos escritórios, as demandas costumam ser de total conhecimento e domínio de contadores, eventualmente, pode surgir uma questão de difícil solução. Nesses casos, ao se basear em regulamentos internacionais, o profissional conta com subsídios bastante úteis.

A questão é menos sobre imposição e muito mais sobre utilizar as normas IFRS para melhorar a empresa do cliente. Assim, não pode o contador se abster de conhecer tais regulamentos para se tornar um profissional ainda mais completo.

Sobre a relevância

Em julho deste ano, representantes do CFC estiveram na Suíça, participando de um evento internacional a respeito da aplicação das normas na contabilidade pública. De fato, para o contador que tem nesse o seu campo de atuação, os regulamentos aceitos em todo o mundo se tornam ainda mais relevantes. Afinal, atendem empresas obrigadas a realizar a prestação de contas.

Mas será que pequenas empresas, muitas vezes desobrigadas a cumprir as mesmas exigências das maiores, têm a ganhar também ao seguir as práticas da contabilidade internacional?

Para responder, basta refletir como as demonstrações financeiras desse perfil de empresa contribui para seus negócios. Sobre esse aspecto, parece inegável que há benefícios em sua relação com o mercado externo. Afinal, o uso de normas IFRS confere maior credibilidade aos resultados na visão de investidores, instituições financeiras, clientes e fornecedores.

A contabilidade internacional em pequenas empresas

O contador que tem nas pequenas empresas o perfil principal de cliente sabe que, por vezes, enfrenta resistência do empreendedor. Mas a falta de conhecimento dele não deve servir de obstáculo. É dever do profissional contábil mostrar como a adoção de determinadas práticas resulta em benefícios diversos.

Como lembramos antes, uma boa contabilidade pode fazer toda a diferença na hora de atrair investidores, assim como ao se relacionar com fornecedores e clientes. Mas talvez seja ao buscar crédito no mercado que tais vantagens apareçam de forma mais clara ao empresário.

O que as normas de contabilidade internacional objetivam é justamente a construção de elementos que evidenciem a realidade financeira da empresa e que eles sejam bem aceitos pelo mercado. E quando se fala em credibilidade e confiabilidade, a sigla IFRS produz um inegável efeito positivo na avaliação realizada pelas instituições financeiras.

Mas não é apenas o “selo” internacional que ajuda a empresa ao necessitar de empréstimos. A sua capacidade de pagamento é geralmente comprovada a partir de documentos desenvolvidos pelo contador. Estamos falando do balanço patrimonial e do DRE (Demonstrativo dos Resultados do Exercício).

É através de instrumentos como esse que a empresa atesta a sua saúde financeira ao mercado, a solidez de seus negócios e a eficiência de seu modelo de gestão.

Tais informações funcionam como um diferencial importante, se valendo do que versam as normas de contabilidade internacional para a sua construção. Vai muito além do fluxo de caixa e, portanto, concede uma nova visão do mercado a respeito da empresa do cliente.

E qual seria o principal benefício para ele nessas situações? Maior facilidade na liberação de crédito, menores juros e condições mais vantajosas de pagamento, tanto junto aos bancos quanto aos fornecedores. Isso sem falar no ganho em atratividade da empresa aos olhos de investidores.

Mostre o valor da contabilidade internacional ao cliente

Um contador que se mantém por dentro das normas e avanços da contabilidade internacional se posiciona, cada vez mais, como um profissional interessado em oferecer soluções aos clientes.

Como vimos neste artigo, mais do que uma exigência, seguir por esse caminho é indicado pelo benefícios que gera ao escritório. Se você se interesse em agregar valor aos seus serviços, esse é um conhecimento que não tem preço.

Fonte: Jornal Contábil

EIRELI: como abrir uma empresa individual de responsabilidade limitada?

Abrir uma empresa é o sonho de diversas pessoas. E uma dúvida que perdura o empreendedor na hora da abertura é “Qual modalidade escolher?”. Existem diversos enquadramentos de empresas e, antes de saber qual é a melhor opção para o teu negócio, é necessário conhecer um pouco de cada um.

Pensando nisso, fizemos uma série de posts para te ajudar a entender cada formato. O primeiro deles é o EIRELI – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. Vamos aos principais pontos que você precisa saber sobre esse enquadramento.

O que é uma EIRELI

Com certeza você já ouviu esse nome mais de uma vez, mas você sabe o que é Eireli? Essa sigla corresponde ao termo Empresa Individual de Responsabilidade Limitada.Vamos destrinchar esse conceito para você compreender melhor o significado.

Empresa é toda atividade econômica organizada para uma finalidade lucrativa; individual, pois, nesse caso, é composta por um único empresário; e de Responsabilidade Limitada, pois o patrimônio do sócio não se confunde com o patrimônio da pessoa. Isso merece especial atenção!

