Entenda os critérios de mensuração do ativo imobilizado

plano-real-1024x864 Ativo imobilizado, conforme o CPC 27, são os bens tangíveis mantidos para uso na produção ou fornecimento de mercadorias ou serviços, para aluguel a outros ou para fins administrativos, e que espera-se serem utilizados por mais de um período. É um grupo do balanço patrimonial que merece uma atenção particular do contador, principalmente quando se trata de seus critérios de mensuração, assunto do artigo de hoje. Acompanhe:

Critérios de mensuração do ativo imobilizado

Para o reconhecimento de um bem no ativo imobilizado, ou seja, para sua escrituração e registro no patrimônio da empresa, o CPC 27 estabelece algumas observações. Os futuros benefícios econômicos associados ao item deverão fluir para a entidade e o custo do bem precisa ser mensurado de forma confiável. Esse é o chamado custo de aquisição, que é todo o valor desembolsado pela empresa para pôr o ativo em pleno funcionamento. A medida do valor contábil depende de como o bem foi conquistado, veja a seguir:

Bens adquiridos

Quando um ativo imobilizado é adquirido por meio de uma compra, seu valor contábil será o custo de aquisição puro, ou seja, o gasto cobrado pelo fornecedor do bem e quaisquer desembolsos até seu pleno funcionamento, como fretes, seguros, comissões e impostos não passíveis de crédito fiscal.

Bens construídos

No caso de bens cuja construção é de iniciativa da própria empresa, o custo de aquisição será composto pelos materiais, mão de obra e seus encargos e quaisquer outros custos diretos e indiretos que ocorram até o momento do ativo construído estar em funcionamento.

Bens recebidos em doação ou subvenções para investimento

Doações, geralmente, são apropriadas como receita. Mas no caso de ativo imobilizado, o tratamento é diferente. O bem deve ser contabilizado a preço de mercado, sob crédito da conta de Reserva de Capital, conforme orienta a Lei nº 6.404/76.

Bens incorporados ao capital

Em situações de aumento do capital social por meio de ativo imobilizado, segundo a Lei nº 6.404/76, o valor contábil será definido pela avaliação de três peritos ou por empresa especializada e devidamente aprovada em assembleia geral.

Reavaliação de ativo imobilizado: quando pedir?

Os critérios de mensuração do valor contábil do ativo imobilizado, por vezes, podem abrir uma margem significativa em relação ao seu valor justo, ou seja, o valor de mercado. Esse é um dos momentos em que uma reavaliação é necessária. Situações que envolvam transações entre coligadas e controladas ou casos de fusão, cisão e incorporação também são passíveis de uma nova avaliação para seus ativos.

O laudo técnico emitido por três peritos ou entidade especializada possui a base necessária para firmar o novo valor do bem. Tenha em mente que, a partir da primeira reavaliação, você deixa de seguir o registro pelo valor original. Isso implica que novas reavaliações deverão ser feitas periodicamente para evitar a disparidade entre o valor de mercado e o contábil. Utilize softwares para otimizar seus processos e obter sempre informações fidedignas para repassar a seus clientes. A NBC T 19.6 e o CPC 27 relatam todos os procedimentos necessários para uma reavaliação de ativo, por isso, fique atento! Fonte: Portal Contábeis

A crise e o escritório de contabilidade: uma grande oportunidade!

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Perguntaram-me o que eu achava da recessão. Pensei a respeito e decidi que não participaria dela” Sam Walton, fundador do Wal-Mart, durante a recessão de 1991.

Estamos passando por um cenário turbulento e de incertezas no país: a crise econômica. No entanto, o seu escritório contábil pode fazer desse momento uma grande oportunidade! Entenda o porquê agora.

Quanto mais organizadas e preparadas as empresas estiverem, menos conturbada será a passagem pela crise, principalmente as Micro e Pequenas Empresas que registram alta taxa de mortalidade: quase 50% fecham em menos de três anos, segundo pesquisa do Sebrae. Com muitas atividades para realizar e, geralmente, pouco (ou nenhum) conhecimento em finanças e contabilidade, uma das principais dificuldades do empresário é fazer a gestão organizada dos custos e despesas. Quem nunca teve ou ainda tem um cliente que mistura gastos pessoais com os da empresa?

