A ideia é te entregar uma estrutura que ajude seu escritório a transformar a gestão fiscal em um processo organizado, contínuo e preventivo.
Por meio da combinação entre processos claros, tecnologia e gestão de dados fiscais, o método permite que o contador:
Com isso, o contador deixa de atuar apenas no cumprimento de obrigações e passa a jogar em alto nível, tendo visibilidade e controle total sobre a situação fiscal dos seus clientes.
Diferente de um conjunto de ferramentas isoladas, o Método SIEG apresenta
uma sequência lógica de aplicação, onde cada etapa prepara o terreno para a próxima.
Avaliação do nível atual de maturidade fiscal do escritório.
Estruturação da gestão fiscal através da plataforma SIEG em até 30 dias.
Acompanhamento contínuo dos indicadores de saúde fiscal da carteira.
Reavaliação e identificação de novas oportunidades de melhoria.
A gestão fiscal nas empresas brasileiras costuma acontecer de forma reativa.
Na maioria dos casos, o trabalho fiscal se concentra em cumprir obrigações,
transmitir declarações e resolver pendências quando elas aparecem.
Imagine um contrato de prestação de serviços em uma licitação municipal no valor de R$ 480.000 por ano. A empresa investiu tempo na proposta, mobilizou equipe e planejou crescimento com base nesse contrato. Mas perde a oportunidade por não conseguir apresentar uma certidão regular.
O impacto para o cliente é imediato:
Perda de R$ 480.000
em faturamento anual
Perda de competitividade
no mercado
Atraso no plano
de crescimento
da
empresa
Mesmo quando a origem do problema é simples, a percepção do cliente
pode gerar consequências muito maiores.
Como o cliente enxerga:
Quando uma situação fiscal não é identificada a tempo, o cliente não enxerga apenas a falha operacional. Ele questiona o acompanhamento que está recebendo.
“Se a contabilidade estivesse acompanhando isso, eu teria
resolvido antes.”
E o impacto vai além do problema inicial:
Risco fiscal, na prática,
também é risco financeiro.
Considere uma rotina comum dentro de um escritório contábil. Para cada
empresa atendida, é necessário realizar tarefas básicas mensalmente.
Mesmo quando tudo está organizado, essas atividades consomem tempo. Vamos considerar um cenário comum:
15 minutos
por empresa para captura e organização de documentos
15 minutos
para conferência
de notas
15 minutos
para consultas fiscais (certidão, PGDAS, e-CAC, parcelamentos)
Isso representa, em média, 45 minutos por empresa por mês apenas em tarefas básicas de acompanhamento.
Se o escritório atende
10045 minutos × 100 empresas =
4.500Isso equivale a aproximadamente
75E quanto maior a carteira de clientes, maior o volume de horas consumidas. Surge então uma pergunta
importante: Essas horas estão gerando lucro ou apenas mantendo a operação funcionando?
Sem automação e monitoramento estruturado, o crescimento da carteira aumenta o volume de trabalho,
mas não necessariamente aumenta a margem do escritório.
Outro efeito silencioso da falta de gestão fiscal estruturada é a forma como o cliente
percebe o valor do serviço contábil. Quando a atuação é apenas operacional, o cliente
normalmente só é comunicado quando existe algum problema.
Ele apenas é
chamado quando:
Ele passa a ter outra
posição:
Agora vamos olhar para o impacto financeiro dentro do próprio escritório contábil.
Preencha o formulário e inicie o diagnóstico do seu escritório.
Cada pilar tem uma função específica dentro do ciclo. Juntos, formam um ecossistema
de gestão fiscal que transforma a operação do escritório.
A base fiscal organizada significa centralizar todos os
documentos e informações fiscais dos clientes em um único ambiente, garantindo que o
escritório tenha acesso rápido e completo aos dados necessários.
Isso inclui principalmente:
Tempo médio de implementação
Entre 1 e 3 dias para configurar os monitoramentos e iniciar o acompanhamento da carteira.
Utilizando a SIEG, o escritório pode:
Centralizar os
documentos
fiscais em um
único ambiente
Automatizar a
captura de notas
fiscais
Permitir acesso
rápido às
informações fiscais




Monitoramento contínuo significa acompanhar de forma
constante a situação fiscal dos clientes. O objetivo é identificar riscos antes que eles
se tornem problemas reais.
Isso inclui o acompanhamento de:
Tempo médio de implementação
Entre 1 e 3 dias para configurar os monitoramentos e iniciar o acompanhamento da carteira.
A gestão fiscal não deve olhar apenas para o CNPJ da empresa. Muitos riscos fiscais também estão relacionados ao CPF dos sócios, principalmente no acompanhamento do Imposto de Renda da Pessoa Física. O terceiro pilar propõe ampliar a gestão fiscal, incluindo também o acompanhamento do IRPF dos clientes.
Tempo médio de implementação
Entre 1 e 3 dias para organizar o ambiente de acompanhamento do IRPF dos clientes.
A gestão fiscal se torna mais eficiente quando os sistemas utilizados pelo escritório e pelos clientes estão conectados. O quarto pilar do Método SIEG propõe a criação de um ecossistema integrado de informações fiscais. Isso significa reduzir a dependência de processos manuais entre sistemas diferentes.
Assim, as informações circulam automaticamente dentro do ecossistema.
Tempo médio de implementação
Entre 5 e 10 dias para organizar o ambiente de acompanhamento do IRPF dos clientes.
O Método SIEG utiliza cinco indicadores principais para acompanhar o nível de gestão
fiscal. Com o tempo, o objetivo é aumentar a cobertura, ampliando o número de clientes
com gestão organizada, preventiva e integrada.
Escritório com 120 empresas na carteira. Abaixo está um exemplo de como um escritório pode acompanhar os indicadores do Método SIEG dentro da sua carteira de clientes.
Após a implementação e consolidação da rotina fiscal, o escritório pode realizar novamente o diagnóstico
de maturidade fiscal, criando um ciclo de melhoria. Isso permite medir a evolução da gestão fiscal e identificar novas
oportunidades de melhoria, criando um ciclo de organização, monitoramento e evolução.
Avaliação do nível atual de
maturidade fiscal
Estruturação da gestão fiscal
através da plataforma
Reavaliação e identificação de
novas oportunidades
Acompanhamento contínuo da
saúde fiscal
Após a implementação e consolidação da rotina fiscal, o escritório pode realizar novamente o diagnóstico de maturidade fiscal, criando um ciclo contínuo de evolução da gestão fiscal. Esse ciclo permite acompanhar o desenvolvimento da operação contábil ao longo do tempo, identificando avanços na organização, no monitoramento e na cobertura da gestão fiscal dentro da carteira de clientes.
Ao repetir esse processo periodicamente, o escritório consegue medir a evolução da maturidade fiscal e identificar novas oportunidades de melhoria. Dessa forma, a gestão fiscal deixa de ser apenas uma rotina operacional e passa a funcionar como um processo estruturado de evolução contínua da carteira de clientes.