Cuide bem do Setor Fiscal!

 

O Setor Fiscal geralmente é uma correria, não é mesmo? Sendo ele em um Escritório Contábil atendendo vários clientes, ou em uma Empresa, com diversos colaboradores correndo atrás de notas fiscais e de organizar as finanças em si.  Preparamos um artigo com diversas dicas para te ajudar a manter o Setor Fiscal bem mais organizado. Boa leitura!

 

Baixa e Organização de Notas Fiscais

 Todo escritório fiscal que se preze precisa (e muito) que todas as NF-es estejam bem organizadas, para que no futuro, quando o contador realizar uma consulta ou até mesmo a conferência do Fisco, elas estejam ao alcance de uma forma fácil. Outra dica importante é baixar também as NF-es do passado, mantendo todas próximas, salvas na nuvem.

 

Armazenando as Notas

 É importantíssimo salvar as NF-es em um local bastante seguro, livre de ações hackers (roubos de arquivos) e de perdas. O ministério da fazenda propõe que empresas são obrigadas a armazenar suas NF-es por 5 a 10 anos. Alguns tipos de documentos exigem até a guarda permanente, ou seja, invista em um local seguro para armazenar seus documentos tranquilamente.

 

Rotinas e Emissão de NF-es

 Um dos processos mais repetitivos e causadores de erros de digitação é a emissão de NF-es. O ideal para solucionar a demora no processo da emissão é designar uma equipe voltada apenas para este processo. Assim, ele será mais rápido e dinamizado. Caso não tenha como colocar uma pessoa ou um grupo para este processo, adquira um software que faça boa parte dos processos automaticamente.

 

Planilhas e Papelada. Diga adiós!

 Com a tecnologia, fica muito mais simples organizar as antigas papeladas, que podem ser digitalizadas, de preferência, salvas no mesmo local. Quanto as planilhas, além de ficarem desatualizadas com o tempo, ocupam espaço do computador e até mesmo do servidor. Salvar os arquivos na Nuvem é uma ótima opção. Um escritório livre de bagunça e desorganização de documentos pode ser realidade!

 

Softwares: Aliados do Contador

 Ter bons softwares em um ambiente como um Escritório Contábil é uma mão na roda. Além de facilitarem processos repetitivos a se tornarem mais rápidos e precisos através da automatização, podem evitar problemas de digitação, roubo e perda de arquivos, perda de tempo e outros contratempos. Os softwares da SIEG Soluções oferecem qualidade e inovação, além de oferecerem um excelente suporte técnico, que também é voltado para os clientes dos Escritórios Contábeis parceiros. Faça uma avaliação gratuita de um de nossos softwares e comprove!

 

Reduzindo a carga tributária na sua empresa - Escolha o tipo certo!

A hora de escolher o tipo de carga tributária que a empresa irá optar é uma das partes mais importantes durante a criação de um negócio. É super importante que um profissional qualificado esteja a par de tudo, pois é ele quem irá analisar os custos e simular o melhor regime para que sua empresa reduza custos com os tributos. 

Veja as vantagens e desvantagens de cada regime tributário, e conheça um pouco mais sobre os quatro!

 

Lucro presumido

As empresas poderão optar por esta carga tributária acaso seu faturamento não seja superior a 78 milhões.  A margem de lucro é específica, com suas alíquotas de acordo com o ramo de atividade. Se o lucro for maior do que o presumido pela legislação, ela poderá ser vantajosa para a empresa. Também terá que ser considerado o efeito do PIS e COFINS, pois nesse regime a empresa terá o recolhimento desses impostos pela cumulatividade, com alíquotas menores, mas sem os créditos das compras.

