O primeiro passo para o sucesso depende de uma escolha

Quero começar este artigo lhes propondo um desafio. Quando estiverem no seu trabalho, parem e observem o ambiente da empresa por cinco minutos. Percebam que, dentro da própria organização na qual atuam, há todo um universo de diferentes perspectivas.

Há aqueles que, por exemplo, quase sempre demonstram segurança e disposição para enfrentar qualquer desafio, ao passo que outros aparentam – ainda que tentem disfarçar – uma insatisfação constante e, de modo geral, encaram qualquer tarefa como se fosse um fardo.

É fácil imaginar que o primeiro grupo terá mais chances de alcançar seus objetivos na vida profissional, certo? Entretanto, para mim, o questionamento mais importante que se esconde nesse raciocínio é o seguinte: o que determina o comportamento de alguém diante de um obstáculo? E, indo mais além: é possível mudar a forma como encaramos nossos problemas? Neste artigo, tentarei chegar a essas respostas. 

Definindo o sucesso

Mas não precisamos ter pressa. Antes de analisarmos os pontos acima, me parece importante definir o conceito de sucesso. Muitas pessoas associam o sucesso à popularidade. Essa perspectiva não está totalmente errada, mas é, no mínimo, incompleta. Ser bem-sucedido, ao meu ver, envolve o alcance de três estágios principais:

- Satisfação com o que se faz;

- Vontade de desenvolver-se constantemente;

- Capacidade de encarar problemas como fontes de aprendizado.

Estas características são importantes pois, na maioria dos casos, o reconhecimento externo não surgirá da noite para o dia e, este pequeno conjunto de habilidades emocionais lhe darão estrutura para lidar com diferentes situações, pessoas e desafios.

Crença no autodesenvolvimento x crença na permanência

Agora que já temos uma definição de sucesso, podemos passar a nossa primeira questão: O que determina o comportamento de alguém diante de um obstáculo? Para responder essa pergunta, quero desenvolver uma reflexão a partir dos estudos da professora do departamento de psicologia de Stanford, Carol Dweck, que teve seu livro, Mindset, recentemente analisado na Revista Exame.

Segundo a pesquisadora, o que diferencia nosso comportamento, ou melhor dizendo, nosso mindset - a forma como enxergamos e lidamos com uma determinada situação - é o conjunto de crenças que pode estar arraigada em nós desde a infância.

Graças a isso, há quem encare um problema como uma maneira de adquirir novos conhecimentos e experiências, e há quem se sinta um fracasso, alguém em completo estado de desmotivação diante de simples obstáculos.

No primeiro caso, temos aqueles que creem no autodesenvolvimento, no crescimento constante e que, por isso, encaram como bem-vindos os desafios da vida. Já no segundo caso, o que temos é a crença na permanência, no imutável. São aqueles que buscam ao máximo situações de segurança, pois, no fundo, se acham incapazes de lidar com novidades.

Esforço e experiência

Os pontos positivos advindos da crença no desenvolvimento é a convicção de que, com esforço, podemos adquirir novos saberes, experiências, conquistar metas ambiciosas e ter uma vida, tanto profissional quanto pessoal, rica e significativa. Aqueles que acreditam no desenvolvimento não escondem suas falhas, pois não se envergonham delas e sabem que, em condições naturais, todos nós temos potencial de crescimento.

O problema da acomodação

O grande risco de acreditar na permanência é a acomodação. Por mais que seja possível alcançar, por exemplo, uma posição de destaque em uma empresa, o mais provável é que tal profissional se acomode com fórmulas e processos já conhecidos de seu mindset, evitando uma busca genuína que, consequentemente, demanda esforço e vontade, por novos conhecimentos.

Levando em conta que vivemos em um mundo cada vez mais regido pela inovação, as chances desse profissional tornar-se obsoleto são muito expressivas.

