Novo sistema permite abrir empresas em até 5 dias

business-437020_1280 Um sistema que integra União, estados e municípios promete facilitar a vida dos novos empreendedores. A REDESIMPLES será um processo único e simplificado para que a abertura de empresas no Brasil aconteça em até cinco dias. O novo sistema foi oficializado  em uma cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença do presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, e do ministro da secretaria de Governo, Ricardo Berzoini. A nova plataforma será operacionalizada por meio de um sistema nacional informatizado, o Registro e Licenciamento de Empresas (RLE). Os empresários terão um sistema de entrada de dados único que permitirá abrir empresas, alterar cadastro, obter licenças de funcionamento e dar baixa de empresas. Isso tudo poderá ser feito online, caso o empreendedor possua um certificado digital. Segundo o Sebrae, os negócios considerados de baixo risco, 90% do total hoje, poderão ser abertos em até cinco dias. Atualmente, a média de abertura de empresas é de 83 dias. A ideia da REDESIMPLES é diminuir a burocracia e aumentar a competitividade das empresas brasileiras. “É apenas um primeiro passo para conseguirmos criar um país menos burocrático para todos”, diz Afif. A ferramenta já está disponível para empreendedores do Distrito Federal, através do Portal Empresa Simples. Fonte: PEGN

Contador: conheça cinco áreas onde você pode atuar!

Cheerful Corporate Businessman Working with His Paperworks and L
A área contábil é uma das que mais oferece oportunidades para o profissional, que vão desde a abertura da própria empresa, atuar como consultor ou seguir carreira no serviço público, dentre outras possibilidades. Dentro deste amplo universo, destacamos 5 áreas onde você pode atuar. Confira abaixo!
Contador
Pode atuar em várias áreas: Contabilidade Pública, Rural, Hospitalar, Industrial, Comercial, Imobiliária, de Seguros, de Serviços, de Transportes, de Entidades sem Fins Lucrativos, etc.
Auditor
Uma das áreas que mais cresce na profissão contábil, responsável pela análise detalhada da aplicação de recursos financeiros, que vão desde a avaliação da forma como tais recursos são aplicados e administrados até a identificação de falhas nos processos de controle orçamentário.
Perícia Contábil
Área de muita importância na Contabilidade, pois consiste na avaliação diagnóstica que pode comprovar desvio ou má utilização de recursos financeiros. De acordo com a Resolução do CFC nº 560/83 – art. 3º, as perícias contábeis, judiciais e extrajudiciais, bem como auditorias, são atribuições privativas dos profissionais da Contabilidade.
Analista Financeiro
O profissional contábil poderá atuar como analista econômico-financeiro das entidades em três ângulos: análise de crédito, análise de desempenho e análise de investimento.
Consultor
O profissional de Contabilidade pode atuar como consultor em diversas especialidades, como controladoria, tributária, comércio exterior, contabilidade aplicada, contabilidade internacional, tecnologia da informação aplicada à contabilidade e outras mais. O universo de atuação do profissional de Contabilidade é amplo e crescente.
Fonte: Contabilista.br
 