 

Lucro Real

Se a empresa possui faturamento superior a 78 milhões e é voltada para o setor financeiro, a melhor opção é o Lucro Real. o Imposto de Renda e a contribuição social sobre o lucro são determinados a partir do lucro contábil, apurado pela pessoa jurídica e acrescido de ajustes positivos e negativos requeridos pela legislação fiscal. O PIS e COFINS, são determinados (com exceções específicas) através do regime não cumulativo, creditando-se valores de aquisições realizadas de acordo com os parâmetros e limites legais. Neste caso, é aconselhável a empresa possuir um bom acompanhamento de um escritório contábil.

 

Lucro Arbitrado

O Lucro Arbitrado é aplicado pelo Fisco quando a empresa possui uma escrituração imprestável. Neste caso, não é opção, e a tributação é feita de forma arbitrária.

 

Simples Nacional

Este regime oferece alíquotas menores, simplicidade da agenda tributária e não pagamento da quota patronal. Ideal para empresas que possuem receita bruta anual de até 3.600.00,00 e 4.800.000,00 para o ano de 2018. Se o faturamento for menor de 600.000,00, a empresa poderá optar pelo Super Simples.  Para o ano que vem, algumas alíquotas foram majoradas e outras reduzidas, com isso a necessidade de análise da continuidade desse regime ou não, pelas empresas já optantes.

 

Atualizações da NFe 4.0

 

A partir do dia 02 de Abril de 2018, a NF-e sofrerá diversas mudanças em seu Layout. A versão anterior, a 3,0, será desativada.
O preenchimento incorreto da NF-e gerará rejeição da nota e isso poderá causar problemas futuros para a empresa. Fique atento as alterações na hora do preenchimento da nota!

Veja as alterações mais importantes:


Exclusão do Campo clEnq (id:O02) “Classe de enquadramento do IPI para Cigarros e Bebidas”;

Alteração da coluna Observação dos campos cSelo (id:O04) “Código do selo de controle IPI” e cEnq (id:O06)“Código de Enquadramento Legal do IPI”.

Alteração das regras de validação N17b-10, N23b-10, N27b-10 e N23d-10.

Regra de validação N27d-10 para implementação futura.

Inclusão das regras de validação N17b-20, N23b-20 e N27b-20 que impedem que seja informado zero como percentual de FCP ou FCP ST. Os campos relativos ao Fundo de Combate à Pobreza só devem ser informados se o produto estiver sujeito a incidência do mesmo.

Regra de validação YA02-30 substituída pela regra de validação Y07-10.

Regra de validação YA03-10 não se aplica a nota fiscal com finalidade de Ajuste e de Devolução.

Fonte: Portal da Nota Fiscal Eletrônica

Com o EMISSOR SIEG, fica mais fácil preencher a Nota Fiscal sem erros. Nosso sistema está atualizado e devidamente adaptado as novas mudanças da NF-e 4.0. Clique Aqui e fale conosco!

 

Mudança da Nota Fiscal afetará empresas e contadores

O ano de 2018 promete diversas novidades nas rotinas contábeis. Além da implementação do e-Social e a EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais), os contadores deverão estar atentos ao validarem Notas Fiscais (NF) com Secretarias da Fazenda (SEFAZ). É que para confirmar o procedimento será necessário, a partir do ano que vem, preencher algumas informações no GTIN (Global Trade Item Number), que são os números que formam o código de barras de um item. Segundo Alexandre Andrade, Conselheiro do CRCRJ e Diretor do Painel Financeiro, essa é a identificação global para a comercialização de produtos. “O preenchimento destes campos é obrigatório desde 2011, porém o que muda agora é que será preciso depender deles para validar uma NF”, afirma Alexandre.

 Com a mudança, fabricantes, distribuidores, varejistas e atacadistas serão afetados diretamente, já que documentos fiscais só podem ter a validação confirmada com os campos EAN (cEAN) e EAN Tributado (cEANTrib) preenchidos. “A SEFAZ rejeitará NF-e e NFC-e  não cadastradas ou que não contenham as informações conforme a exigência”, alerta Andrade. Com a alteração, que afeta desde grandes indústrias até pequenos empresários de áreas variadas, há uma data específica para o início da obrigatoriedade. “Assim, é preciso atenção e organização. Uma boa solução é ter organização e um sistema de gestão financeira que emita as notas fiscais. Dessa forma, é possível ter nas mãos todas as informações necessárias para a validação exigida pela SEFAZ”, explica o diretor.

