Sete ações que impedem você de progredir

size_810_16_9_homem-pensativo Muita gente reclama que tem dificuldade de fazer a vida sair do lugar, evoluir e progredir. Para falar sobre essa questão, antes de tudo, devemos ter a clareza de que ação e evolução são bem diferentes. Em outras palavras, as pessoas estão agindo demais e evoluindo pouco. É como se estivessem em uma roda gigante, que gira o tempo todo, mas não sai do lugar. Nela, você até tem a sensação de que está se movendo, porém sempre volta ao mesmo ponto. Para auxiliar as pessoas que estão com dificuldades de progredir, selecionei sete ações que interferem diretamente na evolução da vida. São elas: 1 - Não saber gerenciar o próprio tempo Quando a pessoa não tem tempo, ela não consegue desenvolver os seus projetos e faz apenas aquilo que dá para ser feito, no lugar de realizar o que é necessário. Isso tem muita diferença e, caso queira progredir, aprenda a gerenciar seu tempo. 2 - Não estar bem fisicamente Quando uma pessoa não está bem fisicamente, ela fica mal, cansada, com dor de cabeça crônica e não encontra disposição para realizar aquilo que deveria fazer. Ou seja, a vida fica estacionada. O corpo é uma máquina e serve de base para as nossas emoções, foco e concentração. Aprenda a cuidar de você, isso vai te ajudar em todos os sentidos. 3 - Se preocupar muito com o passado Algumas pessoas têm dificuldade de progredir, pois só sabem olhar para o que ficou para trás e reclamar da situação. Esqueça o passado e olhe para frente, só assim é possível seguir e evoluir de verdade. 4 - Não fazer nada de diferente Se você avaliar como foram os últimos anos das pessoas que não progrediram, notará que elas estão apenas repetindo o que já fizeram. Às vezes, até muda uma coisinha ou outra, mas no fundo é tudo igual. É preciso mudar de verdade e fazer algo radicalmente diferente. Claro, com os pés no chão e planejado, mas faça. Do contrário, você vai ter sempre a sensação de que o resultado é o mesmo. 5 - Falta de visão de futuro As pessoas que são focadas demais no hoje não conseguem evoluir. Muitas vezes, o hoje frustra. Isso porque em determinados momentos você não está legal e fica com a sensação de que a vida que está levando não condiz com o que você pode fazer. Todo mundo, não importa quem seja, tem capacidade de fazer mais, ir além, evoluir e ser uma versão melhor dela mesma. Isso é progredir. 6 - Seu networking não te ajuda a evoluir Quem está ao seu redor pode ter uma cabeça pequena, com uma mentalidade pessimista. Esses indivíduos têm o hábito de puxar as pessoas para o mesmo padrão de comportamento que eles vivem, impedindo que quem está ao redor deles progrida. Encontre pessoas diferentes, participe mais de feiras, cursos ou de meetups, que são reuniões rápidas em que se tem a oportunidade de conhecer muita gente. O importante é enxergar que, ao mudar seu network, você consegue alterar o seu resultado também. 7 - Mude sua perspectiva de rotina Se você olha para o teu hoje e acha que tudo é chato, um porre, pense o seguinte: o seu hoje não está legal, mas, a partir deste momento, faça de tudo para ter uma nova versão de você mesmo. Ao mudar a perspectiva do hoje, é possível ter mais oportunidades, encontrar pessoas diferentes e realizar atividades diferentes. Esses são apenas alguns insights que vão te ajudar a sair do lugar. Existem diversas ações que também podem contribuir. O importante é que você encontre meios para sair da mesmice e fazer a sua vida progredir. Fonte: Administradores.com