Abraçando a mudança

A boa notícia é que, sim, é possível mudar a forma como encaramos nossos problemas. Tudo envolve um processo de alteração das crenças que formam nosso mindset. Como explica Carol Dweck “as características humanas não são simplesmente como cartas de baralho que você recebe e com as quais tem de conviver.”

É verdade, mudar crenças poderosas, fortemente enraizadas em nossa visão de mundo, não é algo simples. Será necessário, primeiramente, entender processos internos, abrir-se para o autoconhecimento e perceber que, afinal, você é capaz de se autodesenvolver, de aperfeiçoar-se constantemente. Se chegou ao fim deste artigo, certamente você já está caminhando nessa direção.

Fonte: Bráulio Lalau - Administradores.com.br

5 ingredientes que colaboram para o sucesso

Escuto quase todos os dias as pessoas dizendo: o ano está voando. A verdade é que já passamos da metade do ano e vale a pena fazer uma pausa para refletir sobre atitudes, escolhas e caminhos em busca de nossas realizações.

Destaco abaixo 5 pontos que impactam diretamente nos resultados pessoais e profissionais:

1) Metas claras

Certa vez o filósofo Sêneca disse: "Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir". Ter uma meta clara e traçar um bom plano são essenciais para atingir um objetivo, afinal, uma meta sem um plano é apenas mera intenção. Coloque suas metas por escrito, compartilhe com as pessoas que você gosta e insira uma data para elas ocorrerem, pois isso também contribui e aumenta a chance de serem efetivadas.

2) Alianças

Procurar parceiros, mentores e pessoas para compartilhar sonhos costuma nos ajudar e dar forças para irmos além dos próprios limites. Pode ser com um colega de trabalho, amigo, esposa ou marido. A parceria que costuma dar certo é aquela que ocorre a relação ganha-ganha, uma ajuda mútua em prol do crescimento de ambos.

3) Sorte

 É preciso contar com a sorte e ela é atraída quando empregamos a seguinte equação: Preparação + Disciplina + Oportunidade = Sorte.

 

4) Social e espiritual

Não deixe de ajudar os indivíduos que mais carecem e se aproxime das pessoas que torcem verdadeiramente por você. Aliás, eu acredito que o grande amigo e parceiro não é aquele que chora com você na perda, mas sim, que sorri e se alegra com suas conquistas sem invejar.

Gosto muito de uma definição do Spencer Johnson: "É feliz quem valoriza o que tem. É infeliz que valoriza o que falta". É pertinente praticar o pensamento do cardeal Shellman: "Reze como se tudo dependesse de Deus e trabalhe como se tudo dependesse de você".

5) Foco

“Quem tem um ‘porquê’, enfrenta qualquer ‘como’." (Viktor E. Frankl)

Já reparou como diversas pessoas começam buscando uma coisa e, de repente, já estão mirando outra e, em seguida, aparecem correndo atrás de outra ideia ou sonho? Onde está o foco?

Por finalizar esta reflexão, analise como as pessoas atrelam sucesso apenas a dinheiro, poder, realização profissional. Eu acredito que o verdadeiro sucesso mesmo é ser feliz e fazer os outros felizes. Pare para pensar: de que adianta conquistar fama, dinheiro e não ter com quem compartilhar? Claro que isso é importante e deve ser almejado, mas o equilíbrio entre as áreas da vida é fundamental. Não há sucesso profissional que compense o fracasso pessoal. Aristóteles já disse: "A virtude está no meio".

Eu acredito que o verdadeiro sucesso é ser feliz e fazer os outros felizes.