Simples e Colaborativo

Digital-light-1024x819 Inovar é uma premissa de fundamental importância e para que isso ocorra necessário se faz criarmos ambientes aonde coletivamente às pessoas possam compartilhar conhecimentos, expertises e também confiar no ambiente criado. Uma visão sistêmica sempre foi solicitada ao administrador moderno e suas competências devem ser solicitadas de maneira que saibamos trabalhar em equipe e compartilhar informações, aprendendo com o conhecimento dos outros para o envolvimento de todos. Profissionais devem saber trabalhar em colaboração e entender que o sistema de informação deve propiciar profissionais que saibam pensar de maneira técnica e, além disso, entendam de gestão e do lado social, incluindo ai um bom relacionamento e conhecimentos de inteligências e a melhor maneira de fazer com que as mesmas produzam com e voltados para a melhoria contínua. Para que isso aconteça mister se faz que a qualidade seja um atributo essencial e também não esquecer que a mesma significa pessoas competentes, bem preparadas e que consigam cada vez mais melhores produtos, relações, trocas e aprimoramentos. Estamos num sistema capitalista e o mesmo deve ser repensado para que possamos incluir mais pessoas no processo produtivo com habilidades distintas e fazer com que essas várias habilidades possam se juntar e cada agregar o que sabe ao todo. Inovar deve ser acompanhado de pessoas criativas e que saibam pensar simples e conseguir surpreender aquilo que o consumidor deseja. Ele nem precisa saber como funciona o produto e /ou serviço desde que o mesmo seja aquilo que contemple uma necessidade que deve ser suprida. Ser simples é trabalhar com pessoas de conhecimentos distintos e as mesmas necessitam de lideranças inspiradoras e transformadoras que deem espaço e condições para que todos possam dar o melhor de si trazendo nisso uma transformação da organização, das relações e também da maneira de produzir e distribuir essa produção. Novas maneiras de enxergar o mundo significa que as organizações não podem e nem devem ser burocráticas e nem engessadas. Enxergar além e de maneira inovativa significa sair da caixinha de zona de conforto e também saber ouvir e delegar funções. O administrador deve pensar simples e ao mesmo tempo entender que a vida é complexa e que as relações não são lineares. Para isso deve inspirar e ser inspirado por pessoas que saibam realizar cópias aprimoradas, pois não precisamos reinventar a roda. Copiar e aprimorar, copiar e melhorar é um exercício de benchmarking e os mesmos devem ser de produtos, serviços e mais do que isso de qualidade de pensamento. Ser simples e colaborativo é o caminho ideal para grandes transformações na organização, nas pessoas, nos produtos e serviços e na melhoria contínua. Fonte: Contadores.cnt  

Seguro de responsabilidade civil: Proteção para o escritório contábil

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O parágrafo único do artigo 1.177 do novo Código Civil não deixa dúvidas quanto às responsabilidades do profissional de contabilidade pelas informações lançadas nas escriturações de seus clientes: a Lei de Responsabilidade Solidária exige que o contador repare todo e qualquer prejuízo financeiro causado por eventuais falhas no seu serviço, e isso pode acabar custando sua permanência no mercado.

Ou seja, contar com a parceria, organização e transparência do cliente para a divulgação de informações confiáveis nunca foi tão importante – afinal, se a MPE enviar um dado incorreto que for passado adiante, o profissional de contabilidade também responde por isso. Mas será que em um ofício como o do contador, que envolve o gerenciamento correto de dados estratégicos para o bom funcionamento de uma empresa, depender apenas dessa parceria e da certeza de oferecer um serviço de qualidade é o suficiente para minimizar os riscos?

Por mais que seu escritório zele pela excelência nos processos, o grande volume de informações tratadas diariamente e a existência de muitas etapas manuais (como a digitação dos lançamentos contábeis, conferência de documentos ou até mesmo o acompanhamento de prazos importantes) elevam o risco do negócio. Uma forma de aliviar esses riscos e garantir segurança extra para a sua empresa contábil é contratando o Seguro de Responsabilidade Civil.

Pela legislação, os contadores podem ser responsabilizados por danos culposos, ou seja, atos que prejudiquem o cliente de forma involuntária, o que pode acontecer, muitas vezes, por conta do grande volume de atividades que precisam cumprir em um prazo curto, com pouquíssimo tempo para análises mais profundas. Portanto, é preciso manter sempre um relacionamento muito próximo com o cliente e acompanhar de perto seu faturamento para orientá-lo sobre o momento certo de alterar o enquadramento fiscal, por exemplo. Isso garante que o negócio esteja sempre operando de forma legal, pagando o valor adequado e mínimo de impostos e evitando que receba multas de órgãos fiscalizadores como o Fisco. Caso isso aconteça, é quase certo que o cliente acionaria o escritório para esclarecimentos e exigiria indenizações por parte dele, tanto do valor da multa quanto do alto valor tributário desembolsado sem necessidade. Outra situação que não é difícil de acontecer é relacionada aos erros em cálculos trabalhistas, como no caso da demissão de um funcionário que já tinha anos de casa e, portanto, muitas verbas rescisórias a serem calculadas para seu Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRTC). Nessa situação, o cliente precisa ter todos os registros e enviar a documentação necessária para o escritório analisar e fazer os cálculos corretamente, evitando brechas para o funcionário acionar a MPE juridicamente por erro na conta e, com isso, gerar responsabilidade também ao escritório contábil. No caso de falhas assim, o escritório pode acionar o Seguro de Responsabilidade Civil para cobrir as despesas. Quando se tratarem de atos dolosos no artigo 1.177, que é quando há “consciência” da ilegalidade, o contador responderá a terceiros (como a Justiça) solidariamente com o cliente – daí, mais uma vez, a importância de se ter um seguro para proteger o escritório de despesas do processo judicial de crimes fiscais, por exemplo, praticados pela MPE, como lavagem de dinheiro. O papel do seguro nesta e nas demais situações citadas acima é de reparar danos na MPE gerados por eventuais falhas nos serviços de contabilidade, como erros de cálculo, perdas de prazo, furtos de documentos e lançamentos incorretos de dados que acabaram gerando multas, livrando o contador de perdas financeiras, despesas judiciais e honorários advocatícios, o que pode comprometer seu caixa e sua continuidade no mercado. O seguro é oferecido por corretoras em apólices que se adaptam a escritórios contábeis das mais diversas realidades, já que o valor a ser investido e as condições de pagamento são negociadas com a seguradora levando em consideração o faturamento anual da empresa contábil. O fato de o escritório não conseguir arcar com o prejuízo gerado pelo serviço pode desencadear problemas ainda mais sérios: a empresa cliente pode processá-lo e até denunciá-lo para o conselho da categoria, acarretando mais multas e até mesmo o risco de cassação de registros profissionais! Analisando tudo isso, só resta concluir que para proteger seu patrimônio é realmente importante investir no Seguro de Responsabilidade Civil. Afinal, por mais que a empresa contábil seja idônea e procure funcionar sempre dentro das normas, em atividades dinâmicas e de risco como a contabilidade isso será sempre um desafio, principalmente pelo fato de depender também da colaboração das MPEs. Fonte: Jornal Contábil