Dicas sobre como empreender e ter sucesso na contabilidade

Smiling Businessman Você que ter sucesso na contabilidade? Veja quais são as atitudes adequadas para ser bem-sucedido no seu empreendimento, de acordo com Fábio Moreira, fundador do Contador de Sucesso: 1. Foco Não adianta ficar dando tiro para todas áreas, o resultado não aparece dessa forma. É preciso FOCAR em um nicho especifico e ser especialista nesse nicho. Por exemplo: microempresas de prestação de serviço enquadradas no Simples Nacional. Mas cada um tem um nicho que mais gosta, que tem mais proximidade, logo, essa escolha é bem pessoal. Outro ponto importante é amar o que se faz. Resumindo, a primeira dica é FOCAR no nicho. 2. Siga um método Siga um método, não saia fazendo as coisas de qualquer forma. Procure informações, alguém que já faz bem o que você pretende fazer. No caso em questão, quando falo em seguir um método, é dedicar-se a fazer um site apresentável e que vá direto ao ponto relevante para o seu nicho. Em outras palavras, que seja objetivo. 3. Persistência No começo, os resultados não aparecem porque ninguém te conhece ainda. Mas como driblar esse começo? Marketing Digital. É através dele que você vai conseguir ser conhecido, dar um salto de produtividade e colher resultados. É claro que investir em conhecimento e ferramentas também é muito importante, mas, sem marketing, sem resultados! Porém, como isso pode levar um tempo, é preciso ter persistência, é preciso se manter com seu objetivo e nunca desistir com a primeira pedra que aparecer. Para finalizar, não se esqueça da segunda dica e SIGA UM MÉTODO. 4. Paciência Tenha paciência, ninguém nasce sabendo e o resultado não vem de uma hora para outra. Mais uma vez, lembre-se sempre das dicas anteriores, pois elas serão primordiais para o sucesso:  FOCO, SIGA UM MÉTODO e tenha PERSISTÊNCIA. 5. Resultado Resultado é o que todo mundo busca. Ele deve ser positivo e, seguindo-se as dicas anteriores, com certeza será. Invista seu tempo e sua força em processos que deem um resultado positivo. Não falei aqui nada sobre processos contábeis e tributários porque, na realidade, esses são o meio do processo. É claro que tem que se prestar um serviço de qualidade, seguir os procedimentos contábeis e fiscais e atender aos prazos. Mas, sem o início, não podemos falar do meio, então, FOCO em estruturar o seu terreno para atingir os seus objetivos rumo ao SUCESSO! Fonte: Portal Contábeis

Confira dicas de proteção contra fraudes de cartão de crédito

cyber-criminal-hacker-e1389954718504 Ter um cartão de crédito facilita a vida do consumidor, mas é preciso cuidado para evitar que criminosos utilizem os dados ilegalmente. Apesar de os golpes estarem cada vez mais sofisticados, algumas atitudes dos consumidores também podem facilitar o roubo, tais como utilizar sites desconhecidos para fazer compras.

Pesquisa da ClearSale, empresa especializada em detectar fraudes em transações financeiras, mostra que, no Brasil, cibercriminosos tentaram fraudar R$ 3.610,20 a cada minuto no ano passado.

Veja dicas para evitar golpes com cartão Veja, a seguir, 17 dicas para evitar que os dados do cartão caiam nas mãos de criminosos. As informações foram oferecidas pelas assessorias de imprensa da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Procon-SP e Serasa Experian; por Jerome Pays, diretor de e-commerce da Lyra Network, empresa especializada na transmissão de dados para transações eletrônicas; Maria Inês Dolci, da Proteste; e Omar Jarouche, gerente de Inteligência Estatística da ClearSale.

1) Não deixe o cartão ser levado para longe de você. Peça a máquina.

2) Esconda o teclado ao digitar a senha, e nunca a informe para ninguém. Os bancos não ligam pedindo esses dados. Não crie senhas fáceis demais, como datas de aniversário, número de telefone, placa de carro ou sequência de números. E nunca guarde a senha junto com o cartão.