Fonte: Erick Penna - Administradores.com

 

A mulher contabilista atrai novo modelo de gestão nos escritórios

Mulher-usando-notebook4 É fato: ter mulheres em cargos de liderança gera mais lucro às empresas e quem afirma isso é a recente pesquisa do Peterson Institute for International Economics (instituto voltado ao estudo de políticas econômicas internacionais) que ouviu mais de 22 mil empresas em 91 países. No mesmo estudo, é curioso notar que as empresas que aumentaram a presença feminina em até 30% nos cargos da alta gestão tiveram, em média, 15% de crescimento em sua rentabilidade. Mais curiosa ainda é a constatação de que as companhias de países que tinham maior número de meninas com altas notas em matemática eram mais propensas a ter mulheres nos cargos de gestão. Se antes era difícil encontrar mulheres no mercado de trabalho, esse cenário vem mudando rapidamente e, no âmbito contábil, a gestão feminina vem ganhando força ano após ano. A nova realidade dos escritórios, exige a revisão do modelo tradicional de trabalho, adotando novas tecnologias para ser cada vez mais produtivo e assim, competir em um mercado global e atender clientes exigentes e conectados. Se gerenciar uma empresa contábil em “águas calmas” já não é tarefa simples, fazer isso com o mar revolto é ainda mais desafiador. E esse é o momento atual, no qual o perfil de gestão feminina tem impacto direto em aspectos como: Alto desempenho dos colaboradores “A reunião de pessoas inteligentes não necessariamente forma uma equipe inteligente”, é o que afirma o pesquisador do MIT (Massachusetts Institute of Technology), Sloan Thomas Malone. Então, apenas contratar “mentes brilhantes” não significa que seu time será o melhor e mais competitivo do mercado. Em estudo sobre inteligência coletiva ficou provado que a inteligência individual é importante, mas ganha real valor quando associada a mais três fatores: maior número de pessoas participando das conversas (evitando discussões dominadas por poucos); à pessoas com maior percepção social e à presença de mulheres o grupo. Isso porque, a mulher no mercado de trabalho tem a capacidade de identificar as emoções das outras pessoas de maneira correta e usar essa informação a favor do time, extraindo melhor desempenho da equipe como um todo. Gestão das atividades Indissociável da gestão das pessoas está a gestão das atividades que elas têm para realizar, afinal, a mulher contabilista conhece bem o estresse que os profissionais enfrentam por conta de mudanças, prazos e riscos. O volume de tarefas que são realizadas simultaneamente em um escritório contábil é imenso, além dos clientes ligam a todo momento em busca das mais diversas orientações. A gestão feminina tem especial capacidade para coordenar esforços e organizar as demandas, bem como reduzir os riscos por sua capacidade de observar o todo e as pessoas envolvidas em cada demanda. Ainda de acordo com o estudo do MIT, “o modo de reunir pessoas em torno de tarefas e as técnicas de motivação usadas, também afetam a inteligência da empresa. Formas não hierárquicas, mais colaborativas têm maior potencial”, e é justamente o que as mulheres fazem de melhor. Adição de valor ao trabalho do escritório Ampliar a percepção de valor que os clientes têm sobre o trabalho do escritório contábil é um desafio constante. Diz o ditado que “quem vem por preço, por preço vai embora. Quem vem por valor, fica” e é aqui que a mulher contabilista oferece imensa contribuição. A elaboração de uma proposta de honorário contábil justa e rentável precisa ser seguida de uma conversa “olho no olho” e a negociação é fundamental. As duas ações demandam preparação prévia e de longo prazo e, de acordo com J.Augusto Wanderley, autor e palestrante especializado em negociação, as mulheres levam vantagem na execução de tarefas detalhadas e pré-planejadas. Além disso, a mulher trabalha melhor com a empatia, incentiva o outro a expor seus argumentos e ouve atentamente, inclusive analisando o tom de voz e a postura corporal. Esse conjunto de competências viabiliza melhor negociação e resultados positivos para o escritório. A mulher contabilista também demonstra uma melhor aceitação das tecnologias que fazem seu tempo render no escritório, afinal, suas atividades são múltiplas e não acabam quando ela sai da empresa. Esse “problema” beneficia a todos que podem contar com uma rotina mais eficiente e assertiva. Por todos esses motivos, a evolução da gestão feminina no mercado contábil é um caminho sem volta que trará vantagens para escritórios e clientes em termos de rentabilidade e competitividade da operação. Fonte: Portal Contábeis