Patrimônio do Empresário X Patrimônio da pessoa física

O principal benefício que faz muitos empreendedores migrarem do EI (Empreendedor Individual) para a EIRELI, é justamente a diferenciação do patrimônio.

Diferentemente da MEI, a EIRELI é uma pessoa jurídica com patrimônio à parte. Ou seja, digamos que Joaquim crie uma empresa chamada AB. Se esta empresa (AB) tiver uma dívida, a dívida deverá ser cobrada da pessoa Jurídica, será cobrada da AB. Se a empresa não possui patrimônio diverso (como acontece com o MEI), a dívida será cobrada do titular da empresa.

Nome Empresarial

Outro ponto importante a ser analisado é o nome empresarial. As empresas costumam possuir ao menos dois nomes, o nome fantasia e o nome empresarial.

O nome fantasia pode ser escolhido livremente (dentro dos limites legais), enquanto o nome empresarial, no caso da EIRELI, deve constar, obrigatoriamente, o nome EIRELI.

De acordo com o Código Civil, art.980-A, §1°, o nome “deverá ser formado pela inclusão da expressão “EIRELI”, após a firma ou a denominação social da empresa individual de responsabilidade limitada”.

Ou seja, no caso da empresa do Sr. Joaquim, a empresa terá o nome empresarial de AB EIRELI. Embora seu nome fantasia possa ser somente AB.

A diferença está no fato de que o nome empresarial é o nome presente em contratos, enquanto o nome fantasia é o nome aparente ao público, geralmente escolhido por questões de marketing e publicidade.

Obrigações Comuns à Sociedade

a) deve arquivar seus atos constitutivos na Junta Comercial;

b) pode requerer e ter decretada a falência;

c) é possível solicitar pedido de recuperação judicial;

d) pode ter a exploração do ponto empresarial em imóvel alugado, assegurada pela renovação compulsória do contrato de locação;

e) o estabelecimento empresarial pode ser negociado.

Como abrir uma EIRELI

Para abrir uma EIRELI, o procedimento é um pouco mais complicado que a abertura da MEI, no entanto, ainda é um processo relativamente fácil.

Requisitos

Assim com as outras formações empresariais (Empreendedor Individual e Sociedade), a EIRELI tem uma série de requisitos.

  • Uma empresa por pessoa

No Código Civil, Art. 940-A, §2° “a pessoa natural que constituir empresa individual de responsabilidade limitada poderá figurar em uma única empresa dessa modalidade”. Assim, fica claro que cada pessoa natural (pessoa física) pode constituir somente uma EIRELI.

  • Faturamento Mínimo Necessário

Para criar um empreendimento como EIRELI, é preciso ter um capital social de 100 vezes o valor do salário-mínimo no momento do registro da empresa.

Como benefício, ao contrário da MEI que tem a limitação de até R$ 60.000,00 por ano, a EIRELI não encontra essa limitação.

  • Contador

O contador se faz necessário, pois será responsável pela escrituração contábil de sua empresa, registro de livro, entrega de obrigações fiscais, emissão do Decore (Declaração de Comprovação de Rendimentos) e etc.

  • Advogados

Ao constituir a empresa, no geral, faz-se obrigatória a assinatura de advogado, com indicação do nome completo e número da inscrição na OAB.

Em alguns casos, a presença do advogado é desnecessária, como nos casos em que a empresa é enquadrada como Microempreendedor (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP).

Qualquer empresa pode emitir notas fiscais – essa atividade só depende de que a organização possua o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Portanto, EIRELI também pode emitir notas fiscais.

Tributos Incidentes

Quanto aos impostos incidentes, a EIRELI pode optar pelas diversas formas tributação, de acordo com o porte da empresa e o ramo de atividade.

A forma mais benéfica, quando possível, costuma ser a opção pelo simples nacional, que, aliás, pode ser aderida pela EIRELI.

Fique atento aos nossos posts, em breve falaremos dos demais enquadramentos para você conhecê-los e saber um pouco mais sobre cada um antes de optar pelo modelo em que vai abrir sua empresa. 

Fonte: Jornal Contábil

Confira o passo a passo para abertura de empresas MEI, ME ou EPP e LTDA

Informações cruciais para abertura de três tipos de empresa:

MEI (microempreendedor individual), ME(microempresa)/EPP(empresa de pequeno porte), LTDA (limitada) Começaremos pelo MEI(microempreendedor individual) que a modalidade a qual tem um incentivo por parte do governo federal em não alterar a taxa do pagamento do DAS, que corresponde a 5% do salário mínimo, desde que a receita mês não varie acima dos R$ 5.000,00 e os R$ 60.000,00 ano.