É aí que entra o herói da história: o contador tem um papel fundamental nessa preparação e organização das empresas, pois tem a missão de orientar o empreendedor sobre como cuidar de perto da saúde financeira do negócio, além de fazer todo o controle tributário e fiscal. Por meio de uma consultoria de negócios, o contador pode oferecer uma gama de serviços que geram informações valiosas para o desenho da estratégia empresarial, aumentando as chances de sucesso do negócio. O contador é o cara que ajudará as MPEs a atravessarem a crise! Para tanto, é fundamental investir tempo no relacionamento com seus clientes. Dedicar um espaço na sua agenda para explicar como seus serviços podem impactar na empresa e prestar esclarecimentos importantes, como a possibilidade do parcelamento dos eventuais débitos com o FGTS, faz diferença na maneira como você é percebido pelo cliente. Afinal, a falta de atenção do empresário em detalhes como este pode resultar em perdas financeiras e prejudicar o caixa da empresa que, em tempos de crise, fica mais sensível ainda! Outra oportunidade de destaque para os escritórios contábeis é o fato de o Brasil ser hoje o país mais empreendedor do mundo, de acordo com o estudo divulgado em janeiro de 2015, chamado “Global Entrepreneurship Monitor” (GEM), realizado no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). E o que isso significa? Com tantas novas empresas surgindo no mercado, seu escritório de contabilidade pode prospectar novos clientes, que vão precisar dos serviços contábeis para iniciar e legalizar suas atividades. Porque, você sabe, começar a empresa do jeito certo pode ser um fator chave na hora de passar pela crise. Estar no regime tributário mais adequado, por exemplo, pode significar preciosos reais no caixa da empresa. Assim, você também vai precisar de tempo para fazer visitas e elaborar propostas. Para conseguir dedicar o tempo necessário às oportunidades que farão a crise passar bem longe do seu escritório de contabilidade (como oferecer novos serviços de apoio à gestão e prospectar novos clientes), sua maior aliada é a tecnologia! Existem no mercado soluções perfeitas para os escritórios de contabilidade, pensadas para tornar seus processos mais eficientes e produtivos, permitindo eliminar de vez atividades de baixo valor agregado, como a redigitação dos lançamentos contábeis dos clientes. Use a tecnologia a seu favor e faça como Sam Walton, fundador do Wal-Mart: não participe da crise! Fonte: Jornal Contábil

