5 lições que o empreendedor só aprende depois de falir

Mature-Businessman-Thinking As contas podem ter apertado. Os clientes podem ter trocado de loja. Seu sócio pode ter sumido do mapa. Os motivos são vários, mas o sentimento é o mesmo: a experiência de um negócio próprio falido sempre é traumática. E este é um quadro que ficou ainda mais aparente neste ano, marcado pela crise econômica. Porém, Joaquim Xavier, gerente do Sebrae/SP, tem uma visão categórica dessa experiência: seu negócio pode morrer, e isso não é o fim do mundo. O que não pode minguar é sua vontade de empreender. "Uma das características mais importantes do empreendedor é a persistência, o que é diferente de burrice: você insiste naquilo que você comprova que tem chances de dar certo." Apesar desse conselho, infelizmente não há uma fórmula fácil para que o empreendedor se motive a abrir um novo negócio após um tombo. Mas algo pode servir de consolo e de inspiração: boa parte dos donos de negócios de sucesso faliram mais de uma vez até obterem resultados. “Muitos empreendedores aqui no Brasil têm vergonha de ter falido ou fechado ou negócio, e criam histórias para amenizar a situação. É preciso falar nisso de uma forma mais aberta”, afirma Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora. “Culturas mais maduras quanto ao empreendedorismo, como o Vale do Silício e Israel, procuram empreendedores que já tiveram uma experiência negativa, justamente porque isso os faz mais preparados para o novo empreendimento.” Por isso, não pense que a falência é o fim da sua carreira de empreendedor. Pelo contrário: acredite no seu potencial. “O grande diferencial que o empreendedor possui é seu entusiasmo: é isso que o coloca à frente no mundo dos negócios”, completa Frederico Vidigal, professor de estratégia empresarial do Ibmec/MG. Ainda não está convencido de que você pode empreender, mesmo tendo falido? Confira, a seguir, algumas lições que você pode aprender com essa experiência – e que mostram como você já se tornou um empreendedor melhor do que antes: 1. Você não comete mais erros de principiante Depois da falência, o primeiro passo é conhecer as razões pelas quais o negócio chegou a esse ponto: faltou identificação com a ideia inicial, não houve uma boa comunicação com o cliente ou foi uma questão de falta de técnica em gestão? “Cair faz parte de uma carreira de sucesso como empreendedor - nenhum dono de negócio tem 100% de acerto", diz Vidigal, do Ibmec/MG. "Agora, é a hora de rever os erros que você cometeu. Assim, você se levantará ainda mais forte." 2. Você ganha uma visão mais clara e técnica sobre negócios O primeiro negócio costuma ser permeado por uma visão romântica sobre o que é empreender. Isso, infelizmente, também pode gerar uma falta de atenção quanto às complicações da operação de uma empresa. “Muitos empreendedores começam o negócio pela paixão e pelo entusiasmo, mas não estão preparados. E, hoje, o cliente é ainda mais exigente, porque tem acesso às informações de uma forma muito rápida e barata. É preciso sempre estar disposto a adaptar seu negócio”, afirma Vidigal. Quem acaba se apegando muito à ideia e coloca obstáculos a inovações pode falir. Apesar dos pesares, com isso o empreendedor ganha uma visão mais objetiva sobre a realidade do mundo empresarial. “Essa experiência dá uma espécie de armadura ao dono do negócio. Agora, ele olha para a empresa de uma forma mais técnica, por meio de um conhecimento de dia a dia muito mais efetivo do que qualquer teoria”, explica Fontes, da Rede Mulher Empreendedora. 3. Você sabe do risco (e o encara com planejamento) Por trás de todo empreendimento existe risco. Para muitos empreendedores de primeira viagem, porém, essa afirmação só fica mais clara após o negócio passar por dificuldades - seja por conta de fatores da própria empresa seja por questões mais externas, como a situação econômica. "O dono de negócio não coloca na ponta do lápis quais obstáculos sofrerá. Dessa forma, não consegue pensar em como superar as dificuldades, que certamente virão. É como entrar em um ônibus sem saber qual o destino", afirma Xavier, do Sebrae/SP. "É importante ele ter essa percepção de risco no seu DNA, fazendo um planejamento." Para seu próximo negócio, você já saberá como calcular bem todos os riscos envolvidos no empreendimento – e, principalmente, se possui recursos suficientes para transformar o risco impensado em um risco calculado. “O empreendedor aprende não só a fazer análises de risco, mas também a fazê-las constantemente ao longo da trajetória do negócio", completa Vidigal. 4. Você aprende a escolher melhor seus próximos parceiros Escolher um bom parceiro de negócio é fundamental para que sua empresa tenha sucesso (veja como escolher o sócio ideal). Da mesma forma, um dos grandes fatores de fechamento das empresas é uma sociedade que não deu certo, afirma Fontes, da Rede Mulher Empreendedora. Depois de falir, o empreendedor pensa com mais cuidado sobre essa questão – especialmente se, na primeira sociedade, ele escolheu o parceiro apenas por ser um amigo ou parente, por exemplo. “Ele passa a buscar sócios que sejam mais complementares ao perfil dele, que realmente supram suas deficiências.” 5. Você olha mais para o mercado e menos para seu próprio umbigo Esta lição está muito relacionada com a paixão que o empreendedor sente pelo seu primeiro negócio, que já citamos anteriormente: muitos empreendedores vão à falência porque olham para a empresa, quando na verdade deveriam estar analisando o mercado em que se inserem e tomando informações. Com isso, em pouco tempo ele pode não ser mais tão competitivo. "Com a reflexão, o empresário percebe que precisa mudar quando o mercado muda – ou seja, constantemente. Não adianta culpar o concorrente ou o governo por conta da sua própria falência", afirma Xavier, do Sebrae/SP. "Muitas vezes, você próprio não fez a lição de casa." O empreendedor deve fazer constantemente o chamado benchmarking: uma avaliação comparativa de sua atividade. “Após a falência, ele aprende a buscar conteúdos novos: o empreendedor olha seus concorrentes, seus fornecedores e até mesmo seu próprio cliente, que é a maior fonte de dados possível”, completa Vidigal, do Ibmec/MG. Fonte: Exame.com

