MEI poderá contratar dois empregados

Business partner work together Os microempreendedores individuais, os chamados MEIs, poderão passar a contratar dois empregados para o desenvolvimento de suas atividades empresariais de pequenos negócios. Essa foi uma das propostas entregues nesta semana ao presidente em exercício, Michel Temer, por representantes de sindicatos de micro e pequenas empresas industriais. Após a audiência no Palácio do Planalto, o presidente do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo, Joseph Couri, disse que essa "medida jurídica simples" pode ser adotada para aumentar a geração de emprego no País. "É uma solução fácil que pode aumentar o emprego de imediato", comentou Couri, citando que a proposta foi encaminhada por representantes dos Estados do Pará, Rondônia e Mato Grosso. Já no Brasil cerca de 6 milhões de MEIs, cuja renda anual não pode superar a marca de R$ 60 mil. Eles têm direitos empresariais e previdenciários assegurados mediante o pagamentos de taxas em torno de R$ 60,00 por mês. Fonte:  DCI - SP

Qual melhor regime tributário a adotar para abertura de uma empresa?

Mature-Businessman-ThinkingUma das principais dúvidas do empreendedor na hora de constituir sua empresa é sobre qual seria o melhor regime tributário a adotar. A grande questão é como maximizar a opção escolhida. O profissional de contabilidade tem papel fundamental em orientar o empresário neste sentido.

É claro que cada empresa tem suas particularidades e, cada caso, é um caso. Não há nada que possa substituir a análise criteriosa e individual de um profissional da área. Mas, em termos gerais, é possível apontar alguns caminhos. Ao menos dar uma visão ampla sobre como se pode proceder.

Costumo dizer que o ponto de partida para essa análise é, sem dúvida, a receita anual da empresa. Se a companhia possuir faturamento bruto inferior a R$ 3,6 milhões, o empresário pode optar pelo Simples Nacional, que pode ser considerado vantajoso em diversos aspectos. O ramo de atuação também conta, pois o sistema não está disponível para todas as áreas, por isso é preciso checar o CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica) da atividade principal de sua firma. Com a nova Lei do Simples que está sendo votada, algumas mudanças estão para acontecer, como, por exemplo, a criação de uma faixa de transição para empresas com até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para aquelas que estourarem o teto.

De forma geral, o Simples Nacional oferece possibilidades de menor tributação, além de maior facilidade no atendimento das legislações tributária, previdenciária e trabalhista. Também é possível simplificar o pagamento de diversos tributos mediante uma única guia e, ainda, tributar as receitas à medida do recebimento das vendas. Existem diversas outras vantagens, bem como alguns pontos não tão positivos assim – mas esse tema merece texto especialmente para ele. Só cuidado para não ligar no automático, pois, em alguns casos, mesmo tendo os pré-requisitos, a escolha do Simples não é a melhor opção.

Além do Simples, o empreendedor ainda conta com outras formas de tributação: o lucro real e o lucro presumido. No caso deste último, a apuração do IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) têm por base de cálculo uma margem de lucro pré-fixada pela legislação, de acordo com a atividade da empresa. Nesse caso, também fica dispensado o cálculo do lucro efetivamente auferido em sua atividade, exceto o derivado de situações específicas, como ganho de capital e lucros com transações financeiras, entre outras. Já quando falamos sobre o regime de lucro real, a empresa deve calcular o IRPJ e a CSLL sobre o lucro efetivamente auferido (com os ajustes previstos na legislação). Nesse caso, como não há uma margem de lucro presumida, se a empresa apurar prejuízos ao longo do ano, ficará dispensada do recolhimento desses tributos. Nesta tributação, o empresário ainda tem a obrigação de apresentar à Receita Federal diversas declarações e controles que não são exigidos para companhias que optam pelo lucro presumido. Mas, e o MEI (Microempreendedor Individual)? Esse sistema tem isenção nos tributos federais, além de pagar muito pouco pelos impostos estaduais e municipais. Para se ter uma ideia, o MEI não paga IRPJ, CSLL, IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) patronal, PIS e Cofins, enquanto paga o valor simbólico de R$ 5 como ISS (Imposto Sobre Serviços), além de R$ 1 como ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias). Além disso, há o percentual de 11% sobre o salário mínimo para custear o INSS. Mas, para se encaixar nesse tipo de tributação, seu faturamento não deve ultrapassar os R$ 5.000 mensais, totalizando R$ 60 mil anuais. Fique atento, pois mudanças estão por vir, como o aumento do teto para R$ 81 mil. Sobre cada um desses regimes tributários há uma série imensa de especificidades e detalhes. Lembre-se, se você está pensando em abrir uma empresa, ou mesmo se já tem uma e acha que pode maximizar resultados, consulte profissional especializado. Com certeza ele poderá lhe esclarecer sobre a melhor maneira de lidar com o mercado, aumentar seus lucros e planejar seu negócio. Avante! Fonte: Jornal Contábil