7 conselhos de carreira que ninguém dá (mas que valem ouro)

vitoria O mundo do trabalho anda imprevisível. Cortes, reestruturações e demissões constantes deixam o mercado cada vez mais hostil e competitivo. Tudo sem previsão de melhora. Nesse contexto de crise, é natural sentir muitas dúvidas quanto ao próprio futuro profissional. Como se diferenciar de outros candidatos a um emprego? Quais critérios levar em conta para aceitar ou não uma proposta? Como ser feliz em ambientes de trabalho a cada dia mais tensos? É claro que receitas mágicas não existem, mas certos conselhos de carreira podem fazer toda a diferença para a sua trajetória. O detalhe é que alguns deles — talvez os mais valiosos — desafiam o senso comum e não costumam ser dados com frequência. Com a ajuda de três especialistas no assunto, EXAME.com complilou algumas dicas que fogem do habitual e podem ser surpreendentemente úteis para driblar as adversidades do mundo do trabalho. É o que você vê a seguir: 1. Não ignore o seu lado “irracional” O universo corporativo cultua o raciocínio lógico, mas o instinto também tem um papel essencial para o sucesso, diz a coach Marie-Josette Brauer, presidente do Innovation Coaching Center. Segundo ela, seguir pressentimentos sobre uma situação ou pessoa pode levar a decisões estratégicas. “A intuição pode ser ouvida nos momentos mais inesperados, e possivelmente quando for mais necessária”, diz. “É nas horas mais difíceis que ela será mais confiável e útil”. 2. Estude muito, mas não se esqueça de viver Brauer é uma entusiasta dos livros, e até indica títulos clássicos sobre carreira que podem mudar a sua vida. Ainda assim, ela ressalta que o conhecimento adquirido em obras escritas ou cursos não é mais relevante do que aquele trazido pela experiência prática. Aulas e leituras são fundamentais para a carreira, mas não substituem a vida real: nem o profissional mais estudioso chegará muito longe se não explorar o mundo, trocar ideias com outras pessoas e encarar desafios com a própria pele. 3. Saiba desistir Muitos livros de autoajuda descrevam a persistência como o grande diferencial dos vencedores. Não é bem assim. Para o escritor e palestrante Roberto Shinyashiki, presidente da Editora Gente, a melhor resposta a certos impasses pode ser simplesmente “jogar a toalha”. Está área que claramente não tem nada a ver com você? Mudou de profissão e não vai usar mais nada do que aprendeu na faculdade? O conselho do especialista é direto: abandone o que não funciona mais. Às vezes é preciso se libertar de escolhas que antes pareciam incontestáveis — ou você nunca se entregará totalmente a projetos novos e mais promissores. 4. Não se desvie do seu caminho por pequenas recompensas Poucas pessoas se dão conta de que a ambição às vezes pode prejudicar o sucesso. De acordo com Shinyashiki, muitos profissionais perdem o foco das suas carreiras atraídos por projetos menores que oferecem algum dinheiro extra. “Não vale a pena sair de um emprego interessante ou se distanciar de uma área promissora só para ganhar um ‘dinheirinho’ a mais”, diz o escritor. Daí a importância de cuidar das suas finanças pessoais e jamais permitir que a gestão da sua carreira se torne refém da necessidade de pagar as contas. De certa forma, é nadar contra a corrente: uma recente pesquisa da consultoria McKinsey revelou que metade dos brasileiros diz viver "de salário em salário", sem nenhuma margem de segurança financeira. 5. Mantenha certas pessoas a uma “distância segura” Por melhor que seja o clima na sua empresa, é provável que haja pelo menos uma pessoa que contamina as demais com a sua negatividade. Segundo Brauer, é importante reconhecer o mais rápido possível essas personalidades, e dar um jeito de gerenciá-las. “A figura tóxica do seu ambiente de trabalho pode ser um superior, um cliente, um colega”, explica a coach. “O importante é identificar essa pessoa e não deixá-la estragar o seu dia, ou mesmo atrasar o seu percurso até um objetivo profissional”. 6. Não espere que o seu empregador faça você feliz Como o engajamento se tornou um ingrediente obrigatório para o sucesso de um negócio, o bem-estar dos funcionários está virando uma preocupação crescente no mundo corporativo. Não é por acaso que empresas como o Google têm apostado em escritórios cada vez mais repletos de "mimos" e benefícios. Mas será que o empregador é o único que deve lutar pela sua satisfação? Na verdade, diz Brauer, essa é uma batalha pessoal e intransferível. “Enxergue seu ambiente de trabalho como um espaço em que cada um deve criar a sua felicidade”, afirma. Para aliviar o cotidiano, é melhor tirar o peso das dificuldades e cuidar do seu próprio bem-estar. 7. Não seja modesto demais Fazer marketing pessoal não é fácil, sobretudo porque a prática é muitas vezes confundida com arrogância. “Em países latinos como o Brasil, existe uma certa vergonha em dizer que você é bom em alguma coisa”, afirma Fabrício Barbirato, diretor do IDCE (Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos). Esconder as suas próprias qualidades, na tentativa de preservar a modéstia, pode ser um grande erro na visão do especialista. Criar uma “marca pessoal” é essencial para ser lembrado. “Nunca desperdice a oportunidade de falar sobre algo que você fez bem”, diz Barbirato. Se souber usar o tom adequado e mencionar acontecimentos concretos, a fala dificilmente será vista como pedante. Fonte: Exame.com