 Veja abaixo o cronograma com a ordem de empresas que serão afetadas pela exigência:

 – Fabricação de brinquedos e jogos recreativos: 1º de janeiro de 2018;

– Processamento de fumo e fabricação de cigarros: 1º de fevereiro de 2018;

– Fabricação de produtos farmacoquímico e farmacêuticos: 1º de março de 2018;

– Fabricação de aparelhos elétricos e eletrônicos, diversos itens de informática e telecomunicações e equipamentos para fins diversos: 1º de abril de 2018;

– Fabricação de alimentos e bebidas diversos: 1º de maio de 2018;

– Floricultura, horticultura, pesca, extração, beneficiamento de pedras diversas: 1º de junho de 2018;

– Fabricação têxtil e vestuários: 1º de julho de 2018;

– Fabricação de itens em madeira, celulose, couro, químicos e outros: 1º de agosto de 2018;

– Fabricação de artefatos de borracha, plástico, vidro, metais, ferro, entre outros: 1º de setembro de 2018;

– Transporte, armazenamento de grãos, serviços de hospedagem, audiovisual, restaurantes, telefonia, internet, entre outros: 1º de outubro de 2018;

– Outras atividades financeiras: 1º de novembro de 2018;

– Atividades variadas não citadas anteriormente: 1º de dezembro de 2018.

 Fonte: Fenacon 

Como lidar com notas fiscais de forma eficiente?

O sistema fiscal brasileiro vem aprofundando há alguns anos o movimento de digitalização de seus processos. Essas mudanças, que são inevitáveis e inerentes à realidade tecnológica do mundo em que vivemos, trazem consigo, obviamente, ganhos, mas também desafios. Desses, o maior, provavelmente, é o de se adaptar. O Fisco realiza mudanças constantes em seus sistemas e as empresas precisam estar permanentemente correndo atrás para fazerem os ajustes. A gestão de notas fiscais tem se transformado bastante nos últimos anos, principalmente por causa da digitalização dos processos. Nesse contexto, os governos têm transferido cada vez mais responsabilidades às empresas e, por isso, ter um sistema que cuide dessa tarefa é fundamental.

Mas como fazer a melhor escolha?

Convidamos a SIEG, empresa que fornece soluções fiscais, para apresentar os principais pontos sobre o assunto. A empresa tem no mercado dois sistemas importantes que atendem a essa demanda. São eles: NF-e SIEG e o Cofre SIEG.

Veja abaixo as dicas e mais detalhes sobre os aplicativos:

Download automático e segmentação eficiente

A tecnologia existe para facilitar e se a temos à disposição não tem por que não usá-la. Por isso é fundamental garantir uma rotina simples e eficiente de download de notas, que permita fazer isso de acordo com a segmentação que melhor convier ao seu negócio em cada momento. O NF-e SIEG, por exemplo, não só permite o download inteligente, de acordo com a melhor filtragem que você precisar, como também trabalha com o download do XML das notas, que permite trabalhar melhor a busca offline e gestão das notas. Mais de 50 mil empresas utilizam essas soluções em todo o Brasil. O conteúdo baixado pode ser armazenado em nuvem, no Cofre SIEG.

Monitoramento de movimentações no CNPJ da empresa

Têm se tornado cada vez mais comuns os relatos de emissão de notas fiscais frias em nome de empresas aleatórias. Uma dessas companhias escolhidas ao acaso pelos fraudadores pode ser a sua. Por isso é importante contar com uma ferramenta que monitore as emissões feitas em seu CNPJ. Se algo fora do padrão for identificado, você pode tomar as providências necessárias antes que lhe provoquem prejuízos mais severos. O NF-e SIEG faz esse monitoramento sem manifestação do destinatário, em tempo real, o que permite identificar movimentações a qualquer momento.