Conheça os 4 principais tipos de devedores e como cobrá-los

licensed-money-lender17 Com a paralização econômica que vivemos, muitas empresas se encontram com um grande problema em suas áreas financeiras, que é a alta da inadimplência dos consumidores. Contudo, esse problema leva a um outro, como cobrar corretamente o cliente sem que se ocasione problemas no relacionamento e em futuros negócios? Nesse momento é necessário um pensamento lógico, conhecendo a fundo quem está devendo e traçando uma estratégia para receber esses valores ou até mesmo buscar medidas legais. Por esse motivo, primeiramente, acho relevante detalhar os quatro perfis dos devedores que mais observo no mercado. São eles: Devedor viciado: muitas vezes não possui nem mesmo problemas financeiros, porém, seu subconsciente sempre faz com que atrase os pagamentos, seja para se prevenir de imprevistos ou por outros motivos. Contudo, esse pode até pedir para renegociar os juros, mas sempre pagará; Devedor ocasional: é o consumidor que busca sempre manter as contas em ordem, tendo sempre a intenção pagar, entretanto, por motivo da ocorrência de algum problema, não conseguiu arcar com o compromisso. Geralmente ficam muito irritados quando cobrados, eles não pensam que são devedores e se acham injustiçados, afinal sempre pagaram. Sendo necessário muito cuidado para não desgastar a relação; Devedor negligente: é muito comum, pois representa o consumidor que não possui sua vida financeira organizada, assim, facilmente deixará de pagar suas contas por ter esquecido. Assim, nesse caso o papel do cobrador é o de lembra-lo de seus compromissos. Contudo, as negociações tendem a ser mais complexas pois, como nunca se preocupa com suas obrigações, são vítimas constantes de dificuldades financeiras e de eventos imprevisíveis, nesse caso é necessário estabelecer acordos bem claros com ferramentas para alertar o devedor sobre prazos de pagamentos.
Mau pagador: esse é um grande problema para quem faz a cobrança, pois ele sabe que deve, já tem esse fato como uma constante em sua vida, mas mesmo assim se recusa a pagar, se esquiva do cobrador de todas as formas, inventa desculpas, desaparece, não está preocupado com o seu nome. Esses casos devem ser tratados de forma mais enérgica, com uma cobrança mais intenção e indo até as últimas consequências legais. Lembrando que dificilmente esse será um consumidor interessante, pois, de que adianta vender se terá que realizar uma maratona para recebe? Lógico, que esses padrões são variantes, principalmente em tempos de crise, por este motivo existem alguns procedimentos básicos a serem seguidas para facilitarem nas cobranças e minimizar desgastes. Primeiramente, sempre que acontecer o atraso, ligue e mande e-mail no dia seguinte pedindo “ajuda” para localizar o pagamento que não entrou, peça para o cliente enviar o comprovante para “facilitar” a procura. Se não tiver uma resposta em dois dias, ligue cobrando gentilmente, explicando que precisa receber os valores em aberto, e o quanto são importantes para o dia a dia da empresa, cobre do cliente uma posição efetiva, por exemplo: vou pagar dia tal, e envie e-mail pedindo confirmação por escrito. É interessante enviar informativos reforçando os novos prazos de pagamento. E, caso o pagamento não ocorra, semanalmente se deverá buscar uma definição amigável da situação. Se as ações não surtirem efeitos ou o débito tiver mais de 45 dias, a experiência diz que esse valor deve ser passado para o escritório de advocacia de sua confiança para notificar o devedor para pagamento sob pena de iniciar ação judicial. Muitos devedores só pagam após a ação de cobrança bater na porta, seja por medo de penhora ou em função do grande aumento da dívida, noto que parte expressiva dos devedores fazem composição de pagamento em audiência. Se não houver composição para pagamento, a busca para recuperação do crédito já está iniciada, e os advogados irão utilizar uma grande quantidade de estratégias de localização de valores e bens para assegurar seu recebimento. Enfim, como se pode observar, para o combate à inadimplência se deve ter uma boa política de cobrança, uma rigorosa avaliação de crédito, e cercar-se de excelentes profissionais para que possibilitem suporte. Fonte: Administradores.com