Sete ações que impedem você de progredir

size_810_16_9_homem-pensativo Muita gente reclama que tem dificuldade de fazer a vida sair do lugar, evoluir e progredir. Para falar sobre essa questão, antes de tudo, devemos ter a clareza de que ação e evolução são bem diferentes. Em outras palavras, as pessoas estão agindo demais e evoluindo pouco. É como se estivessem em uma roda gigante, que gira o tempo todo, mas não sai do lugar. Nela, você até tem a sensação de que está se movendo, porém sempre volta ao mesmo ponto. Para auxiliar as pessoas que estão com dificuldades de progredir, selecionei sete ações que interferem diretamente na evolução da vida. São elas: 1 - Não saber gerenciar o próprio tempo Quando a pessoa não tem tempo, ela não consegue desenvolver os seus projetos e faz apenas aquilo que dá para ser feito, no lugar de realizar o que é necessário. Isso tem muita diferença e, caso queira progredir, aprenda a gerenciar seu tempo. 2 - Não estar bem fisicamente Quando uma pessoa não está bem fisicamente, ela fica mal, cansada, com dor de cabeça crônica e não encontra disposição para realizar aquilo que deveria fazer. Ou seja, a vida fica estacionada. O corpo é uma máquina e serve de base para as nossas emoções, foco e concentração. Aprenda a cuidar de você, isso vai te ajudar em todos os sentidos. 3 - Se preocupar muito com o passado Algumas pessoas têm dificuldade de progredir, pois só sabem olhar para o que ficou para trás e reclamar da situação. Esqueça o passado e olhe para frente, só assim é possível seguir e evoluir de verdade. 4 - Não fazer nada de diferente Se você avaliar como foram os últimos anos das pessoas que não progrediram, notará que elas estão apenas repetindo o que já fizeram. Às vezes, até muda uma coisinha ou outra, mas no fundo é tudo igual. É preciso mudar de verdade e fazer algo radicalmente diferente. Claro, com os pés no chão e planejado, mas faça. Do contrário, você vai ter sempre a sensação de que o resultado é o mesmo. 5 - Falta de visão de futuro As pessoas que são focadas demais no hoje não conseguem evoluir. Muitas vezes, o hoje frustra. Isso porque em determinados momentos você não está legal e fica com a sensação de que a vida que está levando não condiz com o que você pode fazer. Todo mundo, não importa quem seja, tem capacidade de fazer mais, ir além, evoluir e ser uma versão melhor dela mesma. Isso é progredir. 6 - Seu networking não te ajuda a evoluir Quem está ao seu redor pode ter uma cabeça pequena, com uma mentalidade pessimista. Esses indivíduos têm o hábito de puxar as pessoas para o mesmo padrão de comportamento que eles vivem, impedindo que quem está ao redor deles progrida. Encontre pessoas diferentes, participe mais de feiras, cursos ou de meetups, que são reuniões rápidas em que se tem a oportunidade de conhecer muita gente. O importante é enxergar que, ao mudar seu network, você consegue alterar o seu resultado também. 7 - Mude sua perspectiva de rotina Se você olha para o teu hoje e acha que tudo é chato, um porre, pense o seguinte: o seu hoje não está legal, mas, a partir deste momento, faça de tudo para ter uma nova versão de você mesmo. Ao mudar a perspectiva do hoje, é possível ter mais oportunidades, encontrar pessoas diferentes e realizar atividades diferentes. Esses são apenas alguns insights que vão te ajudar a sair do lugar. Existem diversas ações que também podem contribuir. O importante é que você encontre meios para sair da mesmice e fazer a sua vida progredir. Fonte: Administradores.com