3) Não preencha cadastros nem faça compras em sites desconhecidos. Na dúvida, procure informações nos Procons. O Procon-SP disponibiliza uma lista de sites não recomendados (clique no link encurtado e seguro: http://zip.net/bgnDcw). 4) Verifique se o site tem certificado de segurança: veja se o http do endereço vem acompanhado de um “s” no final (https) e se aparece um cadeado à esquerda do endereço. Há ainda certificados que fazem o fundo do endereço ou o nome do site ficarem verdes (conforme o navegador). 5) Confira se o site é mesmo da loja ou banco. Fraudadores fazem cópias idênticas. Veja o endereço que aparece quando você clica em algum link. 6) Desconfie de ofertas boas demais. Provavelmente o endereço será uma tentativa de ‘phishing’, isto é, quando um hacker tenta obter senhas e dados bancários por um link falso. 7) Não compartilhe dados pessoais nas redes sociais, como fotos de documentos. Isso ajuda golpistas a se passarem por você. 8) Não faça compras nem acesse o site do banco usando redes públicas de internet. Se usar computadores compartilhados, ao terminar, faça o logoff das suas contas (e-mail, internet banking, redes sociais etc.). 9) Ao entregar o cartão para um pagamento, confira ao receber de volta. Pode haver troca sem perceber. Cuidado com esbarrões, porque também podem tentar trocar seu cartão. 10) Não use telefones de desconhecidos, especialmente celulares, para se comunicar com o banco. Os dados ficam gravados na memória do aparelho. 11) Peça a sua via do comprovante de venda e confira o valor da compra. 12) Ao sair, só leve cartões se for utilizá-los. Em viagem, se não for usar, deixe no cofre do hotel. 13) Destrua completamente o chip se precisar se desfazer do cartão. Fonte: Jornal Contábil