De que forma pode abrir esta modalidade de empresa, segue o passo-a-passo:

1) A documentação do futuro empresário completa:

– RG, CPF, Comprovante de Residência, Título de Eleitor, Comprovante do ponto comercial (se for diferente da sua residência), Última Declaração de Imposto de Renda, e por último, as atividades que o empresário exercerá na sua empresa  e o nome fantasia.

2) Entre no portal do microempreendedor individual e preencha as informações que vão sendo solicitadas nas referidos espaços.

Obs: Lembrando que esta modalidade de empresa só pode ter um funcionário e as taxas para contratação do funcionário tem seus benefícios.

Para abertura de ME (microempresa) ou EPP (empresa de pequeno Porte), que são empresa de porte maiores, significa que o receita anual é acima de R$ 60.000,01 até o limite de R$ 3.600.000,00, outro detalhe é que ambos ME ou EPP podem ter mais de um funcionário e precisam de uma contabilidade mais adequada e adaptada as rotinas desse grupo de empresas.

De que forma posso abrir esta modalidades de empresa? Veja aqui:

1) A documentação do futuro empresário completa:

– RG, CPF, Comprovante de Residência, Titulo de Eleitor, Comprovante do Ponto comercial se for diferente da sua residência, Última Declaração de Imposto de Renda, por ultimo as atividades que o empresário exercerá na sua empresa  e o nome fantasia.

2) Em posse de todas estas informações, baixa-se o programa requerimento do empresário das referidas junta comercial de cada município, e inicia-se o preenchimento.

3) Após termino do preenchimento checar todos os códigos e todas as informações do empresário, transmite-se as informações para junta de sua região.

4) Depois de enviado imprima a documentação (4 vias do requerimento e 3 vias do porte) prepare uma capa que também é fornecida no portal da junta comercial do seu município.

5) Se já for integrado a junta de sua região com a receita federal, prepare o DBE, que atualmente para preparar deve-se baixar o 3.6 da receita federal e o Receitanet.

6) Preencher  o 3.6 idêntico a preenchida no requerimento do empresário.

7) Demora em média 2 dias para sair o DBE após envio, quando sair o DBE, reconheça a assinatura do empresário no DBE e pronto você esta pronto para levar os documentos nos referidos órgãos.

Empresa LTDA (limitada) ao contrário do empresário individual em uma empresa e/ou pessoas 2 ou mais pessoas que se unem para formar uma empresa.  Não tendo limite para o capital social.

De que forma posso abrir esta modalidades de empresa, segue o passo-a-passo:

1) A documentação do futuro empresário completa:

– RG, CPF, Comprovante de Residência, Título de Eleitor, Comprovante do Ponto comercial se for diferente da sua residência, Última Declaração de Imposto de Renda, por ultimo as atividades que o empresário exercerá na sua empresa e o nome fantasia. (de todos)

2) Prepara-se o contrato social com as devidas cláusulas;

3) Faz-se pesquisa se existe nome parecido;

4) Preenche a ficha de FCN, preparar a capa;

5) Entrega-se o processo na junta comercial, no caso, se for LTDA.

Cabe aqui dizer que estas informações são de uma singularidade do que é na pratica o processo, porém, para quem tá começando no ramo dos serviços contábeis é uma ajuda muito grande, então não fique pensando no que as pessoas vão achar. Lembre-se que todo mundo já começou algo um dia.

 

Fonte: Jornal Contábil

7 dicas para ajudar a melhorar a área de contabilidade

Você já se perguntou como é possível melhorar a área de contabilidade? Tanto para que o escritório cresça quanto para que os clientes consigam melhores resultados é fundamental investir nesse segmento tão importante.

Sendo assim, nada melhor do que conferir dicas que, partindo de uma melhora do ambiente interno, permitem que o setor se desenvolva e alcance objetivos cada vez mais significativos. Ficou curioso? Então não perca tempo e confira 7 dicas que preparamos!

1. Realize um planejamento

Toda mudança precisa começar com uma análise bem-feita do momento passado e a definição de estratégias para a ação. Assim, é preciso planejar antes de agir. Um escritório de contabilidade faz isso o tempo todo para otimizar a gestão de clientes, mas muitas vezes deixa de fazer para o próprio negócio.

Nesse aspecto, nada é mais válido do que considerar a realização de um planejamento anual também para o escritório. Isso começa com a definição clara de objetivos a alcançar para que, em função deles, as mudanças necessárias sejam feitas internamente.

Você pode fazer uma pesquisa de mercado para identificar as possibilidades presentes, bem como as ações da concorrência. Com uma boa análise, você poderá tomar decisões mais acertadas ao longo do ano.

2. Treine sua equipe

Nunca deixe de oferecer treinamentos periódicos para seus funcionários. A cada começo de ano, ou até mesmo em momentos em que sua equipe parecer estar parada no tempo, é sempre pertinente considerar a realização de um treinamento.