3 equívocos que podem atrapalhar sua carreira

Mature-Businessman-Thinking No mundo atual, está na mão de cada um a principal responsabilidade pela gestão da sua carreira. Embora seja celebrada essa maior liberdade e autonomia de você construir sua própria trajetória, as pessoas costumam cometer o equívoco de gerenciar o seu caminho de fora para dentro, ou seja, as possibilidades oferecidas são o principal guia para as escolhas profissionais.   Essa maneira de pensar leva as pessoas a três principais equívocos: 1) Visão restrita de oportunidades: pensar os passos de carreira com base no organograma ou no plano de cargos e salários da empresa. Isso faz com que se olhe para a empresa do passado, e não para a empresa do futuro. O mesmo equívoco acontece quando se toma decisões olhando para a estrutura do mercado: conhece-se o mercado de ontem e não o de amanhã.   2) Armadilhas profissionais: gerenciar a carreira de fora para dentro pode fazer as pessoas caírem em armadilhas. Entre elas estão: os becos sem saída, que se configuram como situações de grande vulnerabilidade profissional ou de dependência de uma organização; sofrimento profissional, situação na qual a pessoa realiza um trabalho que requer muito dos seus pontos fracos e pouco dos seus pontos fortes. Algumas iscas para cair nessas armadilhas são: remuneração, status social, pressão de amigos e foco nas vantagens de curto prazo.   3) Falta de foco: falta de clareza e atenção para aquilo que é importante para a pessoa e para aquilo que ela deseja. Com isso, a pessoa tem seu potencial profissional subutilizado e não se sente mais desafiada, tampouco sente que está se desenvolvendo ou progredindo profissionalmente. Essa situação leva ao sentimento de angústia e desorientação crescente, fazendo a pessoa repensar sua profissão ou atividade.   Então, como escolher uma profissão ou trilha de carreira? Um projeto profissional consciente, construído de dentro para fora, minimiza a chance que esses equívocos sejam cometidos. Esse projeto deve priorizar os seus pontos fortes, seus sonhos, o que é importante para você, aquilo que se gosta de fazer e o que se faz bem. O que faz um coach de carreira é facilitar a construção desse projeto quando a pessoa não está conseguindo se orientar por si mesma. O coach de carreira utiliza conhecimentos e técnicas da psicologia para facilitar a gestão do processo da pessoa se conectar com ela mesma e, assim, se realizar no mundo.   Fonte: Contadores.cnt