Como manter clientes satisfeitos em seu escritório contábil?

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Aumentar a satisfação do cliente é benéfico para qualquer negócio; afinal, isso potencializa a fidelização e pode levar a novas vendas. No entanto, são poucos os que conseguem implementar iniciativas capazes de cativar o público com eficiência e proporcionar oportunidades inéditas.

Para alcançar esse objetivo, uma característica é fundamental: empatia. Colocar-se no lugar do seu cliente é um excelente começo para ver sua empresa com outro olhar e, dessa forma, identificar falhas que comprometem vendas e oportunidades para mais sucesso.

Quer saber como fazer isso? Então confira esses 6 passos para manter a satisfação do cliente alta:

Vá além do básico

Você oferece para os seus consumidores as mesmas facilidades que os seus concorrentes? Uma excelente estratégia para aumentar a satisfação do cliente é superar as suas expectativas. Ao se contentar a fazer tudo sempre da mesma forma, você corre o risco de não fidelizar e não contar com atrativos para conquistar novos clientes.

Fique na crista da onda

Você costuma sempre estar correndo atrás do que os seus concorrentes estão fazendo? Então o sinal de alerta precisa ficar ligado. Toda empresa tem que ter tempo reservado para captar ideias inovadoras e trazer novos produtos e serviços. Isso aumentará a satisfação do cliente e garantirá um lugar competitivo no seu mercado.

Descomplique processos

Coloque-se no lugar dos seus clientes e sinta como é a experiência de compra na pele deles. Quais são as etapas mais complicadas ou desnecessárias? Dificuldades em compreender certas características dos seus produtos ou serviços podem comprometer aquela venda. Reformule seus processos para que sejam mais amigáveis e alinhados às expectativas do seu público.

Capriche no pós-venda

Assim como proporcionar uma experiência de compra positiva é essencial, também é importante garantir que tudo o que acontece depois disso seja agradável. Aliás, é no pós-venda que você tem mais chances de usar a satisfação do cliente para assegurar mais negócios futuramente. Tenha um sistema robusto de atendimento e invista em processos ágeis para que mesmo as ocorrências negativas rapidamente se tornem positivas.

Crie um programa de fidelização

Por que um cliente continuaria comprando de você? Programas de fidelização são excelentes maneiras de conquistar maior satisfação do cliente ao mesmo tempo em que garantem novas compras. Leve em consideração o perfil da sua audiência e de que maneira essas pessoas interagem com os seus produtos. Um bom programa de fidelidade não oferece barreiras, e sim facilidades para gerar mais negócios.