Unificação do PIS e Cofins pode gerar inflação de 4,3%

project-management A proposta de unificação do cálculo das contribuições federais PIS (Programação de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que incidem sobre o faturamento das empresas, pode trazer impacto de R$ 32,5 bilhões na carga tributária do setor de serviços, um aumento médio de 104% em relação ao valor pago atualmente. É o que mostra levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) encomendado pela Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon). Ainda de acordo com o estudo, a unificação pressionaria a inflação já que as empresas de serviços teriam que repassar o custo maior. Nas seis categorias de serviços analisados o aumento seria de em média 4,3%. A alta poderia ainda produzir impacto de 0,6 ponto percentual sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Ampla (IPCA). Caso a unificação ocorra, o setor de serviços seria mais impactado que a indústria e o comércio, por exemplo, especialmente porque mais de 50% dos custos do segmento é mão de obra, enquanto na indústria representa apenas 20%. "A simplificação e unificação de tributos sempre é importante, e é o que a Fenacon tem sempre defendido, mas as regras do jogo devem ser mantidas, sem aumento de impostos, já que na prática é o consumidor que paga todo e qualquer tributo embutido no preço, gerando inflação num período em que as metas estão sendo ultrapassadas", diz o presidente da Fenacon, Mario Berti. O Sistema Fenacon Sescon/Sescap, segundo o presidente em exercício do Sescon Blumenau, Nelson José Mohr, sempre defendeu a simplificação e unificação de tributos, mas sem aumento nas alíquotas. Ele lembra ainda que a ideia da unificação é um desejo antigo do governo e dos empresários, porém, ressalva, do jeito que está sendo proposta, vai levar muitas empresas à informalidade ou até à falência, na pior das hipóteses. "Não adianta dizer que a ideia é só unificar, quando na verdade, o propósito maior do governo é o de aumentar a carga tributária, absurdamente", alerta Mohr. Atualmente, por ser mais vantajoso, a maioria das prestadoras de serviços opta pelo regime mais antigo, o cumulativo, que não considera dedução de créditos tributários, mas tem alíquotas de PIS e Cofins menores (de 3,65%, quando somadas). Se forem obrigadas a migrar para o regime não cumulativo, as empresas de serviços estarão expostas a um crescimento exagerado de tributos, de 9,25%, cerca de três vezes maior. "O estudo deixa claro que as regras da não cumulatividade penalizam as empresas de serviços. Uma das soluções possíveis seria alterar a definição de insumos, que poderiam incluir mão de obra ou despesas com telefonia e transporte, relevantes na estrutura de custos do setor de serviços", diz o diretor político-parlamentar da Fenacon, Valdir Pietrobon. O setor de serviços A unificação da base de cálculo afetará a apuração de impostos de quase 2,6 milhões de empresas do país, o que representa 36% das prestadoras de serviços em atividade. "Hoje, grande parte das empresas de serviços não pode optar pelo Simples, por vedação legal e serão afetadas pela mudança do regime", explica Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Conselho Superior do IBPT. O setor conta com mais de 7,2 milhões de empresas abertas no país (40,66% de todos os CNPJ’s ativos) e movimenta R$ 1,4 trilhão por ano. O número de empregos soma 19,4 milhões, maior do que o agronegócio, a indústria e o comércio juntos. Estudo O estudo feito pelo IBPT a pedido da Fenacon analisou o impacto que a possível unificação do cálculo dos dois tributos a partir da análise das contas de mais de mil empresas considerando uma alíquota única de 9,25% que seria a taxa cobrada no sistema não cumulativo de apuração tributária, em vigor desde 2003 e obrigatório para grandes empresas. Com a unificação do PIS e da Cofins esse sistema seria aplicado a todos os setores da economia, deixando de lado características específicas de cada tipo de organização. Por isso, apenas nas atividades pesquisadas no estudo o aumento médio seria de R$ 7,3 bilhões ao ano. A migração do sistema cumulativo para o não cumulativo no caso das empresas de serviços tende a elevar a carga tributária porque para essas empresas há poucos insumos geradores de créditos. Os dados do estudo mostram que, caso este sistema seja aplicado ao setor de serviços, poderá aumentar a tributação das empresas em até 136,35%, quando comparado aos valores pagos atualmente. Na média, o aumento será de 104%. No sistema cumulativo, as alíquotas de PIS e da Cofins são menores, mas incidem sobre a receita líquida diretamente. No regime não cumulativo, há uma lista de custos e despesas que podem gerar créditos tributários a serem deduzidos da carga dos tributos devida pelas empresas. o setor industrial, por exemplo, em que 42% da composição média dos preços dá direito a créditos, a medida é positiva. Mas, para o setor de serviços, apenas 12,5% dos insumos, como energia elétrica e frete, geram créditos tributários. Método da Pesquisa Para chegar ao impacto da unificação do cálculo do PIS e da Cofins no setor de serviços, o IBPT analisou uma amostra de 1.257 balanços de empresas enquadradas na condição de prestadoras de serviços de acordo com o CNAE – Código Nacional de Atividades Econômicas. Para fins didáticos, elas foram divididas em seis categorias: serviços de profissionais liberais; serviços essenciais para empresas; serviços de bem estar das pessoas; serviços financeiros; serviços de comunicação social; serviços de telecomunicações. Fonte: Portal Contábeis

Gestão: 6 dicas para ter uma boa contabilidade

Desoneração

Um empreendedor que visa ao crescimento da sua empresa precisa ter conhecimento profundo sobre a situação econômico-financeira do negócio. A contabilidade deve ser encarada como um recurso valioso de gestão, e não como uma obrigação enfadonha. Entre as várias vantagens de uma boa análise contábil está uma melhor compreensão dos custos e das despesas da empresa, além da rentabilidade do capital investido. Com essas informações, o empreendedor pode direcionar melhor suas decisões e seus aportes.

Outros benefícios de uma boa gestão contábil são a possível redução da carga tributária incidente sobre a empresa. Com uma boa orientação de um contador, o empresário pode escolher o regime de tributação mais adequado para o negócio em determinado momento. Algumas indicações que também podem auxiliar o empresário são quanto ao nível de endividamento – se está adequado – e se o negócio está realmente dando lucro.

Escolher uma boa assessoria contábil é fundamental nesse processo. Confira os passos para assegurar o melhor acompanhamento para o seu negócio.