A utilização dos juros remuneratórios do capital para aumento de capital

487b738957d5664365e765546eb96315 Primeiro ressalta-se que os Juros Remuneratórios do Capital Próprio decorrem de uma ferramenta utilizada por empresas tributadas pelas regras do Lucro Real. Nessa operação o tratamento contábil para a fonte pagadora é como despesa financeira, sendo permitida sua dedutibilidade na apuração do IRPJ e da CSLL, observadas as regras previstas na legislação. Já para aqueles que recebem tem o tratamento de receita financeira. Para os sócios pessoas jurídicas, o Imposto de Renda Retido é considerado como antecipação do devido. Para os sócios pessoas físicas, o valor retido de Imposto de Renda tem o tratamento de tributação exclusiva na fonte. Salienta-se que a base de cálculo deve corresponder ao Patrimônio Líquido deduzido dos valores de Prejuízos Acumulados, Reserva de Reavaliação de Bens e Direitos da Pessoa Jurídica e valores relativos à Ajuste de Avaliação Patrimonial. Contudo, o efetivo pagamento ou crédito dos juros fica condicionado à existência de lucros computados antes da dedução dos juros ou de lucros acumulados e reservas de lucros em montante igual ou superior ao valor de duas vezes os juros a serem pagos ou creditados. De acordo com a IN SRF n° 41/98, a dedutibilidade da despesa com juros remuneratórios do capital próprio não está condicionada ao seu efetivo pagamento. Sua dedutibilidade ocorre já no momento da apropriação da despesa. Também, a retenção do IR à alíquota de 15% ocorre nesse momento. Sobre isso, não há impedimento legal para que os sócios deliberem pela utilização parcial ou total dos juros para aumento de capital. Nesse caso recomenda-se que os sócios realizem uma reunião (com Ata) deliberando pela utilização dos JRCP para aumento de capital. A deliberação pode ser parcial, o que significa que a utilização será apenas de parte do valor para aumento de capital. O restante a ser pago aos sócios será em data a ser deliberada por eles. Após isso, procede-se a alteração contratual, aumentando o capital dos sócios com a utilização dos JRCP. Na Declaração de IR dos sócios pessoas físicas, no quadro de bens e direitos, cada sócio informará o aumento de sua participação societária, mencionando que a origem decorreu de utilização de valor a receber de JRCP. No quadro de rendimentos sujeitos a tributação exclusiva na fonte deve-se informar o valor líquido dos JRCP. Portanto, os Juros Remuneratórios do Capital Próprio, além de proporcionarem para empresa redução de seu IRPJ e sua CSLL, também podem proporcionar aos sócios a possibilidade de utilizarem esses juros para aumento de capital.

O jogo dos 7 erros no empreendedorismo

 

É fácil cair em certas armadilhas no início da vida empreendedora. Evite ser uma das vítimas desses erros comuns, conhecendo-os, antes de qualquer coisa. Leia abaixo:

1. ACHAR QUE SÓ UMA BOA IDEIA É O SUFICIENTE PARA EMPREENDER

Um erro muito comum principalmente entre jovens empreendedores é achar que a sua ideia é a melhor do mundo e por isso pode ir em frente sem analisar outros aspectos. A ideia do negócio a ser empreendido seguramente é uma das partes mais importantes do empreendedorismo, mas ela por si só não se sustenta até o sucesso. A percepção e a vontade de empreender podem alinhar empresas emergentes em busca do sucesso. Defenda sua ideia com a visão sistêmica necessária nos negócios, e tenha a capacidade de gerar o próprio sonho.