7 atitudes que fazem sua empresa naufragar

Business-woman-using-computer-looking-tired-1367992 Empreender em uma crise econômica é como velejar em mares bravos: muitos negócios acabam naufragando, e sobrevivem apenas aqueles que possuem bons velejadores. Por isso, para obter sucesso na sua jornada, é preciso prestar atenção também nas suas próprias atitudes. “É difícil culpar totalmente o empresário: é como culpar o condutor de um navio quando há um furacão”, diz Alberto Ajzental, professor de estratégia e marketing da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Porém, algo que pode acontecer é o gestor cometer uma falha inconsciente: ele pode errar o mercado; ou ele pode acertar o mercado e errar na solução; ou ainda pode acertar nesses dois pontos e errar na execução.” Fernando Góes, empreendedor e sócio da consultoria Ockam, concorda com a importância das decisões tomadas pelo dono do negócio na hora de obter sucesso ou não. “As questões comportamentais são determinantes e, na crise, elas se acentuam, porque as falhas pesam mais. Mas, no fim, a raiz está no comportamento do empreendedor.” Segundo Tiago Oliveira, sócio da consultoria Brapartner, as decisões erradas acontecem muito porque o empreendedor não sabe se adaptar a novos momentos econômicos. “Em tempos de incerteza, o primeiro passo é analisar a situação da sua empresa. Não adianta você ter uma mentalidade de empresa grande quando seu empreendimento está encolhendo, por exemplo. Dê um passo para trás e planeje.” Quer enfrentar a crise econômica? Então, conheça atitudes que devem ser erradicadas da gestão e veja se você pratica alguma delas no seu dia a dia: 1. Olhar apenas para seu próprio umbigo Como você decide qual produto ou serviço lançar no mercado? Se toda sua pesquisa se resume aos seus próprios interesses, há uma grande chance de não obter demanda suficiente para sua atividade vingar. “Olhe a partir da perspectiva de quem vai comprar”, recomenda Ajzental. “Você é apenas você; é necessário ver o que seu cliente acha. Esse é um grande erro na linha de marketing e mercado.” Ter uma relação com um negócio como se fosse um reflexo seu é muito inspirador, mas crenças muito fortes na ideia fazem os empreendedores acharem que só ela já é suficiente para obter sucesso, diz Góes, da Ockam. “Os donos de negócio esquecem que é preciso ter habilidade de liderança e de relacionamento com clientes, por exemplo. A paixão pelo negócio não substitui o desenvolvimento de algumas competências, por mais que a ideia seja muito boa.” 2. Esquecer de olhar para fora do seu negócio Uma atitude parecida com a anterior é não observar o que ocorre além das fronteiras da sua empresa, com o objetivo de analisar tendências e estratégias. Participar da realidade e conversar com quem está fora do seu escritório é uma atitude chamada popularmente de “colocar a barriga no balcão”, explica Góes. “É fácil perder essa atitude diante da burocracia do negócio. Isso é fatal, porque o cliente é nosso chefe, e perder esse contato faz com que ele fique cada vez menos fiel. Crie um elo estratégico e não deixe de ir ao mercado.” Mas como aproveitar esse conselho, na prática? ”Visite os concorrentes; coloque-se no lugar do seu cliente e veja as experiências pelas quais ele passa; analise o que ocorre em negócios do mundo todo; e esteja antenado com as notícias publicadas na mídia”, aconselha Ajzental, da FGV. 3. Não atender bem o cliente, inclusive na hora das reclamações É preciso respeitar o cliente, da forma mais ampla possível, diz Ajzental. Quer seja entregando aquilo que ele deseja quer seja ouvindo-o nas reclamações. “Você precisa ter um canal aberto com os consumidores. Não abrir um SAC já é loucura; mas, além de abrir, é preciso ouvir o que os consumidores dizem e fazer uma reflexão, saindo apenas das meras desculpas. Especialmente hoje, com as redes sociais: se você trata mal, todo mundo fica sabendo. E isso acontece, geralmente, por detalhes.” 4. Descartar a opinião dos seus funcionários Não pense que sua empresa é formada por você no topo e todo o resto na base, apenas obedecendo. Cada vez mais, os negócios adotam um modelo decisório que recebe sugestões de vão de baixo para cima – e isso porque tal processo traz melhores resultados. “Os empregados que estão em operações todos os dias podem trazer ideias práticas. Por exemplo, quem está em vendas sabe o que o cliente quer ou por que ele saiu da sua loja”, explica Ajzental, da FGV. “A informação tem que fluir nos dois sentidos dentro da empresa. Isso é bom para os negócios e, ao mesmo tempo, seus funcionários se sentem importantes.” Ignorar seus empregados tem outra consequência que pode naufragar sua empresa no futuro: não preparar pessoas que possam assumir tarefas difíceis ou, até mesmo, sucedê-lo no negócio caso algo aconteça. “É preciso preparar o herdeiro ou pessoas capacitadas desde cedo para assumir a empresa. Na crise, esses preparados poderão colocar a mão na massa e ajudá-lo”, diz Oliveira, da Brapartner. “Com isso, o empreendedor pode decidir junto com duas ou três lideranças já treinadas. Há várias frentes de pensamento e, com isso, maior atuação.” 5. Confundir finanças da empresa com as da casa Mesclar finanças da empresa com as pessoais é um erro clássico dos empreendedores na hora de organizar as contas – especialmente para os pequenos negócios. “Em negócios em que só o empreendedor compõe a empresa, há dificuldade em estabelecer a divisão do que é dele e do negócio. Há uma ideia de que é tudo a mesma coisa”, diz Góes. “Muitos naufragam porque usam um dinheiro que não era para ser usado, e não entendem a retirada saudável por conta da falta de conhecimento financeiro. Esse é um erro comum principalmente quando o negócio está indo bem: o empreendedor muda de padrão de vida e começa a sacar de acordo com isso.” Quando a recessão econômica chega, o dono de negócio acaba não reajustando o salário que retira do negócio todos os meses. “Às vezes, o empreendedor acha que a empresa tem obrigações com ele, como garantir seu padrão de vida. Em épocas de recessão, então, esse negócio fica dependente de financiamentos. A falência fica a um passo”, afirma Ajzental, da FGV. 6. Ignorar a situação financeira do negócio O fluxo de caixa (sabe o que é?) precisa ser visto todos os dias, para que o empreendedor analise se as finanças da empresa estão saudáveis ou não. Assim, você evita depender de outras instituições para garantir a sobrevivência da empresa, diz Ajzental. “Tenha muito cuidado ao ir ao banco e pagar juros - especialmente no Brasil, que possui uma das taxas mais altas do mundo. Nesses financiamentos, você deixa de trabalhar para seu negócio e começa a trabalhar para o banco.” Os aspectos internos da empresa são muito importantes, mas muitos empreendedores se esquecem deles e focam mais na venda do produto. “Há casos em que as vendas só aumentam, mas a empresa tem prejuízo e o empreendedor não sabe o porquê”, conta Oliveira. “Pode haver uma inadimplência alta ou gastos não computados na contabilidade. O dono do negócio só costuma saber disso quando a bomba estoura.” 7. Por fim, não sentir necessidade de melhorar Para nenhuma atividade o empreendedor deve atingir um certo ponto, dizer que “chegou lá" e parar por aí. “Não existe esse ponto. Você sempre deve melhorar e se aprimorar, colocar-se para fora da sua zona de conforto por si próprio - antes que outra pessoa o obrigue a sair dela, diante de uma falência próxima”, aconselha Ajzental, da FGV. “Os mercados estão cada vez mais dinâmicos, e você não pode ser estável.” O empreendedor não pode se afogar na crise e deixar de pensar em formas de sair dela, culpando apenas a falta de dinheiro, diz Góes, da Ockam. “Fazendo do mesmo jeito, o resultado irá continuar ruim. Não estamos falando de criar um Google ou um Uber: pode ser um jeito diferente de conseguir clientes ou entregar produtos, por exemplo.” Por fim, é preciso abandonar a ideia de que fazer mudanças significa um fracasso. “Os empreendedores são gente e possuem ego. Mas, às vezes, é necessário ajustar-se ao mercado: fazer alterações na sua ideia, por exemplo. É difícil um empresário tomar essa decisão, porque é como voltar para trás. Mas é necessário”, completa Oliveira, da Brapartner. Fonte: Exame