1. Como escolher um escritório de contabilidade? Iniciar a sua busca pela internet é um passo válido, mas lembre-se de que o escritório deve ser localizado na mesma cidade que a empresa. Isso porque a legislação contábil e as obrigações tributárias podem variar bastante em diferentes locais.

Indicações de bons serviços são geralmente úteis. Uma opção é solicitar ao escritório uma breve relação de clientes para procurar referências. É possível, também, buscar indicações de empresários conhecidos que estejam satisfeitos com o trabalho de suas empresas contábeis.

2. Encontrei um escritório. Como proceder? É aconselhável realizar uma consulta no Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon) do estado para verificar se o escritório é filiado. Também é necessário consultar o Conselho Regional de Contabilidade (CRC) para checar se tanto a empresa como seus responsáveis estão devidamente inscritos e regulares no exercício das suas funções. 3. Quanto devo pagar de honorários? Os valores podem variar bastante de acordo com os serviços demandados. A Fenacon recomenda levantar um orçamento com alguns escritórios e então avaliar o custo- benefício de cada um deles. Não existe regra certa a respeito do que abrange o serviço de contabilidade. 4. Como deve ser o acompanhamento? Independentemente de ter contratado um serviço de contabilidade, um empresário precisa conhecer minimamente os tributos e os encargos que incidem na atividade da empresa e acompanhar o recolhimento dos valores. Ele deve solicitar periodicamente à empresa contábil a certidão negativa dos principais órgãos (Receita Federal, Secretaria da Fazenda e Prefeitura Municipal), que é um dos indicativos de que a empresa não possui pendências. É bom, também, pedir com frequência um balancete. Desde o início, é importante acordar em contrato reuniões frequentes com os profissionais da contabilidade. O acompanhamento ideal seria diário. Mas, como isso não é sempre possível, é indicado ao menos um encontro por mês. Essa reunião é importante, nem que seja para tomar um café e ter um panorama geral de como andam as finanças. Isso agrega valor ao trabalho de ambos os lados.

5. Com quem ficam os documentos? A documentação que deve ser guardada pela empresa:

Documentos da constituição da empresa, como o registro de firma individual e/ou contrato social e os registros em todas as repartições fiscais, como o CNPJ e o alvará de funcionamento.

Também devem ser mantidos, depois de efetuados os devidos lançamentos fisco-contábeis, todos os documentos referentes à atividade. Eles devem retornar à empresa logo após sua utilização pela contabilidade:

• Notas fiscais de compras • Despesas gerais (água, luz, telefone) • Talonários de vendas • Guias de recolhimento de todos os tributos • Extratos bancários • Livro ou ficha de registro dos empregados • Registros de ponto dos funcionários, para averiguação do Ministério do Trabalho

A documentação que deve ser guardada pelo escritório de contabilidade:

• Contrato de prestação de serviço entre a contabilidade e a empresa • Livros fiscais e contábeis • Cópia dos documentos de constituição da empresa • Cópia do livro ou ficha de registro dos funcionários

6. Quem deve pagar os impostos? O serviço contábil nunca deve pagar contas. A assessoria é responsável por passar os vencimentos para a empresa, mas é o dono do negócio quem deve cuidar do pagamento. Se o empresário notar irregularidades no serviço de contabilidade, ele pode denunciar o escritório ao Conselho Regional de Contabilidade (CRC), fazer a rescisão do contrato e procurar outro profissional.