2. NÃO ANALISAR PRODUTOS E/OU SERVIÇOS SEMELHANTES

Hoje é praticamente impossível empreender um negócio sem analisar como os produtos ou serviços semelhantes se comportam no mercado consumidor. Produtos semelhantes podem dizer ao empreendedor que ele deve ou não seguir adiante com sua ideia. Fazer o seu produto com algo diferente dos semelhantes é o caminho para o sucesso. Lembre-se que carências da população acabam por gerar muitas oportunidades de negócios. Busque algo para o seu produto que os semelhantes não tenham ou tenham pouco.

3. NÃO ANALISAR O ENTORNO DE ONDE SERÁ SEU NEGÓCIO

A localização de um negócio diz muito sobre seu futuro. Nem sempre um local caro e sofisticado é a melhor opção. Analise fluxo de pessoas, segurança da região, público alvo do seu negócio, entre outros. A visibilidade da sua marca é importante. Desenvolver uma visão estratégica sobre a localização deve ser vista como um processo de superar obstáculos em relação ao ambiente externo.

4. NÃO QUERER AVALIAR OS RISCOS DO NEGÓCIO

É necessário prever consequências caso alguns riscos do negócio se concretizem. Os riscos podem ter consequências financeiras e técnicas. Faça um planejamento sobre os riscos. O papel do risco em nossa sociedade não se trata de aventura intelectual e sim usar métodos modernos de pôr o futuro a serviço do presente. Essa capacidade de construir caminhos para transformar o sonho em realidade não pressupõe o abandono da análise dos riscos do negócio. 5. NÃO BUSCAR O AUTOAPRENDIZADO Buscar o desenvolvimento pessoal é um dos passos iniciais para empreender um negócio. É importante identificar que habilidades são necessárias para empreender meu negócio. Hoje existem muitos cursos disponíveis para aumentar sua qualificação. Não deixe de buscar a qualificação. Identifique seus “pontos fracos” e corra atrás de melhorá-los. Por mais gigantesca que possa parecer a tarefa de inserir o aprendizado em seu dia a dia, busque essa cultura do aprendizado, pois isso lhe ajudará muito na busca do sucesso econômico e financeiro do negócio. Ter um conjunto de fundamentos aplicáveis de forma criativa diferenciará o empreendedor na sua relação com o meio no qual está ou estará inserido.

6. IGNORAR A ALTA TAXA TRIBUTÁRIA E ELEVADOS ENCARGOS TRABALHISTAS

Não é novidade para nós brasileiros a alta incidência de tributos e encargos sobre as atividades produtivas. Não caia na armadilha de desconsiderar esses fatores, pois, cada vez mais os controles governamentais apertam as empresas. Não fazer tudo de acordo com a legislação é um risco que o empreendedor não deve assumir. As consequências podem inviabilizar o negócio. Seja prudente e considere todas as normas vigentes. Não cabe mais “jeitinho”. A educação empreendedora lhe garantirá que seu sonho é “individual”, porém a sua finalidade é coletiva. Este conceito pode trazer no seu interior a intenção da geração de melhorias em uma coletividade e não apenas de valores econômicos para seu negócio.

7. NÃO TER UM PLANO DE NEGÓCIOS

Por menor que seja o seu futuro empreendimento, não ter um Plano de Negócios com os requisitos mínimos, pode dar uma enorme dor de cabeça num futuro bem próximo. O Plano de Negócios deve ser claro, ter linguagem simples ser sintético e objetivo. Não deixe de identificar pontos de controle no Plano de Negócios. Uma velha máxima da administração diz: “quem não mede não gerencia”. O Plano de Negócios vai contemplar tudo que foi escrito anteriormente e mais detalhes sob o ponto de vista da viabilidade econômica do empreendimento. Afinal, ninguém vai empreender (tratando-se de empresas com fins lucrativos) sem que se busque resultado financeiro positivo naquele negócio. Por isso, identificada e aproveitada a oportunidade de negócio este é o momento de recorrer aos conhecimentos para não deixar dúvidas da sua organização.