Segurança dos dados

Na SIEG, o cuidado com o armazenamento dos dados de seus clientes é uma prioridade. Os servidores do Cofre SIEG estão alocados no sistema da Amazon, um dos mais seguros do mundo, e contam com diversos níveis de proteção, para evitar que hackers roubem dados sigilosos. Considerar esse aspecto é fundamental.

Gestão de todas as notas

O NF-e SIEG tem outro diferencial que é importante você considerar: a gestão integrada de outros tipos de notas, além da NF-e. O sistema SIEG faz o download de NFC-e, CT-e e Arquivos SAT.

 

Fonte: Administradores.com

5 passos para cadastrar o CEST corretamente na NF-e

O Código Especificador da Substituição Tributária (CEST) é uma nova obrigação do governo que acaba de entrar em vigor e deverá constar em todas as notas fiscais eletrônicas (NF-e). A ideia é uniformizar a identificação de mercadorias e bens que podem ser enquadrados no regime de substituição tributária.

Essa obrigação serve tanto para a indústria quanto para o varejo. Assim, apesar de o fabricante já pagar o imposto do cliente varejista, cada estabelecimento deverá registrar o CEST da mercadoria comercializada na nota fiscal.

A falta ou o erro no cadastro do CEST pode gerar penalidades, como multa equivalente a 100% do valor do imposto não declarado. Além disso, a falta de pagamento do imposto e erro na aplicação da alíquota também podem gerar multa equivalente a 50% do valor do imposto.

A Becomex, uma empresa especializada no gerenciamento integrado na área tributária e operações internacionais, elaborou cinco passos para ajudar as empresas a realizar corretamente o cadastro do CEST:

1º Passo – Estudo da tabela de códigos

O gestor fiscal precisa ficar atento, pois é possível ter mais de um código para uma NCM ou mais de uma NCM para um código CEST. É necessário investir no estudo da tabela e nas peculiaridades do segmento e da operação da indústria.

O código CEST tem sete dígitos que indicam o tipo de mercadoria e seu segmento. Há, portanto, uma semelhança entre o CEST e a NCM. Porém, o CEST segue a seguinte regra:

– 1º e 2º dígitos referem-se ao segmento da mercadoria ou bem.

– 3º, 4º e 5º dígitos referem-se ao item de segmento da mercadoria ou bem.

– 6º e 7º dígitos referem-se às especificações do item.


2º Passo – Análise do impacto do não-cadastro ou de códigos errados

O CEST será um requisito de autorização da NF-e para notas que tenham substituição tributária. Caso a empresa emissora da NF-e não registrar o CEST, este documento não será liberado pela Sefaz (Secretaria da Fazenda) de cada Estado. De um lado, o fabricante não poderá enviar a sua mercadoria, comprometendo a venda e, de outro, o varejo poderá ter problemas de estoque por não receber o item.

3º Passo – Registro dos códigos

A inclusão do campo CEST não será uma grande dificuldade para quem utiliza o ERP (Enterprise Resource Planning – Sistema de Gestão Empresarial), pois a maioria dos fornecedores já está acrescentando esse tópico.

A tecnologia pode estar preparada para receber os códigos, mas foi dada a devida atenção para atualizar seus cadastros? Estar atento aos detalhes e às regras do CEST é fundamental para evitar problemas na emissão de notas, que podem parar o faturamento.


4º Passo – Saneamento de dados

Não basta cadastrar os códigos, é necessário checar se eles serão os mais adequados, tanto do ponto de vista de alíquotas, como no de conformidade com a lei.


5º Passo – Monitoramento da cadeia de fornecimento

Monitorar as transações comerciais, para que itens comprados e vendidos possam ser previamente identificados. Com isso, é possível alertar os casos de incorreções no processo de emissão de nota fiscal.

 

Fonte: Rogério Borelli - Jornal Contábil