Dê tratamento personalizado

Ninguém gosta de ser tratado como qualquer um. Cada cliente seu tem um histórico particular que precisa ser levado em consideração na hora de tentar conquistar um upsell. Portanto, no contato com cada cliente, levante todos os dados estratégicos ao seu alcance para personalizar o atendimento e o relacionamento, como compras realizadas e antigos contatos com a empresa. Ele precisa se sentir único e especial!   Fonte: Jornal Contábil

Quanto custa um cliente para uma empresa contábil?

Mature-Businessman-Thinking A sistemática do chute ainda é, infelizmente, usada para definir o preço do honorário contábil. Ao deparar-se com a necessidade de apresentar um orçamento para num prospect (possível novo cliente), o empresário contábil percebe que não há uma fórmula segura para definir o preço. Uma das formas adotadas é telefonar para colegas e perguntar o preço praticado para uma empresa de configuração tal, informando o ramo de atividade, o regime tributário, o número de empregados e outras informações. Com base nisso, toma a decisão do preço ainda um tanto receoso. Friso que isto é perigoso, pois pode ser que aquele preço pode gerar lucro para o seu colegas, mas não garante que você terá lucro.Se o prospect considera o preço bom, assina o contrato e passa a integrar a carteira de clientes. Porém, em muitos casos, o empresário contábil dificilmente saberá se este cliente está dando lucro ou prejuízo. É impossível fazer qualquer tipo de conta que demonstre com clareza os custos se estes não forem apurados. Ou seja, é necessário utilizar parâmetros que determinem com exatidão quanto há de custo em cada cliente. Sabemos que clientes parecidos (tamanho, regime tributário, número de funcionários etc.) não implica no mesmo custo para a prestação dos serviços. Clientes parecidos normalmente são bem diferentes em relação à organização e isto é fundamental para que o serviço seja realizado de forma rápida e segura. Na atualidade, o tempo de execução pode ser reduzido significativamente com a automatização das tarefas implantas em softwares. O tempo é fundamental para o custeio. Em média, o custo dos softwares é baixo, tem alta produtividade e excelente nível de acerto, já a mão obra tem custo muito superior e margem de erro elevada. Considero indispensável a medição do tempo dos empregados quando estão atuando nas diversas tarefas dos clientes. Esta medida pode dar a impressão de ser difícil ou necessitar da contratação de um cronometrista para atuar em tempo integral na marcação do tempo por tarefa e por cliente. Nada mais equivocado. Basta contratar um software – hoje há vasta gama de modelos específicos para as empresas contábeis. A cronometragem tornou-se uma tarefa simples. Na minha empresa adoto o controle do tempo desde 2010 e posso garantir que é uma ferramenta importante para contribuir na tomada de decisão. Quanto custa o cliente? A resposta deve estar na palma da sua mão, mas exige implantar a metodologia. Não importa o modelo do software, o importante é escolher e utilizar um. Se você ainda não se convenceu, escreva-me e conte sua dúvida ou dificuldade, pois quero ajuda-los. Fonte: Portal Contábil Buscando softwares voltados para o setor fiscal ou pessoal? Acesse www.siegsolucoes.com.br e conheça nossas ferramentas!