Fonte: Administradores.com

Descobrindo seu potencial

fashion-601553_1280 De acordo com o dicionário, autoconfiança pode ser definida como: confiança em si mesmo. Ou seja, podemos considerar que a autoconfiança faz referência à segurança que o indivíduo tem em relação à sua própria capacidade, independentemente da circunstância com que ele se depara.

Uma pessoa que é autoconfiante tem uma forte convicção e certeza em si mesma, demonstrando calma, paz e autoconsciência, estando constantemente associada a certos conhecimentos e habilidades natas ou adquiridas. Podemos considerar a autoconfiança como um comportamento humano que é essencial para o sucesso. Mas como saber se eu tenho ou como anda minha autoconfiança? Quando apresentamos discursos internos negativos que nos levam a questionar nossas potencialidades, estamos demonstrando uma autoconfiança baixa. Na prática, são aquelas frases do tipo: “Será que realmente eu sou capaz de....” “Eu nunca vou conseguir fazer ....” “Eu jamais serei tão ..... quanto ele.” “Existem tantas pessoas mais preparadas do que eu para fazer...” “Aquela pessoa me elogiou só porque ...” Que tal darmos uma pausa para você tentar desvendar a maneira como se vê?

Responda às perguntas abaixo: Qual é o grau de autoconfiança que você tem em si mesmo? Você se sente confiante em seu ambiente de trabalho / escola / família? Qual é o seu grau de confiança no que diz respeito a uma apresentação em público, conversar com um estranho ou até mesmo pedir uma informação? Você se sente confiante na grande maioria das situações que você enfrenta no seu dia a dia? Muito bem, espero que essas reflexões estejam ajudando você em sua busca pelo autoconhecimento. Mas eu quero lhe perguntar algo: você já ouviu falar sobre o tema diálogo interno? Diariamente (e, por que não falar, durante a maior parte do nosso tempo), conversamos internamente com nós mesmos.

A cada situação que enfrentamos surgem pensamentos, declarações, crenças, etc, que nos levam a ponderar sobre uma infinidade de coisas. A esses discursos, damos o nome de diálogo interno. Ele é aquela vozinha que surge em sua mente quando, por exemplo, você está dormindo e o despertador toca para que você se levante para trabalhar. De repente, surge a voz: “Nossa, é tão cedo, porque você não fica só mais cinco minutinhos na cama?”; ou aquela voz que aparece quando você está de dieta e surge um brigadeiro em sua frente: “Vai, é só um brigadeiro, não vai ter mal nenhum em comê-lo, afinal, você trabalhou tanto hoje, está super estressado, você merece!” É muito importante analisar o conteúdo do nosso diálogo interno, pois essa conversa reflete nossas emoções e pensamentos.

Em outras palavras, os diálogos internos determinam claramente a forma como você se vê. Podemos considerar que eles se desenrolam em três tipos de atitudes que nos levam a perder a nossa autoconfiança:

1) O indivíduo continuamente está se comparando com outras pessoas e sempre acredita que está abaixo;

2) O indivíduo recebe inúmeros julgamentos negativos de amigos ou familiares, e após tantas repetições ele acredita que esses conceitos são verdades;

3) O indivíduo analisa apenas as suas fraquezas e despreza seus pontos positivos, a tal ponto de isso paralisá-lo.

Então, conseguiu identificar em que situação você se encontra? Tenho uma boa e uma má notícia para você...  Qual você quer primeiro? Bem, vou começar pela boa (lamento se você escolheu a má primeiro...rs). A boa notícia é que exatamente agora, neste instante, você pode começar a mudar a sua visão a seu respeito e despertar todo seu potencial para alcançar seus objetivos. A má (que não é tão má assim) é que isso vai mudar drasticamente a sua visão a seu respeito e tirar você da sua zona de conforto. Você deve estar se perguntando: “que mal há nisso?” Acontece que muitas pessoas não querem mudar, tem medo da mudança, porém, se esquecem de que ela é fundamental para nossa constante evolução. Então, que tal vencer seu dialogo interior negativo e partir em uma jornada na busca pelo autoconhecimento? Para começar a jornada basta um passo...

 

Fonte: Administradores.com