Como aumentar o valor dos serviços contábeis

Mature-Businessman-Thinking Um dos temas mais frequentes em encontros de empresários do setor contábil é a valorização dos seus serviços por parte dos clientes.
Nunca se discutiu tanto o assunto. Contudo, raras são as abordagens racionais, ou mesmo científicas em torno do tema. Em geral, limitam-se à lamentação e à expressão do desejo do surgimento de uma valorização a partir de causas externas. Seria como, se algum fator extraordinário e externo ao ambiente pudesse convencer os clientes sobre a valorizar os serviços contábeis.

Sonhar não custa. Ou melhor, custa sim: ao colocar em fatores exógenos à responsabilidade pela criação de valor aos serviços prestados, perdemos tempo. Não custa lembrar que “time is money”. Ainda mais em uma era onde o tempo é medido em segundos, não em meses.

Enfim, você sabe o que é valor? Do ponto de vista científico, mercadológico, Tom Snyder e Kevin Kearns, no livro “How to Scaping The Price Driven Sale – How World Class Seller Create Extraoridnary Profit”, definem a seguinte fórmula:

VALOR PERCEBIDO PELO CLIENTE = BENEFÍCIOS – CUSTOS

Vamos tomar um cenário baseado em situações reais do mercado de serviços contábeis para analisar esta simples, porém profunda equação.