Motivação e mudança

Você já parou para pensar o quanto é importante motivar as pessoas de sua equipe? Já pensou sobre quais os benefícios de uma equipe motivada pode trazer para sua empresa? Tenho certeza de que se você trabalha com pessoas e precisa de melhores resultados já refletiu sobre essas perguntas, e quando ainda se perguntava sobre elas surgiu uma terceira pergunta: Como motivar minha equipe para que haja uma mudança nos resultados? A primeira coisa que temos que levar em consideração é que o ser humano não é uma ciência exata. A Gestão de pessoas requer muito mais que regras pré-fabricadas, precisa de muita perspicácia e muita atenção para tratar cada caso com a complexidade que eles exigem, por que o ser humano é complexo por natureza.

Sou palestrante "inspiracional", geralmente quando uma empresa me contrata para “motivar” uma equipe de vendas, me perguntam sobre o efeito que isso irá causar nos resultados das equipes, no Faturamento da empresa e minha resposta é sempre a mesma: Não sei! – logo darei o motivo da resposta. Todos ficam atônitos com minha resposta. É nessa hora que os faço pensar sobre alguns fatores da motivação e da mudança, que veremos a seguir. Precisamos entender que motivação está intrinsecamente ligada à mudança.

Não precisamos motivar a ninguém a fazer o que gosta de fazer. Tentamos motivar as pessoas para que elas mudem o que estão fazendo ou para que elas alcancem melhores resultados no que já estão fazendo. O os gestores, por vezes, esquecem é que pessoas são dotadas de vontades próprias e ninguém consegue forçar uma pessoa a fazer o que ela não quer fazer, a não sobre grave ameaça, o que não é o caso aqui. Nenhum especialista em PNL, Coaching e etc. é capaz de motivar uma pessoa sequer a fazer qualquer coisa, a não ser que seja despertado um desejo. A motivação não é um fator externo e nenhum fator externo é forte o suficiente para motivar uma pessoa. Então, o que fazer quando as pessoas de sua equipe não querem fazer o que você precisa que seja feito? Não é o que digo que motiva uma pessoa, mas a vontade de mudar a motiva! O que motivam as pessoas são os motivos. Não temos o poder de motivar, mas podemos inspirar as pessoas a terem um motivo que as motive. Quantas pessoas você conhece que emagreceu por que você disse que ela estava acima do peso? Quantas pessoas você conhece que emagreceu por que o medico disse que se elas queriam viver mais deveriam emagrecer? Qual é a diferença? Você apenas disse que a pessoa precisava emagrecer, o médico deu um motivo pelo qual ela devesse emagrecer. Para facilitar as coisas para você, sempre que pensar em “motivação” pense em dar num motivo. Dar um motivo é na verdade explicar o porquê que a mudança se faz necessário.