Conheça os 4 principais tipos de devedores e como cobrá-los

licensed-money-lender17 Com a paralização econômica que vivemos, muitas empresas se encontram com um grande problema em suas áreas financeiras, que é a alta da inadimplência dos consumidores. Contudo, esse problema leva a um outro, como cobrar corretamente o cliente sem que se ocasione problemas no relacionamento e em futuros negócios? Nesse momento é necessário um pensamento lógico, conhecendo a fundo quem está devendo e traçando uma estratégia para receber esses valores ou até mesmo buscar medidas legais. Por esse motivo, primeiramente, acho relevante detalhar os quatro perfis dos devedores que mais observo no mercado. São eles: Devedor viciado: muitas vezes não possui nem mesmo problemas financeiros, porém, seu subconsciente sempre faz com que atrase os pagamentos, seja para se prevenir de imprevistos ou por outros motivos. Contudo, esse pode até pedir para renegociar os juros, mas sempre pagará; Devedor ocasional: é o consumidor que busca sempre manter as contas em ordem, tendo sempre a intenção pagar, entretanto, por motivo da ocorrência de algum problema, não conseguiu arcar com o compromisso. Geralmente ficam muito irritados quando cobrados, eles não pensam que são devedores e se acham injustiçados, afinal sempre pagaram. Sendo necessário muito cuidado para não desgastar a relação; Devedor negligente: é muito comum, pois representa o consumidor que não possui sua vida financeira organizada, assim, facilmente deixará de pagar suas contas por ter esquecido. Assim, nesse caso o papel do cobrador é o de lembra-lo de seus compromissos. Contudo, as negociações tendem a ser mais complexas pois, como nunca se preocupa com suas obrigações, são vítimas constantes de dificuldades financeiras e de eventos imprevisíveis, nesse caso é necessário estabelecer acordos bem claros com ferramentas para alertar o devedor sobre prazos de pagamentos.
Mau pagador: esse é um grande problema para quem faz a cobrança, pois ele sabe que deve, já tem esse fato como uma constante em sua vida, mas mesmo assim se recusa a pagar, se esquiva do cobrador de todas as formas, inventa desculpas, desaparece, não está preocupado com o seu nome. Esses casos devem ser tratados de forma mais enérgica, com uma cobrança mais intenção e indo até as últimas consequências legais. Lembrando que dificilmente esse será um consumidor interessante, pois, de que adianta vender se terá que realizar uma maratona para recebe? Lógico, que esses padrões são variantes, principalmente em tempos de crise, por este motivo existem alguns procedimentos básicos a serem seguidas para facilitarem nas cobranças e minimizar desgastes. Primeiramente, sempre que acontecer o atraso, ligue e mande e-mail no dia seguinte pedindo “ajuda” para localizar o pagamento que não entrou, peça para o cliente enviar o comprovante para “facilitar” a procura. Se não tiver uma resposta em dois dias, ligue cobrando gentilmente, explicando que precisa receber os valores em aberto, e o quanto são importantes para o dia a dia da empresa, cobre do cliente uma posição efetiva, por exemplo: vou pagar dia tal, e envie e-mail pedindo confirmação por escrito. É interessante enviar informativos reforçando os novos prazos de pagamento. E, caso o pagamento não ocorra, semanalmente se deverá buscar uma definição amigável da situação. Se as ações não surtirem efeitos ou o débito tiver mais de 45 dias, a experiência diz que esse valor deve ser passado para o escritório de advocacia de sua confiança para notificar o devedor para pagamento sob pena de iniciar ação judicial. Muitos devedores só pagam após a ação de cobrança bater na porta, seja por medo de penhora ou em função do grande aumento da dívida, noto que parte expressiva dos devedores fazem composição de pagamento em audiência. Se não houver composição para pagamento, a busca para recuperação do crédito já está iniciada, e os advogados irão utilizar uma grande quantidade de estratégias de localização de valores e bens para assegurar seu recebimento. Enfim, como se pode observar, para o combate à inadimplência se deve ter uma boa política de cobrança, uma rigorosa avaliação de crédito, e cercar-se de excelentes profissionais para que possibilitem suporte. Fonte: Administradores.com

5 dicas extremamente valiosas para o relacionamento com os clientes para escritórios contábeis

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Ter um bom relacionamento com o cliente pode ser um dos principais trunfos para o sucesso da empresa. Encontrar estratégias que atendam às necessidades e às preferências do cliente é um dos desafios dos empreendimentos, e isso só será possível através do relacionamento com seus consumidores. Os empresários da área contábil precisam considerar as prestações de serviços como sendo dependentes do relacionamento com seus clientes. É importante que essa comunicação seja direta, constante e benéfica para ambas as partes.

Para que uma empresa seja reconhecida por seus consumidores é importante que as suas ações justifiquem esse reconhecimento, mostrando a qualidade dos seus serviços através do relacionamento com os mesmos. É imprescindível que seu escritório de contabilidade mostre seus serviços e eles se diferenciem dos seus concorrentes. Conheça agora algumas dicas que vão te auxiliar no relacionamento do seu escritório de contabilidade com seus clientes.

A primeira impressão é a que fica

Um bom atendimento é imprescindível para o sucesso de qualquer organização. Pode parecer óbvio, mas muitas empresas deixam de se atentar a esse aspecto. Pense como o cliente!

É preciso que seus vendedores sejam simpáticos e tratem o cliente como se ele fosse único. Não fale somente do seu escritório de contabilidade, dos serviços que presta e de seus produtos. Tenha interesse pelo cliente, quais as suas necessidades e mostre o quanto fazer negócios com a sua empresa de contabilidade será útil para ele. Além disso, não pressione o cliente e tente não usar termos contábeis durante a conversa, pode ser que você não seja compreendido.