Imagine um escritório contábil tradicional que atenda pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional. Esta organização processa a folha de pagamentos e realiza a escrituração fiscal e contábil de seus clientes. Todo mês recolhe os documentos físicos, os processa e entrega as guias de recolhimento dos tributos e demais documentos, também em papel. Calcula primorosamente os valores e preza pela qualidade do cumprimento das obrigações acessórias. O valor médio dos honorários mensais cobrados por cliente é de R$ 800,00.

Este mesmo escritório agora se sente ameaçado por um concorrente que realiza os mesmos serviços, mas coleta os documentos dos clientes por meio de um portal eletrônico e disponibiliza guias e documentos resultantes dos processamentos contábil e fiscal, bem como folha de pagamentos, também via portal digital. Mesmo cobrando honorários mensais iguais à média de mercado, ele vem conseguindo captar uma quantidade significativa de novos clientes.

Por que isso aconteceria? Em ambas as situações, os benefícios são os mesmos (conformidade legal do ponto de vista contábil, tributário e trabalhista)? Será que os custos, sob a ótica do cliente, também são os idênticos?

Quando analisamos os custos desta equação, devemos considerar tudo o que é gasto em termos de desembolso financeiro e em tempo despendido para consumir os serviços, e não apenas o preço cobrado pelo fornecedor. Assim, o custo do primeiro escritório é maior que o do segundo, pois o tempo para organizar, entregar e arquivar os documentos físicos, por parte do cliente, é maior do que quando o mesmo processo é feito em meio digital. Por outro lado, o segundo escritório oferece um benefício adicional: a conveniência da coleta e acesso aos documentos 24 horas por dia, 7 dias por semana. Assim, é evidente que o valor ofertado pelo segundo é maior que o do primeiro. Vejamos então a equação mais detalhada: VALOR PERCEBIDO PELO CLIENTE = BENEFÍCIOS – CUSTOS PARA USO DOS SERVIÇOS Agora, vamos imaginar um terceiro caso, no qual o escritório, além do portal, disponibiliza um sistema financeiro para controle de contas a pagar, receber e faturamento para seus clientes. Neste caso é importante perceber que a atuação é segmentada, ou seja, os clientes são prestadores de serviços. E, à medida que o sistema é utilizado pelo cliente, os movimentos contábeis e fiscais são registrados pelo escritório, automaticamente. Os benefícios deste terceiro escritório vão além da conformidade legal e da comodidade. Adicionalmente ele oferece ferramentas de apoio à gestão dos clientes. Analisando os três casos, podemos perceber que a introdução de uma inovação no modelo de negócios do segundo escritório aumentou os benefícios percebidos pelos clientes e reduziu um pouco o custo de utilização dos serviços do escritório. Ou seja, aumentou valor! O terceiro caso apresentou uma inovação disruptiva agregando de forma significativa benefícios para os clientes e reduzindo drasticamente os custos de utilizador dos serviços. Adicionalmente, o modelo de negócios do terceiro caso permite ainda uma significativa redução de custos operacionais dos escritórios, viabilizando uma redução de preços cobrados, quando (e se) for necessário. Em dezembro de 2015, os professores da Harvard Business School Clayton M. Christensen e Rory McDonald, juntamente com o diretor da Deloitte Consulting Michael E. Raynor publicaram na Harvard Business Review, o artigo “What Is Disruptive Innovation?”. Neste artigo eles explicam que a receita para a inovação disruptiva é clara: identifique quais tarefas os clientes precisam fazer; segmente clientes por tarefas (não por produtos, tamanho, ou qualquer outra característica demográfica); desenvolva soluções básicas, de baixo custo, que permitam que as tarefas dos clientes sejam feitas de uma nova maneira: mais simples, mais rápida e mais barata. Assim, se o seu escritório contábil quiser de fato ser valorizado, é fundamental começar a utilizar as técnicas e metodologias da ciência mercadológica, vulgarmente conhecida como marketing, para introduzir inovações aos seus serviços. Acreditar que frases de efeito, ou que movimentos exógenos irão milagrosamente aumentar a percepção de valor por parte dos clientes não é exatamente uma postura profissional, muito menos empreendedora. Enfim, não esqueça: “não há nada que substitua o trabalho árduo”. Mesmo um gênio como Thomas Edison (1847-1931), que registrou nada menos do que 2.332 patentes, acreditava que sem trabalho não há sucesso. Portanto, para conquistar a valorização dos seus serviços, siga as recomendações da ciência do mercado: segmente e inove! Ah, e não espere por milagres: estude e persista! Fonte: Jornal Contábil