Quando damos um motivo para que as pessoas mudem ou façam algo, devemos levar em consideração a explicação de pelo menos três fatores que nortearão a pessoa nas próximas ações, são eles:

  • Porque a mudança é necessária
  • O que eu ganho ao mudar
  • O que eu perco ao mudar

Dentre os três fatores acima o mais importante e igualmente mais complexo é o de fazer a pessoa entender o porquê que a mudança é necessária, isso mexe com qualquer pessoa. Se você é um palestrante e uma pessoa olha para você e diz que você precisa melhorar, com certeza você não ficará satisfeito, por que na verdade todos achamos que estamos fazendo o melhor e quando o nosso melhor é colocado em cheque, nos causa frustração e um sentimento ruim de que não estamos agradando. Nossa mente começa a criar situações do tipo: Será que outras pessoas já pensaram em me dizer isso... Será que não passei naquele teste por causa disso... Você não pode simplesmente querer que as pessoas mudem, elas precisam entender o que mudou a sua volta e o como essa mudança está impactando no comportamento dela.

Pessoas evitam mudanças a todo custo por que sabem que mudanças geram perdas e por isso devemos sempre valorizar o que a pessoa tem a ganhar, mas sem ser insensível com aquilo que a pessoa perdeu. Supervalorizar o que se perde é tão prejudicial quanto fingir que nada aconteceu! Quando estamos prestes a iniciar um processo de mudança, de qualquer natureza que seja, a única coisa que sabemos é que estamos perdendo algo, e não temos garantia do que vamos ganhar e essa sensação de insegurança faz com que muitas pessoas nem pensem em mudar. Uma das formas de ajudar as pessoas que estão vivendo momento de perdas é reconhecer isso. Como assim? Um Jovem que está prestes a casar-se com uma bela moça, está perdendo sua vida de solteiro e por isso ele faz a despedida de solteiro uma festa para o que está acabando. Sua empresa pode sim, reconhecer as perdas de diversas maneiras. Uma das coisas que atrapalham o processo de mudança é o nosso passado. O passado é nosso, não podemos simplesmente apagá-lo.

Toda mudança traz consigo uma carga emocional muito grande das nossas decepções, o que começamos e não terminamos e do que nos demos mal ao tentar mudar. O que devemos fazer é reconhecer os passos que damos para frente e relevar os passos que demos para trás. Não existe nada mais frustrante do que olharmos apenas para os passos que damos para trás. Isso acontece muito com alguém que está motivado a emagrecer. A pessoa está focada a semana toda e segue à risca a dieta, mas no final de semana, quer comer um chocolate. Na segunda-feira seguinte ela abandona a dieta, porque comeu o chocolate, jogando fora tudo o que fez na última semana. O que precisamos trazer a reflexão é que como seres humanos, somos diferentes mesmo quando falamos sobre fatores que nos motivam. Muitos gestores e supervisores querem burlar a máxima de que somos seres únicos, e tentam a todo custo reproduzir fórmulas exatas nos processos de gestão de pessoas. O malefício desta falha não traz prejuízo apenas para a organização, mas também abala a eficácia da equipe que talvez nunca chegue ao patamar a que são motivados a chegar. Usar uma única estratégia para todos é inadequado. É por isso que não sei se uma palestra motivacional contribui para que o resultado do grupo melhore, talvez uma ou outra pessoa melhore, mas como grupo não podemos afirmar. Sem dúvida manter uma equipe consistente é a coisa mais fácil de fazer e de justificar, porém será que conseguiremos os melhores resultados colocando todos em uma forma?

Fonte: Davidson Justi - Administradores.com