Considere os resultados da gestão para definir o foco da capacitação. Dessa forma você pode trabalhar desde a revisão das informações relativas ao escritório e clientes, passando pelos procedimentos, até a definição de novas estratégias e resultados.

Em caso de problemas com questões tributárias, trabalhistas, entre outras, procure focar o treinamento nestes itens para garantir a correção de rotas antes que as dificuldades se acentuem. Essa prática deve ser adotada anualmente ou sempre que necessário. Ela ajuda a reciclar conhecimentos e aumentar a produtividade da equipe.

3. Invista em capital intelectual

Muitas vezes as empresas dos mais diversos segmentos deixam de investir em profissionais qualificados para fazer economia. Esse é um erro grave, pois, ao acumular funcionários comuns em sua equipe é bem provável que qualquer ação movida pela concorrência seja o suficiente para derrubar seu negócio. E isso vale também quando o assunto diz respeito a escritórios de contabilidade.

Para prestar serviços diferenciados, não deixe de contar com profissionais capacitados, com experiência reconhecida dentro do mercado. Eles podem aperfeiçoar a realização das tarefas diárias, trazendo qualidade e resultados mais relevantes.

Nesse sentido, além de contratar profissionais de bom nível, procure também desenvolver programas de formação. Assim, você pode investir em pessoas que já trabalham com você e moldá-las de acordo com as necessidades da gestão. Cursos especializados, por exemplo, podem ajudar a transformar colaboradores promissores em verdadeiros especialistas em sua área.

4. Fique atento à tecnologia voltada para a área de contabilidade

Quer ver o seu escritório ganhar em produtividade em curto prazo? Comece a investir em recursos tecnológicos. Atualmente o que não faltam são soluções voltadas para serviços contábeis. Sendo assim, se você não estiver atento, saiba que sua concorrência certamente estará. Portanto, não deixe que seus clientes se encantem por algo que você também poderia oferecer, mas que negligenciou.

 

Softwares de otimização de processos, por exemplo, garantem maior agilidade e excelente relação custo/benefício. Além disso, é preciso considerar também o impacto que a tecnologia tem no atendimento ao cliente. Com recursos como o FAQ, já é possível disponibilizar para o cliente uma série de perguntas e respostas com as dúvidas mais comuns envolvendo os serviços das empresas.

No caso de um escritório de contabilidade isso permite ganhar tempo. Isso porque uma vez que ao poder tirar suas dúvidas no site, o cliente não precisa mais fazer uma ligação e ocupar o tempo de um dos funcionários para sanar inquietações que anteriormente outros clientes já tiveram e que foram devidamente solucionadas.

5. Encontre seu segmento específico

Empresas podem atuar em diferentes tipos de segmentos. Existem redes de mercado, supermercado, hipermercado, e muito mais. A divisão existe porque ela é útil para cada empreendimento. Sendo assim, se você está adaptado a trabalhar com quem quer que seja, então saiba que existe uma maneira muito simples de fazer com que seu escritório cresça mais em menos tempo: é por meio da segmentação.

Procure se concentrar em um nicho específico de mercado. Isso permite não apenas melhorar o desempenho de sua equipe aumentando o nível de especialização dela em determinado departamento, mas também dar ao cliente uma segurança maior na hora de fechar negócio com você.

Pense bem: entre contratar uma empresa que oferece serviço genérico e outra que atua especificamente na resolução de seu problema, qual delas seria sua melhor opção?

Ser um especialista gera confiança das pessoas e isso permite ótimos resultados, pois mesmo em tempos de crise os especialistas continuam sendo solicitados enquanto os generalistas não. Sendo assim, defina um nicho de mercado e qualifique sua equipe para atuar exclusivamente dentro dele.

6. Trabalhe em função de um diferencial

Para se especializar em determinada área é importante encontrar um diferencial. E para isso, é preciso novamente ressaltar a importância de um planejamento adequado.

Conhecendo as características do mercado, de seus atuais clientes e seu público-alvo, além de entender exatamente o que seu escritório tem de ponto forte e fraco, é possível definir uma estratégia perfeita para realinhar a atuação da equipe e assim apresentar algo que ninguém mais tem, o chamado diferencial.

A ideia é mostrar que o seu escritório é o mais qualificado para encontrar soluções seguras para problemas de clientes e oferecer o desempenho que eles desejam.

7. Acompanhe as tendências da área contábil

Ficar de olho em tudo o que acontece no mundo da contabilidade permite a você identificar tendências. Isso é importante porque faz com que o seu escritório esteja sempre um passo adiante no sentido de incorporar inovações antes da concorrência.

Assim, sua equipe não fica parada no tempo e os treinamentos podem ser realizados sempre em função de oferecer novos diferenciais para o cliente e não para recuperar o tempo perdido devido a problemas.

Fonte: Jornal Contábil