Por que contadores são essenciais para o sucesso de qualquer empresa?

vitoria   Por vezes, o profissional de contabilidade, chamado comumente de contador, é lembrado apenas na abertura ou fechamento de uma empresa ou no surgimento de problemas que demandem a sua participação para solucioná-los. Porém, os contadores podem fazer muito mais para o sucesso de uma empresa. É necessário, porém, que ambas as partes – contador e empresa – desenvolvam uma relação favorável e aberta a melhorias contínuas. De certo, o contador poderá ajudar na medida em que há interesse e busca por parte da empresa. Antes de tudo, o que é um contador? De maneira objetiva, o profissional de contabilidade está habilitado para atuar e auxiliar as empresas em um leque grande de atividades. Os contadores são profissionais com formação em Ciências Contábeis que podem ajudar em questões financeiras, tributárias, organizacionais, entre outras; ou seja, são profissionais preparados para identificar, analisar e determinar as melhores decisões a serem tomadas no que diz respeito às transações no patrimônio da empresa. Como um contador pode auxiliar no sucesso de uma empresa? A contabilidade registra e é alimentada diariamente por todas as transações realizadas pela empresa e, portanto, torna-se um excelente meio de gerenciamento. Dito em outras palavras, a contabilidade, quando bem realizada, fornece aos administradores e empresários as informações necessárias e importantes para a tomada de decisões. Ao contador, cabe a responsabilidade de manter essa contabilidade atualizada e útil, e de ajudar o administrador a extrair dos dados, as informações relevantes para o seu negócio, tanto para o presente como para o futuro. O contador não deve apenas trabalhar para que sua empresa atenda às obrigações legais, mas deve ser um parceiro na condução dos negócios. Sabemos ainda que estamos em um país com uma complexa e pesada tributação. E muitos empresários e gestores desconhecem como utilizar as estruturas tributárias para favorecer o seu negócio, e o contador pode ajudar nessa tarefa. A empresa, por vezes preocupada apenas com a operação, deixa de se atentar às questões tributárias. Se houver uma aproximação maior com o contador e estas questões forem bem avaliadas, de certo poderá aproveitar oportunidades e evitar riscos que até então não estavam sendo cuidados. Há ainda empresários que sofrem com dificuldades na gestão do fluxo de caixa, de empréstimos e na realização de uma gestão financeira simples. Percebem que a situação não vai bem, mas não recorrem ao seu contador, o qual já possui todos os registros de suas movimentações. Uma vez que a boa gestão do fluxo de caixa – e a gestão financeira como um todo – é fundamental para o sucesso de uma empresa, não há motivos para não recorrer à ajuda do contador. O mesmo poderia ser dito quanto aos investimentos: ouvir a opinião do contador pode ser fundamental para tomar uma decisão que seja interessante também do ponto de vista contábil. Vale ainda considerar que é importantíssimo que todo empresário tenha, ao menos, noções de contabilidade. Mas sempre que surgirem dúvidas, o contador está à disposição para colaborar no seu aprendizado. Afinal, quanto mais o empresário entender de contabilidade, mais útil e prático se torna o trabalho do contador e mais a contabilidade ganha importância na empresa, favorecendo o seu sucesso. Ou seja, é preciso considerar e trabalhar com o contador como um parceiro, não apenas como um prestador de serviços. Eis a dica para sua empresa progredir e ter sucesso! Fonte: Portal Contábeis