Fonte: Jornal Contábil

Como o empreendedorismo pode tirar o país da crise econômica

empreender-1024x682 Em seu artigo Empreendedorismo, Normas e o Ciclo Econômico (Entrepreneurship, Norms, and the Business Cycle), Simon C. Parker analisou a literatura acadêmica e as soluções políticas existentes para descobrir como empreendedorismo e crescimento econômico estão relacionados, e o que os governos podem fazer para usar a criação de empregos como um estímulo. Veja o que ele descobriu: O número de empreendedores acompanha o crescimento econômico, crescendo em “booms” e diminuindo em crises Ainda que sejam desconhecidas as causas desse fenômeno, Parker especula que a expansão econômica pode permitir aos novos empreendedores investir mais, gerando negócios para outras empresas. Financiamentos para novos negócios também são mais acessíveis em tempos de crescimento econômico, e muito mais limitados em uma recessão, bem quando as empresas mais precisam desses recursos. Os políticos deveriam intervir a favor dos empreendedores em períodos difíceis Incentivar a criação de novos negócios pode ser uma saída para a recessão. Novos negócios geram um número desproporcional de novos empregos, e os desempregados têm mais chances de se tornarem empreendedores do que trabalhadores empregados. Parker também lista uma série de soluções políticas que podem apoiar o emprego e o crescimento do consumo: Trabalhe junto aos bancos para manter os empréstimos a pequenas empresas em uma recessão  Os governos podem diminuir os impactos negativos da queda nos empréstimos do setor privado apoiando os bancos no crédito às pequenas empresas, ou tomando para si parte dos riscos através de programas de garantia de empréstimos. Em resposta a normas bancárias mais rígidas após uma crise, alguns governos até mesmo já abriram bancos estatais voltados a pequenas empresas. Apoie o capital de risco em tempos difíceis (e somente em tempos difíceis) Não é novidade que o capital de risco acompanha de perto a economia: ele é abundante durante o crescimento econômico, mas desaparece nas crises. O apoio desregrado do governo ao capital de risco em épocas de crescimento pode até ocasionar bolhas especulativas, mas o apoio público ao capital de risco privado em tempos de recessão pode estimular a economia através do incentivo ao empreendedorismo, que por sua vez fomenta o consumo. Assim como a Kauffman Foundation, Parker também diz que fornecer incentivo ao capital de risco privado é preferível a criar empresas públicas de capital de risco. Invista recursos públicos para atrair empreendedores para áreas em depressão econômica Ao usar o empreendedorismo como uma ferramenta de desenvolvimento local, os líderes políticos devem julgar se são os grandes ou os pequenos negócios quem vão ajudar mais a região a sair ilesa da crise econômica. Grandes negócios tendem a suportar melhor as crises, mas pequenos negócios locais tendem a se importar mais com o destino de uma região e com os seus habitantes. Forneça programas de apoio ao emprego e serviços de consultoria a empresas Os governos podem incentivar desempregados a se tornarem empreendedores ao diminuir os riscos de se administrar um negócio próprio: mesmo se eles fracassem, os empreendedores poderão contar com benefícios públicos. Esta medida pode sem querer causar o crescimento de negócios malsucedidos que podem vir a quebrar em um ou dois anos, mas ainda assim ela pode gerar no curto prazo um oportuno crescimento de consumo. Fonte: Endeavor

Cinco direitos que você acredita ter, mas a legislação diz o contrário

noticia_95728 Embora esta seja a era da informação, muitos consumidores seguem confusos em relação aos seus próprios direitos. Eles costumam desconhecer muitos do que a lei garante e acreditar em outras ideias que simplesmente não existem. Confira abaixo cinco direitos que você acredita ter, mas a legislação diz o contrário. 1 - Sete dias de arrependimento O prazo de arrependimento de sete dias não é válido em todas as situações. A lei se aplica apenas para compras fora do estabelecimento, quando não é possível ver o produto de perto. Por exemplo, quando compramos algo pela internet. 2 - A loja não é obrigada a fazer trocas As trocas de produtos são obrigatórias apenas quando há defeito. Se for um presente, é importante negociar com o lojista ou conhecer as opções de troca que a própria loja oferece. Além disso, é importante ressaltar que em caso de defeitos, a substituição do produto não é imediata. O Código de Defesa do Consumidor estabelece prazo de 30 dias para reparo. Se o defeito persistir, é possível trocar por um novo produto ou pedir ressarcimento. 3 - Cobranças indevidas Em casos de cobrança indevidas, a devolução em dobro não funciona em relação ao valor total pago, mas sim à diferença paga a mais. 4 - Eletrodomésticos danificados Alguns consumidores acreditam que quando há há danos a eletrodomésticos por oscilação da energia em decorrência de temporais é possível mandar consertar o equipamento e pedir o ressarcimento da empresa de energia depois. Na verdade, o direito é garantido após vários orçamentos e uma aprovação da concessionária de energia após formalizar o pedido de ressarcimento. 5 -  Seguros Em caso de sinistro, entre em contato diretamente com a empresa e siga suas orientações. Se você chamar qualquer guincho para tomar as primeiras providências, pode se prejudicar.   Fonte: Portal Administradores