Nova lei traz boas notícias para contribuintes

martelo-de-juiz A norma prorroga para o dia 30 de novembro o prazo para adesão ao Programa de Redução de Litígios Tributários (Prorelit), do governo federal. A boa notícia para os contribuintes foi que a norma derruba a obrigação, prevista em Medida Provisória anterior, de que as empresas informem à Receita Federal estratégias usadas para pagar menos tributos. “Curiosamente, o prazo para adesão foi prorrogado para 30/11 — medida inócua, pois o referido prazo venceu durante a tramitação da MP no Congresso”, alerta o advogado Fábio Alexandre Lunardini, tributarista do escritório Peixoto & Cury Advogados.A Lei 13.202, publicada no Diário Oficial da União, é a conversão em lei da Medida Provisória 685, de 21/7/2015. Foram mantidos dispositivos que constavam tanto na MP 685 quanto na MP 692, com a possibilidade de liquidação de débitos tributários administrados pela Receita Federal do Brasil (RFB) e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), vencidos até 30.06.2015. Segundo Lunardini, um aspecto relevante foi a retirada do dispositivo original da MP 685 que previa a necessidade de declaração à RFB de planejamentos tributários supostamente sem o chamado “propósito negocial”, conceito criado pelo fisco para avaliar se uma alteração societária, por exemplo, ocorreu por necessidade do empreendimento ou somente porque a mudança reduziria os tributos a pagar. O tributarista Leonardo Sant’Anna Ribeiro, sócio do Marcelo Tostes Advogados, destaca a prorrogação dos prazos para recolhimento da parcela em dinheiro dos débitos incluídos no Prorelit, que agora vão até janeiro de 2016. A lei também permite quitar as dívidas parcialmente com saldos de prejuízo fiscal e bases negativas de CSLL apurados até 31.12.2013 e declarados até 30.06.2015. Nesses casos, a parcela a pagar em dinheiro varia de 30% a 36%, de acordo com o prazo escolhido para pagamento (de uma a três parcelas). “O Prorelit constitui uma excelente oportunidade para as empresas colocarem em dia sua situação cadastral junto ao Fisco, mas, como qualquer programa que importe em renúncia da discussão judicial do débito, deve ser encarado com prudência e a adesão somente deve ser feita após o devido e acurado estudo contingencial de cada demanda”, afirma o tributarista Carter Gonçalves Batista, coordenador contencioso tributário, do Nelson Wilians Advogados Associados. Outra alteração importante foi o prestígio de acordos internacionais para evitar a dupla tributação. O artigo 11 da lei interpreta conceitos ao afirmar que tais acordos, hoje aceitos pelo Fisco apenas em relação ao Imposto de Renda, também alcançam a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) , como destaca o tributarista Jayr Viégas Gavaldão Jr., sócio da Duarte Garcia, Caselli Guimarães e Terra Advogados. “Tal disposição contraria o entendimento da Receita Federal antes encontrado em decisões administrativas, no sentido de que somente os acordos que mencionam expressamente aplicação de suas disposições à CSLL alcançam, de fato, esse tributo. A Lei, portanto, traz relevante diretriz na interpretação dos tratados”, explica. A Lei 13.202 também autorizou o Poder Executivo a corrigir o valor de diversas taxas cobradas por órgãos fiscalizadores da União. Mas para o tributarista Eduardo Maneira, sócio do Sacha Calmon – Misabel Derzi Consultores e Advogados, o aumento das taxas fere o princípio da legalidade. “O referido aumento não pode ser confundido com atualização monetária de base de cálculo de tributos autorizada no Código Tributário Nacional. No caso das taxas, há efetiva majoração de alíquota específica sem lei”, adverte. Outros pontos foram incluídos no processo de conversão da MP em lei pelo Congresso:· Os acordos e convenções internacionais para evitar dupla tributação de renda, celebrados pelo Brasil, abrangem tanto a CSLL quanto o IR. Segundo o advogado Fábio Alexandre Lunardini , a lei deu nova interpretação a essa possibilidade, o que abre margem para entendimentos em favor da não incidência da CSLL sobre lucros e rendimentos do exterior, vindos de países com os quais o Brasil tenha esses acordos; - Pessoa física que seja proprietário de obra de construção civil passa a ser equiparada a empresas no que se refere à retenção na fonte de contribuições previdenciárias dos trabalhadores; · Foi formalmente alterada a alíquota da contribuição do empregador doméstico, de 12% para 8% do salário-de-contribuição do empregado, mais 0,8% para o financiamento do seguro contra acidentes de trabalho; · Redução da alíquota de contribuição previdenciária sobre receita bruta para empresas de transporte de passageiros (rodoviário, ferroviário e metroferroviário), de 3% para 2%. Essa contribuição se refere à desoneração da folha de pagamentos feita pelo governo federal em 2012. Fonte: Jornal do Brasil