Faça contatos contínuos

O cliente precisa saber que a sua empresa está interessada nele. Por isso, tente manter um relacionamento contínuo, mostrando como seus serviços estão sendo prestados para atender às necessidades dele. Para não forçar essa aproximação, tente manter uma rotina de contato, como reuniões mensais, por exemplo. Assim, você poderá expor como o trabalho da sua empresa contábil está sendo feito e obter um feedback do cliente.

Esteja sempre disponível

O cliente poderá precisar de seus serviços sem que esteja planejado. Por isso, procure estar sempre disponível, seja por e-mail, telefone ou qualquer outro meio de comunicação. Caso ele precise de ajuda em um ponto específico ou uma rápida consultoria, tente simplificar sua conversa e não deixe que restem dúvidas para seu cliente.

Invista na equipe de seu escritório de contabilidade

Equipe satisfeita, clientes satisfeitos! Um funcionário motivado fará melhores serviços e o cliente terá um atendimento bem mais satisfatório. Ofereça cursos e palestras para que os profissionais do seu escritório de contabilidade possam estar sempre atualizados sobre as técnicas de relacionamento com clientes, fazendo com que eles se sintam satisfeitos com a sua empresa.

Foque no relacionamento a longo prazo

Só causar uma boa impressão não é suficiente para manter um bom relacionamento com o cliente. Esse trabalho de construção deve ser permanente! Utilize técnicas que deem continuidade a esse processo: não deixe que seu cliente se sinta esquecido por sua organização, mude suas estratégias sempre que julgar necessário e mantenha sempre atualizados os dados contábeis do seu cliente para que possam auxiliá-lo quando for necessário.

Fonte: Jornal Contábil

Erros que um escritório de contabilidade NÃO pode cometer

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Você que está começando, acabou de abrir seu escritório e quer descobrir quais erros não deve cometer, preste atenção neste post. Vamos listar 5 erros que podem ser terríveis para a reputação do seu escritório de contabilidade. Se você já tem experiência, de qualquer forma é sempre bom ver que estamos no caminho certo e notar que podemos algo aqui ou ali!

1. Ser conivente com atraso de pagamento Não cobrar os seus clientes, além de um erro gravíssimo, é um dos mais comuns. Muitas empresas, novas ou com vários anos de mercado, acabam postergando essa etapa, prejudicando o fluxo de caixa e o crescimento do escritório. Pense que, da mesma forma que o seu cliente cobra quando algum serviço atrasa (com razão), você deve fazer o mesmo. Alguns clientes podem adiar o pagamento dos seus contadores por meses, o que pode gerar um prejuízo considerável. Uma boa dica é colocar cláusulas específicas sobre atraso de pagamento no contrato de serviço.

2 — Não negar nenhum tipo de serviço ou cliente Demonstrar iniciativa é (quase) sempre bom. Quando estamos no começo, tudo o que queremos é conquistar novos clientes, porém, aceitar qualquer trabalho, sem um critério de refinamento, ou fazendo todos os serviços da área contábil, pode ser prejudicial. O problema de aceitar esse tipo de trabalho, que foge da sua especialidade, é que demandam esforço redobrado, uma vez que você vai precisar estudar e demandar mais tempo para fazer o pedido. Lembre-se: oferecer um diferencial é uma boa saída para conquistar novos mercados e novos clientes.

3 — Oferecer benefícios de graça Um erro comum dos escritórios de contabilidade recém-abertos é acabar oferecendo um benefício de graça para o cliente. Com isso, você perde um importante instrumento de negociação. Faça isso apenas quando quiser uma contrapartida por parte do contratante, por exemplo: se ele deseja um pacote reduzido de serviços, coloque um deles de graça caso contrate um pacote maior. Lembre-se que nada sai realmente de graça: é gasto tempo, dinheiro, esforço e mão de obra para que um serviço seja realizado, portanto, não deve ser facilmente desvalorizado.

4 — Não se atualizar Não é porque você possui uma carreira consolidada, com um nome respeitado no mercado que deve deixar de procurar novos conhecimentos. Todos os funcionários do escritório de contabilidade devem se atualizar constantemente. Novos conhecimentos, metodologias e ferramentas surgem todos os anos e operar com sistemas antigos pode tornar o trabalho mais árduo e demorado. Então, mantenha-se atualizado.

5 — Não se adaptar ao seu público-alvo Não adianta querer empurrar algo que não se adequa ao perfil daquela empresa que o contratou, muito menos deixar de atender uma necessidade que ela tenha. Por isso, faça um estudo do cliente que te procura para saber exatamente o que ele precisa e o que não precisa e ofereça opções dentro desse rol.

Fonte: Jornal Contábil